Cozinha para delivery abre as portas em agosto

Estão na fase final as obras do Delivery Point, cozinhas para delivery que projetamos na zona oeste de São Paulo.

Delivery Point, cozinhas para delivery na zona oeste de São Paulo

Cada cozinha tem entre 15 a 18 m2, e toda infraestrutura hidráulica, elétrica, e de gás já está instaladas. Os sistemas de exaustão e ventilação são individuais. Na parte de apoio, o projeto conta com: copa, área de descanso e vestiários com armários, banheiros, e estacionamento interno para os funcionários e entregadores.

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Cozinhas compartilhadas são incubadoras de negócios iniciantes

A experiência de empresas de gastronomia em cozinhas de aluguel foi o tema da conversa de Diris Petribu, diretora do StudioIno, do HubFS e Hub CK, com o Canal Restaurante, do jornalista Sérgio Lerrer. 

A entrevista mostra como pequenas empresas de alimentação têm conseguido crescer nesse modelo. São microempresas de refeições prontas que têm conseguido começar em condições profissionais usando cozinhas de coworking ou espaços de cozinhas para delivery. 

O relato faz parte da Série “Marmitaria Brasil”, idealizada pela Ajinomoto Food Service, Portal Meu Negócio e Canal Restaurante.

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Cozinha Virtual: quais são as oportunidades e desafios das dark kitchen

Participamos de uma live da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de São Paulo sobre os desafios e oportunidades das dark kitchens. O papo completo está disponível no Facebook da Secretaria. A conversa foi apresentada por Lúcia Verginelli, líder da Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional, e Guta Chaves, coordenadora do Observatório da Gastronomia. Participaram também, Fabio Zukerman, da Green Kitchen, e Alexandre Torres, da Casa da Pizza Estufada.

Com a pandemia da Covid-19, o setor gastronômico precisou adaptar-se e criar novas formas de estar próximo dos consumidores, que já não tinham mais tanta facilidade de deslocamento. Para isso, foram criadas cozinhas em outras áreas, desvinculadas da cozinha principal do restaurante, mas com o mesmo compromisso de qualidade e padrão da matriz. O foco, nestes casos, é exclusivamente o delivery. Embora seja uma tendência do momento, o formato não foi criado durante a pandemia. Para contar sobre seus próprios desafios e oportunidades que surgiram a partir deste novo modelo.

Assista à conversa completa aqui:

Live “Cozinha Virtual: oportunidades e desafios das dark kitchen”, da série “Empreendedorismo Gastronômico”

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Cozinhas de aluguel: conheça as vantagens

Neste sábado, 10, o Jornal da Record mostrou como funcionam as cozinhas profissionais de aluguel no Hub CK. A matéria repercutiu o aumento de 140% na demanda por delivery de comida, causado pela necessidade do isolamento social. O Hub CK é gerenciado pelos mesmos diretores do StudioIno e no HubFS.

Clique na imagem para assistir ao vídeo:

A reportagem da Record explicou como estabelecimentos de alimentação se beneficiam com a contratação de cozinhas de aluguel, chamadas também de dark kitchen. Entre as vantagens citadas estão o fato de a estrutura já estar toda pronta, diminuindo os custos, e a facilidade de começar as operações mais rapidamente.

 

 

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Como estruturar o delivery em um negócio de alimentação

O delivery já era tendência no mercado de alimentação bem antes da pandemia. O que era visto como uma forma de expandir negócios, acabou virando até questão de sobrevivência para o foodservice por conta das restrições necessárias para conter o coronavírus. Meu nome é Diris Petribú e eu sou diretora de arquitetura do StudioIno. Vamos conversar sobre como tirar o melhor proveito possível com as entregas?

Por que investir em delivery? 

Já em 2015, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontava para o crescimento do delivery. Naquele ano, a Abrasel registrou uma movimentação de 9 bilhões de reais em comidas entregues em domicílios no Brasil. 

A European-American Business Organization, uma consultoria de negócios internacionais, fez uma pesquisa sobre o mercado de foodservice para mostrar quais práticas estavam em alta. Em ordem de relevância, os serviços crescendo em demanda, foram:  

  1. Comida saudável 
  2. Produtos orgânicos 
  3. Super alimentos 
  4. E-commerce 
  5. Delivery 
  6. Kits de ingredientes  

Em nosso trabalho no StudioIno, auxiliamos diversos empreendedores com projetos de cozinha e arquitetura de foodservice. 

Os aplicativos de delivery 

No Brasil, o principal aplicativo de delivery em termos de uso e de alcance é o iFoods, que começou a funcionar em 2011. O principal concorrente é o Uber Eats, que chegou ao mercado em nacional em 2016. Alguns estabelecimentos têm app próprio de venda e encomenda, e outros participam de marketplaces que reunem várias empresas, como é o caso de restaurantes que ficam em shopping centers e fazem as vendas pelo aplicativo do centro de compras. 

Como preparar um negócio para delivery? 

Uma análise rápida apenas das diferentes modalidades que os apps apresentam já deixa claro que há várias formas de se aderir ao serviço de delivery. E não é só isso. Além de ser preciso investigar qual a melhor forma de fazer a entrega em si (e apps não são o único caminho) é necessário ainda olhar para o próprio negócio e para os clientes potenciais. 

Pensei uma série de perguntas que, de forma simplificada, pode ajudar negócios de foodservice a pensar o serviço de delivery. Ela tem cinco pontos essenciais:  

  1. Mercado 
  2. Cardápio 
  3. Vendas e entrega 
  4. Comunicação 
  5. Estrutura física 

Foi pensando nesses tópicos que elaborei as questões. Vamos vê-las com detalhes?

Entendendo o mercado 

No quesito mercado, a primeira pergunta seria: que público quero atender com esse serviço? Não necessariamente o perfil do consumidor que pede a comida em casa será igual ao daquele que vai ao estabelecimento pessoalmente. A partir daí, surgem outros elementos que devem ser definidos: que área será atendida? Que volume de vendas é previsto? 

Montando o cardápio 

Da mesma forma que o público não precisa ser o mesmo, o cardápio também pode ou precisa ser repensado. É possível oferecer no delivery todas as opções da casa ou será necessário reduzir o menu? Como esses pratos vão chegar na casa do cliente? Como será a apresentação das refeições? E que embalagens serão utilizadas para garantir a qualidade dessa apresentação, assim como a temperatura e segurança do alimento? 

Administrando as vendas e a entrega 

Os apps são ótimas soluções para vendas. Mas não a única. Alguns restaurantes têm a própria estrutura com call center, motoqueiros e, às vezes, até aplicativo exclusivo. Então, o empresário precisa entender: como serão feitas as vendas? O estabelecimento terá ferramentas próprias ou de terceiros? Como será o sistema de entregas? 

Comunicando o serviço 

Optando pelo serviço de delivery, é preciso mostrar ao público a novidade. E como isso será feito? Toda a comunicação do restaurante deverá ser repensada para incluir informação sobre como o cliente pode pedir a comida em casa. Então é preciso responder: como as ferramentas de contato com o público vão falar sobre o delivery?  

Estruturando o espaço físico 

Por fim, é preciso pensar como a estrutura física vai ser adaptada para produzir as refeições a serem entregues. Como o fluxo de circulação de funcionários será alterado para o serviço de delivery? Como será a movimentação de pessoal e de alimentos dentro da cozinha? Em que área as refeições serão embaladas? Onde materiais exclusivos do delivery serão armazenados? Como será feita a entrada e saída de entregadores em motos / bicicletas no estabelecimento? 

Texto: Diris Petribú 

Diris Petribú é arquiteta, membro da FCSI e sócia-fundadora do StudioIno  

 Imagens: Unsplash – Rowan Freeman, Cristiano Pinto, e JavyGo 

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Delivery: baixe o ebook gratuito sobre como estrutura o serviço de entrega

Com a necessidade de ficar em casa e evitar lugares com aglomeração, as pessoas estão pedindo cada vez mais comida em domicílio. No mês passado, a CNN divulgou que, apenas na cidade de São Paulo, os pedidos de refeições feitas por aplicativos de delivery aumentaram 44,5%. No estado, esse número subiu 29%. A opção de entrega já vinha crescendo no setor de alimentação, mas agora virou uma necessidade. Como um negócio de foodservice pode migrar para o delivery, melhorar as entregas ou até mesmo crescer nesse cenário? A seguir, uma compilação de vários conteúdos sobre esse tema produzido pela equipe do StudioIno ao longo dos meses de pandemia. 

A diretora de arquitetura do StudioIno, Diris Petribu montou um ebook gratuito com orientações gerais para estabelecimentos de gastronomia que querem estruturar o serviço de entrega. Ela aponta cinco pilares que precisam ser observados:

1 – Mercado = qual será o público? Qual será a área atendida? Qual é o volume de vendas previsto?

2 – Cardápio = será o mesmo do restaurante ou um versão reduzida? Como será a embalagem e apresentação dos pratos?

3 – Vendas e entrega = como serão feitas as vendas, por ferramentas próprias ou de terceiros? Como será o sistema de entrega?

4 – Comunicação = como as ferramentas de comunicação do negócio vão informar ao público sobre o serviço de delivery?

5 – Estrutura física = como o ambiente do negócio, os funcionários e o fluxo de movimentação vai ser adaptado para o serviço de entrega?

 

Clique aqui para baixar o ebook gratuito sobre como se preparar para o delivery.  

 

(Imagem do cabeçalho: Brett Jordan do Unsplash)

 

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Delivery de comida: como estruturar, melhorar e crescer

Com a necessidade de ficar em casa e evitar lugares com aglomeração, as pessoas estão pedindo cada vez mais comida em domicílio. No mês passado, a CNN divulgou que, apenas na cidade de São Paulo, os pedidos de refeições feitas por aplicativos de delivery aumentaram 44,5%. No estado, esse número subiu 29%. A opção de entrega já vinha crescendo no setor de alimentação, mas agora virou uma necessidade. Como um negócio de foodservice pode migrar para o delivery, melhorar as entregas ou até mesmo crescer nesse cenário? A seguir, uma compilação de vários conteúdos sobre esse tema produzido pela equipe do StudioIno ao longo dos meses de pandemia. 

A diretora de arquitetura do StudioIno, Diris Petribu montou um ebook gratuito com orientações gerais para estabelecimentos de gastronomia que querem estruturar o serviço de entrega. Ela aponta cinco pilares que precisam ser observados:

1 – Mercado = qual será o público? Qual será a área atendida? Qual é o volume de vendas previsto?

2 – Cardápio = será o mesmo do restaurante ou um versão reduzida? Como será a embalagem e apresentação dos pratos?

3 – Vendas e entrega = como serão feitas as vendas, por ferramentas próprias ou de terceiros? Como será o sistema de entrega?

4 – Comunicação = como as ferramentas de comunicação do negócio vão informar ao público sobre o serviço de delivery?

5 – Estrutura física = como o ambiente do negócio, os funcionários e o fluxo de movimentação vai ser adaptado para o serviço de entrega?

Clique aqui para baixar o ebook gratuito sobre como se preparar para o delivery.  

 

Aprendendo com quem fez bem

Diris também falou sobre alguns exemplos de negócios de alimentação que conseguiram migrar com sucesso para o formatos de delivery. A conversa foi com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria, uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos. As orientações foram gravadas e podem ser acessadas aqui. 

Live: Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

 

Orientações para migrar para o delivery

“No momento, todos são restaurantes digitais”. Esta frase resume um pouco a situação atual do foodservice e como os estabelecimentos estão encontrando formas de continuarem produzindo. Nessa conversa com o jornalista Sérgio Lerrer no Canal Restaurante, Diris explica como os negócios de alimentação podem se adequar às novas demandas de entrega e de comida para viagem. 

(Foto do cabeçalho: Unsplash)

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O futuro dos restaurantes pós Covid e outros temas mais acessados em 2020

Com a pandemia de Covid-19, muitas indústrias sofreram sérios impactos. O setor de alimentação e hospitalidade foi um dos mais abalados. O ano de 2020 foi um período de preocupação, mas também de criatividade e reinvenção. Percebemos essa tendência nos números de acesso aos conteúdos do nosso blog.

Em 2020, o post mais visitado e comentado por aqui foi o protocolo de reabertura que preparamos para restaurantes self-service. Em abril, começamos a pensar em soluções. Conversamos com especialistas de diferentes áreas e reunimos uma série de recomendações. O texto O Futuro dos Restaurantes Self-Service Pós Covid teve mais de 37 mil cliques. Algumas semanas depois, elaboramos um ebook gratuito resumindo as orientações do post e fizemos uma lista simplificada de 10 itens que os restaurantes poderiam seguir. As duas publicações também estão entre as mais acessadas durante o ano. Outro conteúdo bastante procurado foi a informação que postamos sobre as soluções da Franco Bachot para equipamentos de proteção, desenvolvido para clientes de estabelecimentos de foodservice.

Delivery em alta

A Covid também estimulou os operadores do setor a investirem em delivery. Vários textos que produzimos sobre esse tema acabaram sendo alguns dos mais acessados do ano. Falamos sobre cozinhas de aluguel, oferecemos orientações para quem estava se adaptando ao formato de entrega, mostramos a estrutura necessária para esse serviço, entre outros.

2020 também trouxe lançamentos

Apesar de todas as dificuldades, o ano de 2020 não passou sem lançamentos. Entre os posts mais acessados, estão também nossa publicação sobre novas unidades da KFC, Taco Bell e Starbucks no Brasil. Outra novidade importante, foi a apresentação ao mercado dos novos equipamentos de cocção da Tramontina. Trabalhamos por dois anos para o desenvolvimento da Linha América e ficamos muito felizes com o sucesso dos produtos no mercado.

Posts mais acessados de 2020:

 

O Futuro dos Restaurantes Self-Service Pós Covid

Baixe ebooks gratuitos sobre o futuro dos restaurantes self-service

Temos cozinhas focadas na produção para delivery

KFC, Taco Bell e Starbucks inauguram unidades no Brasil

Franco Bachot lança soluções de divisórias temporárias para restaurantes

Consultores prestam orientação para restaurantes que queiram migrar para o delivery

Atendimento gratuito para restaurantes, bares e outros negócios de alimentação

Estadão mostra crescimento de cozinhas de aluguel impulsionadas pelo mercado de delivery

10 lições para o futuro dos restaurantes self-service

Tramontina apresenta nova linha de cocção 

 

 

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Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

Neste período de quarentena, muitos negócios de alimentação migraram para o serviço de entrega para garantir a continuidade do funcionamento. A transição não foi fácil mas alguns ótimos exemplos surgiram durante a crise. Diris Petribu, diretora do StudioIno, do Hub FS e do Hub CK, conversou sobre esse tema com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria,  uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos.

O papo com Diris faz parte de uma série de vídeos que a Guersola tem feito com especialistas do mercado de foodservice. A conversa, que abordou boas práticas de delivery e o que se pode aprender com quem está tendo sucesso nesse formato, está disponível no perfil da consultoria no Instagram

 

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(Imagem do cabeçalho: Patrick Connor Klopf / Unsplash)

Orientações para restaurantes migrarem para o delivery

“No momento, todos são restaurantes digitais”. Esta frase resume um pouco a situação atual do foodservice e como os estabelecimentos estão encontrando formas de continuarem produzindo. Diris Petribú, diretora de arquitetura do StudioIno, conversou com o jornalista Sérgio Lerrer no Canal Restaurante, sobre como os negócios de alimentação podem se adequar às novas demandas de entrega e de comida para viagem. 

Entre os tópicos abordados na entrevista estão:

 

  • A cozinha para delivery não é igual a cozinha para serviço no local. Nesse tempo de crise, uma alternativa é adaptar a estrutura já existente para funcionar para entrega.
  • O tempo de atendimento, a temperatura dos alimentos e as embalagens são alguns dos itens que precisam ser pensados para a entrega.
  • Uma opção é montar boxes com os ingredientes separados para que os clientes terminem a preparação em casa.
  • Seguir as orientações das autoridades de saúde é essencial: distanciamento entre as pessoas e higienização específica para a prevenção do vírus (além das normalmente exigidas para serviços de alimentação) 
  • É preciso organizar o fluxo de entregadores para não criar aglomerações.
  • Redes com restaurantes em shoppings devem pensar em outro local para fazer a preparação e receber os entregadores, já que os centros de compra estão fechados.

 

Assista à entrevista completa:

Delivery em foco – no momento todos são restaurantes digitais

 

Diris faz parte de um grupo de consultores que estão prestando orientações gratuitas para negócios de foodservice nesta adaptação às novas regras de funcionamento. 

 

 

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