Novidades do foodservice são apresentadas em feira norte-americana de fabricantes

Emmanuel Melo, sócio fundador do StudioIno, vai participar da edição 2023 da Nafem Show, a feira da Associação Norte Americana de Fabricantes do Foodservice. O evento será realizado em Orlando, nos EUA, dos dias 1 a 3 de fevereiro. 

A Nafem Show apresenta uma ampla variedade de soluções comerciais de foodservice, incluindo preparação de alimentos, cozimento, serviço e armazenamento. O StudioIno já tem marcado presença na feira há muito anos com bastante sucesso. 

Design brasileiro na feira

Em 2019, linhas de refrigeradores desenvolvidas pelo StudioIno para empresas internacionais foram apresentadas ao público durante a Nafem Show. Dentre as novidades, está a linha de equipamentos de refrigeração desenhadas para a Fagor, composta por mesas e armários refrigerados e freezeres. O StudioIno também desenvolveu uma linha de refrigeradores para a Micro Matic, a Barline, feita para o armazenamento e a apresentação de bebidas em bares. 

Solução do StudioIno em destaque

Um pouco antes, em 2015, o Wine on Tap foi um dos selecionados para a galeria What’s Hot, What’s Cool da Nafem. O espaço destaca projetos que seguem tendências em quatro áreas e passaram pela curadoria do evento. O Wine on Tap foi desenhado pelo StudioIno e faz parte da linha Barline. O equipamento é uma variação do refrigerador e dispenser de cerveja feita para funcionar também como dispenser de vinho. O produto foi desenvolvido para venda e distribuição nos Estados Unidos. 

Simpósio internacional sobre foodservice

Antes da Nafem Show, Emmanuel participa do Simpósio das Américas da FCSI , a Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice

O evento tem o bem-estar como tema principal e alguns dos assuntos abordados nas palestras serão: 

  • A nova fase da sustentabilidade
  • Estilo de vida
  • Tecnologias de atendimento no varejo
  • Novas formas de produção alimentos em fazendas regenerativas

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Futuro do Foodservice é tema de simpósio internacional

Emmanuel Melo, sócio-diretor do StudioIno, vai para Orlando, nos EUA, participar do Simpósio das Américas da FCSI , a Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice. O evento será realizado nos dias 30 e 31 de janeiro.

O simpósio tem o bem-estar como tema principal e alguns dos assuntos abordados nas palestras serão: 

  • A nova fase da sustentabilidade
  • Estilo de vida
  • Tecnologias de atendimento no varejo
  • Novas formas de produção alimentos em fazendas regenerativas
Logo do evento. Em letras retrô, parecendo vídeo game antigo, o texto diz: Level up FCSI the Americas Sumposium 2023

Foodservice depois da pandemia

Na palestra inaugural do Simpósio da FCSI, uma visão do mercado depois da Covid. Ken Gronbach, mostra dados demográficos que podem indicar o nosso futuro econômico em um mundo pós-pandêmico. Autor de vários livros sobre o tema, Gronbach é especialista em análise do impacto das novas gerações no estilo de vida e nos negócios.

Fazendo os recursos renderem

Aprenda a obter o máximo das pessoas, processos e tecnologia para construir vantagem competitiva e aumentar a rentabilidade de sua empresa. Esse é o tema da palestra de June Jewell, autora do livro “Find the lost Dollars: 6 Steps to Increase Profits in Architecture, Engineering & Environmental Firms”.

Diversidade e inclusão no Foodservice

A programação do simpósio será rica em estudos de caso. Um deles será “O papel da alimentação no projeto do Sindicato dos Estudantes da Universidade de Nevada, EUA”. Na apresentação, o público vai conhecer como os conceitos de multiculturalismo, sustentabilidade e flexibilidade foram levados em conta no sindicato.  O resultado foi a priorização das necessidades básicas de alimentação e segurança, produtividade e conexão social, que promoveram a diversidade e a inclusão. 

Tecnologia e sustentabilidade

Outras palestras importantes serão a apresentação dos colegas da FCSI sobre a nova fase da sustentabilidade e novos formatos de varejo. Na primeira, o tema será  conservação da água e redução das emissões de carbono nas cozinhas. Na segunda, as tecnologias para atendimento sem contato, o tamanho certo dos expositores de alimentos, marketing focado na região e mais.   

Como se tornar membro da FCSI e porquê?

O simpósio irá dedicar um espaço para mostrar as vantagens para obter níveis mais altos da FCSI e vantagens para se transformar em membro profissional. Nós falamos sobre esse assunto aqui.

O futuro do foodservice

Em um debate com operadores mediado por Joe Carbonara o tema será as tendências do foodservice do ponto de vista deles. Carbonara é diretor editorial da revista Foodservice Equipment & Supplies. Já a agricultura regenerativa será o tópico abordado na próxima palestra. Essa modalidade se concentra na regeneração do solo, aumentando a biodiversidade, melhorando o ciclo da água, melhorando os serviços dos ecossistemas, apoiando a biosequestração de CO2, aumentando a resistência às mudanças climáticas e fortalecendo a saúde e a vitalidade do solo agrícola.

Realidade virtual e realidade ampliada no foodservice

As novidades em realidade virtual e realidade ampliada aplicadas no foodservice serão discutidas e, encerrando o evento, o tema será saúde mental. Jason Wange, fala sobre esse tópico. Ele é fundador da rede Foodservice Powerplant, comunidade virtual de ajuda e apoio que reúne milhares de profissionais de foodservice. 

Somos parte da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice

Os sócios do StudioIno, Diris Petribu e Emmanuel Melo, são parte da FCSI, a Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice. A FCSI foi fundada nos anos 1950 nos Estados Unidos e reúne especialistas do mercado de alimentação ao redor do mundo. A sociedade atua para promover educação continuada, boas práticas e princípios éticos no mercado de foodservice.

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Quatro novas unidades da Starbucks finalizadas

Finalizamos mais quatro unidades para a Starbucks no Brasil. Destaque para a maior loja da marca no Brasil, que fica em Curitiba, no Park Shopping Barigui, e fui inaugurada em outubro passado. O espaço tem mais de 350 metros quadrados.

A maior rede de café do mundo também abriu as duas primeiras unidades em Joinville (SC) no fim do passado. Completa a lista a loja aberta na Cidade Administrativa de Minas Gerais, local onde estão concentrados escritórios do governo do estado.

Realizamos o projeto executivo e compatibilização, atendendo ao conceito visual específico de cada loja desenvolvido pela matriz em Seattle, EUA. O StudioIno iniciou seus trabalhos junto à Starbucks em 2013. São dezenas de unidades concluídas com projetos de lojas de rua, lojas de shopping e quiosques em várias cidades pelo país.

Starbucks no Shopping Mueller, em Joinville (SC) – StudioIno
Starbucks Cidade Adm BH – StudioIno
Primeira unidade da Starbucks em Joinville (SC), no Garten Shopping – StudioIno
Maior unidade da Starbucks no Brasil. Fica no Park Shopping Barigui, em Curitiba (PR) – StudioIno

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Pensando o valor que o projeto gera para o usuário

Uma ferramenta muito útil na construção de projetos de design é o canvas de proposta de valor. Em resumo, é um recurso usado para evidenciar qual será o principal valor que um produto ou serviço vai gerar para o usuário.

Para que o canvas seja preciso, é necessário, primeiramente, entender o perfil do consumidor. A equipe do projeto pesquisa e relaciona as principais necessidades físicas e psicológicas do público ao qual o projeto se destina. Esse estudo é dividido em três campos: as tarefas que precisam ser realizadas, as dores do cliente (frustrações e obstáculos encontrados na realização das tarefas), e os ganhos desejados. 

Em seguida, partimos para o mapa de valor. Nele, descrevemos como vamos criar valor significativo para o cliente. O mapa também tem três campos: os produtos e serviços propostos para realizar as tarefas, os “remédios” com os quais esses produtos e serviços irão aliviar as dores dos clientes, e os criadores de ganhos, onde é demonstrado como os produtos e serviços irão produzir benefícios reais para os clientes.

O objetivo é encontrar o melhor encaixe entre os dois lados. E fazer com que o seu cliente se entusiasme com a proposta de valor. 

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Especialistas discutem refeições coletivas em evento híbrido

A diretora de arquitetura do StudioIno, Diris Petribu, será uma das palestrantes da discussão sobre “Refeições Coletivas Cenários: Economia, Tecnologia e Competitividade” promovida pelo Canal Restaurante. O evento será realizado no centro técnico da Unox Brasil, no dia 12 de dezembro a partir das 9h30, e contará com transmissão pelo YouTube. As inscrições já estão abertas.

Completam a lista de palestrantes Cleber Sabonaro, economista consultor da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), Daniel Mendez, CEO da Sapore e presidente da Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (ABERC), Fábio de Medeiros, diretor geral da Unox Brasil e Rubens Ruiz, consultor de gestão da FSMax Systems.

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Pesquisa etnográfica aprofunda conhecimento do(a) consultor(a) no foodservice

Observar em vez de perguntar é o ponto central da metodologia etnográfica, uma prática frequentemente utilizada pelas Ciências Sociais. A partir da década de 1970, a técnica passou a ser usada também por empresas em busca de soluções para produtos e serviços. No StudioIno, fazemos uso da pesquisa etnográfica para pensar os nossos projetos.

Segundo Tom Kelley, fundador da agência de inovação americana Ideo, devemos agir como um antropólogo. Isto é, devemos desenvolver uma profunda compreensão de como as pessoas interagem de maneira física e emocional com produtos, serviços e espaços. 

Kelley identificou o seguinte padrão nas pesquisas realizadas por antropólogos:

  1. Praticam o princípio Zen da “mente de principiante” – deixam de lado o que sabem, olham além das tradições e preconceitos;
  2. Abraçam o comportamento humano com todas as suas surpresas – não julgam, apenas observam e conversam com as pessoas;
  3. Fazem inferências, ouvindo a intuição – pensam com o lado direito do cérebro;
  4. Buscam epifanias, desenvolvendo o senso de “Vuja De” – ver algo pela primeira vez, mesmo já tendo visto a mesma coisa várias vezes; 
  5. Mantêm “listas de chateações” e “carteiras de ideias” – anotam as ocorrências que os surpreendem como fazem os romancistas e comediantes;
  6. Estão dispostos a procurar pistas na lata de lixo – olham além do óbvio e buscam inspirações em lugares inusitados.

A prática etnográfica se relaciona ao Design Centrado no Ser Humano. Acreditamos que os produtos, em suas dimensões práticas e comunicativas, servem para melhorar a vida das pessoas.

Desenvolvemos uma metodologia para o processo de design que combina processos sistemáticos e intuitivos para solucionar os problemas do projeto e criar produtos inovadores.

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O foodservice pode contribuir para os objetivos de sustentabilidade da ONU

Há uma ligação muito forte entre as metas de sustentabilidade da ONU e o trabalho de consultores de foodservice que talvez o mercado não esteja valorizando o suficiente. O colega José Aurélio Claro Lopes explica essa conexão em um artigo publicado recentemente. Lopes é diretor da Precx Consultoria em Alimentação e membro da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice (FCSI), assim como também o são os diretores do StudioIno

No artigo O Charme Discreto da Sustentabilidade, Lopes fala dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, lançados pela ONU em 2015, “um conjunto de ações para combater a pobreza, proteger o meio ambiente e trazer paz às pessoas. São parte da Agenda 2030 e servem como base a muitos programas de convivência, ajuda e respeito”. Ele então liga essas metas à indústria de alimentação mostrando que “os serviços de foodservice podem atuar em 11 desses 17 objetivos, com mudança de cultura e nenhum tostão a mais”.

Leia o texto completo aqui

Wasa Crispbread / Unsplash

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Pensar em módulos torna projetos mais sustentáveis

Diferentes projetos do StudioIno foram pensados de acordo com os princípios da modularidade. A ideia é fazer com que as soluções sejam mais econômicas e sustentáveis. Mas, o que é modularidade?

O que é modularidade

Modularidade quer dizer dividir um sistema complexo em partes funcionais mais simples e independentes, chamadas de módulos. Esses módulos podem ser acoplados uns aos outros para formar sistemas maiores e mais complexos. Juntos ou separados, os módulos oferecem diferentes opções de tamanho e características funcionais.

Onde aplicar o pensamento em módulos 

O conceito da modularidade pode ser estendido a várias disciplinas. Sistemas modulares podem ser aplicados a diferentes tipos de projetos como: arquitetura e construção, produtos industriais, sistemas digitais – hardwares e softwares, serviços, sistemas administrativos, didáticos e outros.

Vantagens da modularidade

A estratégia modular apresenta diversas vantagens. Entre elas estão: a economia dos recursos na produção e a possibilidade de reconfiguração dos módulos.

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20 perguntas para fazer ao consultor(a) da FCSI antes da contratação

A Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice, ou FCSI na sigla em inglês, tem participantes em 45 países. Os consultores da FCSI respeitam um rigoroso código de ética e conduta profissional. Eles trabalham para alcançar a satisfação dos clientes, sempre mantendo a independência com a cadeia de fornecedores do setor de foodservice.

Para ajudar os(as) empreendedores de foodservice a escolher um(a) consultor(a), a FCSI listou uma série de questões que o(a) interessado(a) pode fazer ao profissional antes da contratação. São vinte perguntas para entender melhor a abordagem, o entendimento, e o comprometimento do(a) consultor(a). Além de tirar dúvidas, essas questões ajudam a estabelecer se o profissional é a melhor escolha para o seu projeto.

1 – O que o consultor vê como importantes questões ou considerações em seu projeto? 2 – Quais são os desafios do projeto?

3 – Como o consultor aborda seu projeto?

4 – Como o consultor recolherá informações sobre suas necessidades, objetivos, etc.?

5 – Como o consultor estabelecerá prioridades e tomará decisões?

6 – Com quem da empresa você tratará diretamente? É a mesma pessoa que vai liderar o projeto? Quem vai liderar seu projeto?

7 – Qual o interesse do consultor neste projeto?

8 – O que diferencia este consultor dos demais?

9 – Como o consultor estabelece os valores para o projeto?

10 – Quanto o consultor espera receber para este projeto?

11 – Quais são as etapas do processo do projeto?

12 – Como o consultor organiza o processo do projeto?

13 – O que o consultor espera que você forneça?

14 – Qual é a filosofia de projeto do consultor?

15 – Qual é a experiência do consultor e a estimativa de custo para o projeto?

16 – O que lhe mostrará o consultor ao longo do caminho para explicar o projeto? Você    vai ver modelos, desenhos, ilustrações 3D ou esboços?

17 – Se o escopo do projeto for alterado posteriormente, haverá taxas adicionais? Como essas taxas vão ser justificadas?

18 – Quais os serviços que o consultor fornece durante a construção?

19 – Quanto tempo o consultor espera levar para completar seu projeto?

20 – Quais os clientes já atendidos pelo consultor?

O interessado pode encontrar o melhor profissional na página da FCSI, que contam com uma área de pesquisa on line de consultores em www.fcsi.org.

Outra opção é buscar referências em uma variedade de  fontes para ajudar na seleção de um consultor competente em foodservice. Sua rede de colegas de profissão, associação comercial e da associação de restaurantes local são todas boas fontes de informação.

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Por que contratar um consultor da FCSI

A Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice, ou FCSI na sigla em inglês, tem participantes em 45 países. Por que, aqui no Brasil, um(a) empreendedor(a) ou gestor(a) de foodservice deveria contratar consultores que fazem parte da Sociedade? A FCSI elaborou um guia para responder essa pergunta e nós vamos mostrar aqui as respostas.

A FCSI é a única associação de consultores que opera em nível mundial. A associação mantém um enfoque global para oferecer a melhor qualidade de serviço.

Os diferenciais do(a) consultor(a) FCSI

Os consultores da FCSI respeitam um rigoroso código de ética e conduta profissional. Eles trabalham para alcançar a satisfação dos clientes, sempre mantendo a independência com a cadeia de fornecedores do setor de foodservice.

O código de conduta da FCSI é guiado por três princípios fundamentais:

  1. Os interesses do cliente
  2. Os interesses do público
  3. Os interesses da profissão

As áreas de atuação do(a) consultor(a) FCSI

Os consultores membros da FCSI fornecem serviços em duas áreas de especialização, sendo que alguns consultores oferecem ambos:

Serviços de consultoria de gestão (Management Advisory Service – MAS): 

Geralmente, se refere ao “software” do foodservice, incluindo pesquisas, desenvolvimento de menu, seleção e treinamento de pessoal, logística da cadeia de suprimento, soluções no ponto de venda, tecnologia da informação, entre outros.

Projetos de cozinhas (Kitchen Design):

Refere-se ao “hardware” do foodservice, inclui as definições de métodos de preparo, seleção de equipamentos, layout físico, design de interiores, projetos complementares, acompanhamento da construção, entre outros. 

O que é um(a) consultor(a) FCSI?

Um profissional especializado e independente que, para um escopo de projeto determinado e uma remuneração relacionada, trabalha defendendo os interesses do seu cliente para alcançar objetivos através de projetos e implementação de instalações de foodservice e/ou de sistemas de gestão e operação. 

Princípios éticos da FCSI

Não é permitido a um(a) consultor(a) da FCSI vender equipamentos e, para permanecer membro da Sociedade, o profissional deve priorizar a formação continuada.

Os consultores FCSI, são formados em diferentes disciplinas. Seus membros possuem ampla experiência em projetos, construção e gestão de estabelecimentos de foodservice de diversos tipos e tamanhos, incluindo operadores comerciais e institucionais. 

Os consultores associados são incentivados a participar do Programa de Crescimento 

Profissional Contínuo da FCSI, participando de seminários educacionais com foco nas tecnologias e conhecimentos de ponta no setor de foodservice. Os associados também têm o benefício de ligação em rede com outros profissionais do setor durante as atividades e eventos da associação. 

Como selecionar um(a) consultor(a) da FCSI?

Você pode buscar referências em uma variedade de  fontes para ajudar na seleção de um consultor competente em foodservice. Sua rede de colegas de profissão, associação comercial e da associação de restaurantes local são todas boas fontes de informação.

Você também pode optar por recorrer à FCSI. Nós temos uma área de pesquisa on line de consultores em www.fcsi.org.

20 perguntas para fazer ao consultor(a) da FCSI antes da contratação

A própria FCSI listou uma série de questões que o(a) interessado(a) pode fazer ao profissional antes da contratação. São vinte perguntas para entender melhor a abordagem, o entendimento, e o comprometimento do(a) consultor(a). Além de tirar dúvidas, essas questões ajudam a estabelecer se o profissional é a melhor escolha para o seu projeto.

1 – O que o consultor vê como importantes questões ou considerações em seu projeto? 2 – Quais são os desafios do projeto?

3 – Como o consultor aborda seu projeto?

4 – Como o consultor recolherá informações sobre suas necessidades, objetivos, etc.?

5 – Como o consultor estabelecerá prioridades e tomará decisões?

6 – Com quem da empresa você tratará diretamente? É a mesma pessoa que vai liderar o projeto? Quem vai liderar seu projeto?

7 – Qual o interesse do consultor neste projeto?

8 – O que diferencia este consultor dos demais?

9 – Como o consultor estabelece os valores para o projeto?

10 – Quanto o consultor espera receber para este projeto?

11 – Quais são as etapas do processo do projeto?

12 – Como o consultor organiza o processo do projeto?

13 – O que o consultor espera que você forneça?

14 – Qual é a filosofia de projeto do consultor?

15 – Qual é a experiência do consultor e a estimativa de custo para o projeto?

16 – O que lhe mostrará o consultor ao longo do caminho para explicar o projeto? Você    vai ver modelos, desenhos, ilustrações 3D ou esboços?

17 – Se o escopo do projeto for alterado posteriormente, haverá taxas adicionais? Como essas taxas vão ser justificadas?

18 – Quais os serviços que o consultor fornece durante a construção?

19 – Quanto tempo o consultor espera levar para completar seu projeto?

20 – Quais os clientes já atendidos pelo consultor?

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