Estadão mostra crescimento de cozinhas de aluguel impulsionadas pelo mercado de delivery

O jornal O Estado de São Paulo publicou uma matéria, no último dia 19, mostrando a expansão das cozinhas de aluguel. Diris Petribu, diretora do StudioIno e do Hub Foodservice, conversou com a publicação sobre o modelo de negócios do Hub e com a demanda para esse tipo de serviço está crescendo.

Com dados da  Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o Estadão mostra que o setor de delivery movimenta R$ 11 bilhões por ano no Brasil. É com o impulso desse mercado que surgiram as “cozinhas invisíveis”, como o Hub.

“Seguindo a lógica de coworkings e de olho no aumento da procura, empreendedores criam espaços compartilhados com aluguel por hora, dia ou mês, nos quais donos de pequenos negócios optam por tocar toda ou parte de sua produção. Em alguns casos, as empresas vão além e oferecem cursos, treinamentos e mentoria para os restaurantes que as alugam”, diz a matéria.

Sobre o Hub, o texto do Estadão explica: 

“As cozinhas invisíveis, no entanto, não são procuradas apenas por empreendedores do mundo do delivery. Com três anos de atividade, a Hub Food Service é voltada para empresas alimentícias do e-commerce. O espaço conta com três cozinhas equipadas, que podem ser alugadas também para cursos de formação, treinamento e apresentação de novos produtos”. 

Diris detalha os benefícios que o aluguel de uma cozinha “invisível” ou colaborativa pode trazer para quem está abrindo um negócio de foodservice:

“O empreendedor, que antes teria gastos com investimento inicial, tem a possibilidade de operar imediatamente e, portanto, faturar mais cedo. A vantagem que essas cozinhas oferecem é a de teste: o empreendedor vai fazer o protótipo dele aqui, testar os produtos, vendas, todo tipo de operação antes de sair investindo, alugando e comprando equipamento”.

“Geralmente, nossos clientes são pessoas que estão começando e precisam testar a aderência do negócio. A maioria dessas produções, diz, nascem ‘em casa’, de forma artesanal, e são comercializadas online ou em feiras, empórios e supermercados”. 

 

Leia a matéria completa aqui

 

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