Pizza Makers expande operações com opções de saladas e espaço com bar

Desde a abertura da primeira unidade, em dezembro de 2016, a Pizza Makers esteve em constante expansão. Atualmente, a marca tem 13 unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de outros quatro pontos novos em obras. O crescimento em números veio acompanhado de novidades nas operações. A Pizza Makers destaca a oferta de saladas e está prestes a estrear espaços com ambiente de bar. Os incrementos levaram a rede a atualizar a comunicação visual e a investir em novos projetos de arquitetura executados pelo StudioIno.

O conceito da Pizza Makers é a valorização da cultura do “faça você mesmo”. Estimulando os clientes a expressarem suas ideias, em um ambiente moderno e casual, a rede oferece pizzas que o consumidor monta da forma que achar melhor, acrescentando diferentes opções de ingredientes. O produto fica pronto na hora, com o uso de um forno especial de cozimento rápido. 

Gregory Machado, proprietário da Pizza Makers, explica que sentiu a necessidade de destacar as saladas para mostrar ao consumidor mais alternativas de comer “do seu jeito”. “Vimos que temos esse ‘gap’ no mercado de praça de alimentação de saladas. Queremos ser vistos também pelas nossas excelentes saladas e conseguir agradar o consumidor de todas as formas”, diz Machado. 

Os espaços com bar são algo que já estavam nos planos para a Pizza Makers. “Esse sempre foi um projeto que esteve guardado desde o início”, conta o empresário. “Agora surgiu a oportunidade de colocá-lo em prática num dos principais aeroporto do mundo”, celebra Machado. O novo formato estará disponível na unidade do aeroporto de Guarulhos (SP), que tem previsão de começar a funcionar no início do ano que vem.

Branding atualizado 

Para mostrar as novidades aos clientes, alguns elementos do branding foram atualizados. O conceito e a comunicação visual da Pizza Makers haviam sido criados pelo StudioIno junto com Gregory Machado lá no início do projeto, em 2016. 

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, enumera as razões para a atualização do branding. “Tornar a comunicação mais clara para os clientes, principalmente na hora de escolher os ingredientes para montar pizzas, calzones ou saladas; dar mais visibilidade para as saladas no cardápio; e apresentar os novos ingredientes, em especial, para o público vegetariano e vegano”. Para isso, as peças de comunicação visual foram redesenhadas, entre elas os adesivos para o balcão de montagem, os cardápios de mão, e o menu destacado nas paredes das unidades. 

O StudioIno também foi responsável pelo desenvolvimento do projeto de arquitetura para os espaços externos e as cozinhas da Pizza Makers, desde o começo da marca. Com as novidades, a integração da ambientação ao conceito continua. “A identidade do branding é a mesma, com evocação da cultura maker”, explica Melo.

Crescimento da marca

Para 2020, Machado diz que o plano é continuar aumentando as operações, mas sem afobação. “Crescimento com pé no chão! Sendo sempre referência em qualidade, atendimento e rentabilidade”.

 

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Apostando na tradição dos gelatos italianos

Brasileiros descendentes de italianos, os empreendedores Fabiano Bianchi e Henrique Zarpellon procuraram o StudioIno com um nome e uma ideia. O projeto deles era abrir uma gelateria que valorizasse a forma de produzir e as tradições da Itália. Com a proposta inicial em mente, as equipes de arquitetura e design do escritório partiram para o desenvolvimento de uma proposta unindo as duas áreas em torno do conceito. 

O nome da gelateria foi escolhido pelos proprietários: Gigli D’Oro. O termo quer dizer “lírios de ouro” e remete às flores na bandeira de Florença, capital da Toscana. Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, diz que é nessa região onde se presume que o gelato tenha sido inventado. 

Consultoria completa: arquitetura e design para foodservice

Inspirados pelo nome e pela premissa do negócio, o time de design do StudioIno desenvolveu o branding da gelateria. O trabalho de pesquisa foi realizado em 60 dias e se integra com as ideias para o projeto de arquitetura, que está em construção no momento. Essa união de especialidade é uma oferta de serviço diferenciada que o StudioIno traz para o mercado de consultoria de foodservice. O negócio é pensando de forma global e o conceito da marca é trabalhado consistemente nas diferentes áreas do projeto.

Emmanuel Melo explica a integração de serviços, como foi realizada para a Gigli D’Oro. “A arquitetura é parte importante do branding e que articulada com os demais elementos da comunicação: logo, atmosfera do interior, produtos… deverá comunicar os valores da marca. Um gelato autêntico em um ambiente moderno, mas com referências italianas da Toscana”.

Branding para a gelateria

Essa mistura entre elementos modernos e aqueles tradicionais da Toscana dá o norte para o branding que o StudioIno criou para a marca. As cores em destaque são o verde escuro, o dourado e o vermelho. Elas foram selecionadas pela observação dos empresários em várias visitas à vários estabelecimentos de alimentação da Itália. A equipe de design aumento essa paleta acrescentando tons marrons, branco e preto. O lírio, central para o conceito do empreendimento, foi estilizado para compor a marca e permeia a comunicação visual. O branding traduziu o conceito da Gigli D’Oro em vários pontos de contato com o cliente, para criar uma experiência completa. A comunicação está na fachada, nos copinhos, nos uniformes dos funcionários, entre outros.

 

 

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Já experimentou os produtos da Oficina de Sorvete de Heliópolis?

Gabriel Dimenstein não se acanha na hora de falar sobre os produtos da OSH. “É um sorvete que não deixa a dever a nenhum outro das grandes marcas”. A sigla quer dizer Oficina de Sorvete de Heliópolis, mas o nome também imita a interjeição “oxe”. A iniciativa capitaneada por Dimenstein une, com essa pegada até um pouco lúdica, gastronomia e empreendedorismo social.

A Oficina de Sorvete de Heliópolis é um projeto que ensina jovens daquela comunidade a fabricarem e venderem a sobremesa gelada. A produção é voltada para um produto de alta qualidade, os sorvetes e picolés são feitos todos os dias com ingredientes frescos e naturais, sem a utilização de pó ou massa artificiais. Os itens utilizados na fabricação são fornecidos por pequenos produtores locais e os sorvetes não recebem adição de saborizantes.

“O sorvete é uma coisa muito simpática, mexe com a memória afetiva das pessoas, é algo que mundo gosta, desde o adulto até a criança. Então a gente começou a capacitar jovens de lá para eles aprenderem a fazer o sorvete e, a partir daí, eles venderem o sorvete em alguns pontos da cidade e já começarem a levantar um pouco de renda para eles, para a comunidade”, conta Dimenstein.

União de gastronomia, design, arquitetura e empreendedorismo social 

A OSH é resultado da rede de parcerias que Gabriel Dimenstein, sócio do site Catraca Livre, conseguiu construir ao redor da ideia. “A demanda inicial nasceu do desemprego. Heliópolis é uma das maiores comunidades do Brasil onde moram mais de 250 mil pessoas, tem uma taxa de desemprego enorme. E lá dentro, tem a [ONG] Unas, uma entidade muito séria que trabalha em vários segmentos, com projetos muito importantes para a comunidade”, conta.

Por “um desses acasos da vida”, Dimenstein conheceu os cursos de produção de sorvete gourmet de Francisco Sant’Ana, na Escola Sorvete. A ideia de agregar uma capacitação desse tipo às atividades da Unas veio logo em seguida. 

Douglas Cavalcante foi um dos jovens participantes das atividades da ONG, fundada em 1978, e hoje trabalha na instituição como o responsável pela comunicação. Ele explica que, atualmente, a Unas tem 51 projetos e atende 10 mil pessoas. Agregando as ações da OSH, Cavalcante vê três pontos de contato com a comunidade: geração de renda, discussão sobre alimentação saudável, e fortalecimento da produção econômica do território. 

Os produtos OSH foram lançados no mercado, oficialmente, no dia 1° de maio deste ano, com o primeiro ponto de venda sendo estabelecido no “Beco do Batman”, na Vila Madalena. A data do início das operações, o Dia do Trabalho, claro, não foi uma coincidência. “Escolhemos esse dia para a inauguração como uma forma de levantar o debate sobre os 13 milhões de desempregados que temos no Brasil atualmente, e pensarmos em alternativas para combatermos isso. Para nós, o empreendedorismo é a melhor delas”, explica Maria Luiza Rocha, sócia da Escola Sorvete 

O StudioIno faz parte da rede de parcerias, sendo responsável pelo projeto da fábrica / laboratório / escola. O escritório também desenvolveu o conceito e o branding da OSH, traduzindo a ideia da marca para a comunicação visual dos carrinhos, embalagens, uniformes e copinhos. 

A Escola Sorvete é o braço de gastronomia, oferecendo expertise para a iniciativa e capacitando os jovens. A fabricante de equipamentos de cozinha industrial Alphagel entrou para o time doando máquinas de produção de sorvete e de picolés. Edgard Barki, professor da FGV, também faz parte da iniciativa. Ele é especialista em empreendedorismo periférico e está auxiliando a estruturação da OSH, elaborando o plano de negócios da iniciativa. Por fim, Dimenstein conta que também costurou parceiras com diferentes localidades para a comercialização dos produtos OSH. Os sorvetes serão vendidos em um ponto na Avenida Paulista e em parques da cidade, como o Villa-Lobos e o Água Branca. 

“Na real, foi um sonho que acabou sendo compartilhado por muitas pessoas”, diz Dimenstein.

Agora,  o objetivo é finalizar a construção da fábrica própria – por enquanto, os produtos estão sendo feitos na Escola Sorvete -, e empregar mais pessoas na produção e venda. Esse trabalho será, mais uma vez, realizado por meio de parcerias. Douglas Cavalcanti conta que o espaço já está garantido, um imóvel ao lado da sede da Unas. Agora ele e outros funcionários da ONG trabalham para angariar fundos e costurar apoios. A expectativa dele é ter a reforma do local finalizada no ano que vem. 

O melhor sorvete do mundo 

O impulso inicial para a criação da OSH foi a vontade de mitigar o desemprego na comunidade. O foco do negócio da OSH, entretanto, é aquele que Gabriel Dimenstein destaca com tanto orgulho: comercializar um produto de qualidade superior. “Nossa missão é vender o melhor sorvete”, resume.  

 

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Empório especializado em produtos italianos chega à capital paulista

Os italianos da família Auricchio chegaram ao Brasil na década de 1950. Agora, o empreendimento deles chega à capital paulista. Quando vieram para o novo continente, os Auricchios trouxeram o conhecimento da região da Campagna, onde se produz muçarela de búfala. Eles estabeleceram uma fábrica no interior de São Paulo sob a marca Bufalat. É essa produção que, há quatro meses está disponível em um empório no bairro de Perdizes, São Paulo.

O StudioIno desenhou a cozinha e a área dos clientes para a unidade. No local, é possível degustar a famosa muçarela e pratos com ingredientes italianos. Outra opção é visitar a loja e levar para casa algumas das delícias disponíveis. Diris Petribú, diretora da empresa, explica que o projeto foi bastante simples. A filosofia da Bufalat é transpor a atmosfera artesanal e caseira para o empório.

 

Muçarela e mais

A fábrica da Bufalat combina equipamentos modernos com um rigoroso controle de qualidade para que o resultado final seja igual aos produzidos na Itália. A marca garante um queijo com sabor e cremosidade das melhores muçarelas de búfala.

Apesar de ser o carro-chefe da marca, a Bufalat produz outros itens além do famoso queijo branco. Entre as outras opções disponíveis estão a ricota fresca, a burrata, uma muçarela misturada com leite fermentado, e a scamorza, um queijo feito com leite bovino.

 

(Sabemos que pode parecer estranho, mas desde 2009, a grafia do nome deste queijo tão querido foi aportuguesada para “muçarela”, com “ç” mesmo).

 

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Pizza Makers consolida sucesso em São Paulo e abre terceira unidade

Pouco mais de um ano atrás, os empresários por trás do Pizza Makers vieram ao StudioIno com a ideia de um restaurante no qual o cliente faz sua própria pizza. O modelo deu tão certo que a marca já se prepara para abrir a terceira unidade. O novo ponto será inaugurado amanhã (07/10) no Shopping JK Iguatemi.

Mais pizza do seu jeito

No Pizza Makers o cliente escolhe os clientes escolhem dentre uma variedade de ingredientes frescos e monta a pizza do jeito que quiser. O prato vai então para um forno que assa tudo em apenas dois minutos, criando um refeição rápida e gostosa.

Para fazer esse modelo funcionar, o StudioIno desenhou o fluxo da cozinha e o fluxo da área de atendimento. Além disso, foi preciso também escolher os equipamentos corretos para que a pizza ficasse pronta rapidamente.

No unidade do Shopping JK Iguatemi o formato será um pouco diferente. Como a frente da loja é mais estreita que as outras unidades, o balcão de atendimento foi projetado em L. E o forno será personalizado para ficar ainda mais com a cara do Pizza Makers.

Além do projeto de arquitetura para todas as unidades, o StudioIno é responsável pelo design de interiores dos restaurantes, o branding e o design gráfico da marca. Toda comunicação do restaurante reflete o conceito do maker, aquela pessoa que gosta de colocar a mão na massa e fazer as coisas do seu jeito.

Franquia nacional

Desde o início, a ideia dos fundadores do Pizza Makers era desenvolver um modelo de negócios que pudesse ser replicado em franquias. Com o crescimento da marca, o restaurante começa a se preparar para espalhar o conceito pelo Brasil.

Mais sobre o Pizza Makers: 

Da ideia à realidade: como tirar um projeto do papel 

Como o equipamento correto faz toda a diferença em um negócio de foodservice 

 

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O mercado delivery está em alta. Como preparar o negócio para essa oportunidade?

Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o mercado de delivery movimentou 9 bilhões de reais em 2015. Como preparar um empreendimento para atender essa demanda? Este, assim como as oportunidades de “grab and go”, foram os temas da palestra que Diris Petribú, diretora do StudioIno, e a consultora Nathália Sifuentes fizeram na Equipotel, no último dia 14.

Como preparar um negócio para delivery?

Para Diris, cinco pilares fazem com que um serviço de delivery seja bem sucedido e é para eles que o empreendedor do setor deve atentar. Esses pontos principais são:

1 – Mercado = qual será o público? Qual será a área atendida? Qual volume de vendas previsto?

2 – Cardápio = será o mesmo do restaurante ou um versão reduzida? Como será a embalagem e apresentação dos pratos?

3 – Vendas e entrega = como serão feitas as vendas, por ferramentas próprias ou de terceiros? Como será o sistema de entrega?

4 – Comunicação = como as ferramentas de comunicação do negócio vão informar ao público sobre o serviço de delivery?

5 – Estrutura física = como o ambiente do negócio, os funcionários e o fluxo de movimentação vai ser adaptado para o serviço de entrega?

Dentre os exemplos de serviço de entrega bem feito, Diris mostrou a experiência do VeganJá, um delivery de comida vegana em São Paulo. A loja não tem cozinha própria. Utiliza a estrutura colaborativa do Hub Foodservice e baseia todo o modelo de negócios nas vendas à domicílio. São marmitas sem produtos de origem animal, embaladas de forma ecológica e entregues em caminhonetes com refrigeração. O formato deu tão certo que a VeganJá passou de 250 refeições produzidas por semanas para mil pratos feitos no mesmo período em apenas uma ano e meio de operações. A loja já prevê chegar a 1,6 mil marmitas por semana em outubro.

A experiência do “grab and go”

Nathália Sifuentes falou sobre oportunidades de negócio com “grab and go”, uma solução de alimentos prontos e de fácil acesso que tem ganhado espaço no mercado nacional. “Não é loja de conveniência, com produtos empacotados. É comida de verdade, fresca, e pronta para levar”, explicou a consultora.

Nathália detalhou mostrou que fatores influenciam em um serviço de “grab and go” rentável e agradável para o cliente. Entre eles, está o desenvolvimento de uma embalagem atrativa e adequada ao alimento, e a oferta de produtos locais e saudáveis.

FCSI na Equipotel

Diris e Nathália fazem parte da Foodservice Consultants Society International (FCSI). A palestra das profissionais fez parte da programação da FCSI na Equipotel que, durante os quatro dias da feira, trouxe especialistas associados para conversar com o público sobre temas pertinentes ao mercado de foodservice.

 

Mais da Equipotel: veja a conversa sobre conceito em foodservice

 

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Especialistas mostram como o conceito é importante para um negócio de foodservice

No primeiro dia da Equipotel, uma das feiras mais relevantes para o mercado nacional de restaurantes e hotéis, profissionais associados à Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice (FCSI, na sigla em inglês) conversaram com o público participante sobre o conceito por trás de um negócio de foodservice. O painel foi realizado no último dia 11.

O que é conceito em foodservice

“O conceito é a bússola que vai guiar todas as tomadas de decisão”, explicou Emmanuel Melo, diretor do StudioIno e membro da FCSI. O designer abriu a conversa mostrando que o conceito é a ideia principal do negócio ou sua identidade central. E que essa filosofia vai permear todos os aspectos do empreendimento.

O que faz um bom conceito em foodservice

Na experiência com os clientes do StudioIno, Melo percebeu que cinco fatores, prioritariamente, influenciam na criação de um conceito interessante:

  • Mercado (público-alvo, cenário econômico, oportunidades, etc)
  • Finanças (capital disponível para investimento e expectativa de retorno)
  • Experiência do consumidor (como o cliente se sente no estabelecimento, que conexão ele forma com o local)
  • Cardápio – (como o tipo de alimento preparado e o formato do serviço)
  • Tendência – (inovações que começam a ganhar mercado)

 

Que negócios apresentam bons conceitos

A engenheira de alimentos Renata Shimizu e membro da FCSI deu continuidade à discussão. “O negócio não pode ter um cardápio e uma atmosfera que falem linguagens diferentes. É como uma orquestra, os elementos têm que conversar entre si”.

Ela apresentou exemplos bem sucedidos de conceitos em foodservice. A rede Sweetgreen, que tem como conceito a comida saudável com preparação simples, foi um dos casos citados. Shimizu destacou ainda a experiência da hamburgueria H3, que tem a filosofia de “not so fast food”, uma comida não tão rápida, que se diferencia do fast food usual. Outro exemplo foi o conceito do Mexcla, que segue a ideia de comida de verdade. Para isso, o negócio usa ingredientes frescos e adota atendimento e atmosfera familiares e acolhedoras.

O consultor e membro da FCSI José Aurélio Lopes, finalizou o painel mostrando exemplos de elementos que ele considera essenciais para a experiência positiva do cliente em um empreendimento de foodservice.

Sobre a Equipotel

Está é a 55ª edição deste evento que há muito se estabeleceu como referência para toda a cadeia de hospitalidade e serviços alimentares na América Latina. Este ano, serão 200 expositores nacionais e internacionais distribuídos pelos 25 mil m² do espaço de exposição.  Durante toda a feira, no espaço Café do Saber, profissionais associados à FCSI vão conversar com o público sobre diferentes temas. As palestras serão sempre às 16h30. O espaço fica na rua N22 do pavilhão.

 

Serviço:

Equipotel

Data: 11 a 14 de setembro de 2017

Horário: Segunda-feira à quinta-feira das 13h às 21h

Local: São Paulo Expo – São Paulo/SP

 

Leia mais sobre experiência do consumidor 

Veja toda a programação da FCSI na Equipotel 

 

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Como preparar um negócio de foodservice para receber pedido de entrega pelo celular

Tanto por meio de aplicativos que reúnem vários estabelecimentos quanto por aplicativos próprios, negócios de foodservice estão cada vez mais recebendo pedidos de entrega feitos pelo celular. Como preparar um empreendimento para entrar nesse mercado crescente é o tema da palestra que Diris Petribú, diretora do StudioIno, fará na Equipotel. A conversa será no dia 14 de setembro, às 16h30.

A importância dos aplicativos de delivery no foodservice

Como utilizar os aplicativos no serviço de entrega? Qual a importância de manter contato com a base de clientes para maximizar os resultados da ferramenta? No caso dos pedidos “para viagem” é preciso ter uma área da loja específica para esse serviço? Esses são alguns dos temas que serão abordados durante a palestra. Além de Diris, o assunto será discutido por Nathália Sifuentes, consultora de foodservice.

Diris e Nathália fazem parte da Foodservice Consultants Society International (FCSI). A palestra delas faz parte da programação do espaço Café do Saber. Durante toda a feira, às 16h30 o local recebe um bate-papo com curadoria da FCSI.

Sobre a Equipotel

Está é a 55ª edição deste evento que há muito se estabeleceu como referência para toda a cadeia de hospitalidade e serviços alimentares na América Latina. Este ano, serão 200 expositores nacionais e internacionais distribuídos pelos 25 mil m² do espaço de exposição. A programação se completa com uma séries de palestras gratuitas.

 

Serviço:

Equipotel

Data: 11 a 14 de setembro de 2017

Horário: Segunda-feira à quinta-feira das 13h às 21h

Local: São Paulo Expo – São Paulo/SP

 

Palestra: A importância de preparar seu negócio para a mobilidade

Data: 14 de setembro de 2017

Horário: 16h30

Local: Rua N22 do pavilhão

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Porque o conceito do restaurante é importante para o cliente

A história do estabelecimento, a experiência que o consumidor tem no local, a filosofia por trás do serviço. Todos esses elementos são levados em conta quando alguém decide onde vai comer fora. A importância do conceito do negócio de foodservice é o tema da palestra de Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, na Equipotel, que será realizada de 11 a 14 de setembro, no São Paulo Expo, o centro de convenções da capital paulista. A conversa sobre conceituação será no dia 11, às 16h30.

Qual é a história do seu negócio de foodservice?

Empresários de foodservice, você consegue identificar a história que seu estabelecimento conta? Sabe se esse conceito está visível para o cliente? Como o consumidor vivencia a experiência de estar no seu estabelecimento? Essa experiência é transparente? Essas e outras perguntas serão discutidas para mostrar como um conceito bem resolvido e comunicado fortalece a presença de um negócio de foodservice no mercado. Além de Emmanuel, o tema será discutido pela a engenheira de alimentos Renata Shimizu e o nutricionista e consultor José Aurélio Lopes. Os três profissionais são membros da Foodservice Consultants Society International (FCSI).

O painel faz parte da programação de palestras da Equipotel, realizada no espaço Café do Saber, na Rua N22 do pavilhão da feira. Todos as conversas realizadas às 16h30 são de curadoria da FCSI.

Sobre a Equipotel

Está é a 55ª edição deste evento que há muito se estabeleceu como referência para toda a cadeia de hospitalidade e serviços alimentares na América Latina. Este ano, serão 200 expositores nacionais e internacionais distribuídos pelos 25 mil m² do espaço de exposição. A programação se completa com uma séries de palestras gratuitas.

 

Serviço:

Equipotel

Data: 11 a 14 de setembro de 2017

Horário: Segunda-feira à quinta-feira das 13h às 21h

Local: São Paulo Expo – São Paulo/SP

 

Palestra: A importância do conceito e relevância para o consumidor e o sucesso no Foodservice

Data: 11 de setembro de 2017

Horário: 16h30

Local: Rua N22 do pavilhão

 

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Equipotel oferece programação de palestras gratuitas com membros brasileiros da FCSI

Durante a Equipotel, o pavilhão de exposições contará com espaço exclusivo para troca de ideias com uma extensa programação de palestras. Todas as conversas são gratuitas para os participantes da feira, que será realizada de 11 a 14 de setembro, no São Paulo Expo, o mais novo centro de convenções da capital paulista.

Os diretores do StudioIno e membros da Foodservice Consultants Society Internacional (FCSI) Diris Petribú e Emmanuel Melo serão alguns dos especialistas que estarão palestrando na Equipotel. Os painéis fazem parte da curadoria da FCSI para a Equipotel. Durante toda a feira, no espaço Café do Saber, profissionais associados à FCSI vão conversar com o público sobre diferentes temas. As palestras serão sempre às 16h30. O espaço fica na rua N22 do pavilhão.

Diris irá falar sobre como preparar o negócio de foodservice para a mobilidade, explorando o crescimento dos serviços de delivery e “para viagem”. A arquiteta discutirá o tema junto com Nathália Sifuentes, consultora de foodservice e membro sênior da FCSI. A conversa será no dia 14 de setembro, às 16h30.

A palestra de Emmanuel Melo será sobre a importância do conceito para um empreendimento de foodservice. No bate-papo, ele vai detalhar como a história do estabelecimento e a experiência sensorial do consumidor influencia a escolha do cliente na hora de decidir onde comer fora. A conversa será dividida com a engenheira de alimentos Renata Shimizu e o nutricionista e consultor José Aurélio Lopes, ambos também membros da FCSI. A explanação será no dia 11 de setembro, às 16h30.

Sobre a Equipotel

Está é a 55ª edição deste evento que há muito se estabeleceu como referência para toda a cadeia de hospitalidade e serviços alimentares na América Latina. Este ano, serão 200 expositores nacionais e internacionais distribuídos pelos 25 mil m² do espaço de exposição. A programação se completa com uma séries de palestras gratuitas.

 

 

Serviço:

Equipotel

Data: 11 a 14 de setembro de 2017

Horário: Segunda-feira à quinta-feira das 13h às 21h

Local: São Paulo Expo – São Paulo/SP

 

Palestra: A importância do conceito e relevância para o consumidor e o sucesso no Foodservice

Data: 11 de setembro de 2017

Horário: 16h30

Local: Rua N22 do pavilhão

 

Palestra: A importância de preparar seu negócio para a mobilidade

Data: 14 de setembro de 2017

Horário: 16h30

Local: Rua N22 do pavilhão

 

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