Cozinha de aluguel: “A estrutura já está pronta, no dia seguinte você já está vendendo”

Caio Ciampolini, proprietário do Da Mata Salada, contou em entrevista para a TV Cultura quais são as vantagens de um negócio de alimentação operar cozinha aluguel. O restaurante especializado em comidas saudáveis funciona apenas por delivery e há um ano é cliente das nossas cozinhas. 

O empresário explicou que o formato é uma “uma forma muito rápida de você testar umas regiões. Então imagina que para você ir para um local novo você tem que alugar um imóvel, adequá-lo às suas necessidades e comprar todos os equipamentos. Isso demanda muito tempo e muito dinheiro. Aqui, a cozinha está pronta, a estrutura está pronta, já vem inclusive com equipamentos. A gente traz um computador, utensílios e os nossos insumos, e no dia seguinte a gente está vendendo”.

A entrevista foi para uma reportagem do Jornal da Tarde sobre o aumento da demanda por cozinhas de aluguel, que está movimentando o setor de foodservice, especialmente com a pandemia.  

A matéria foi ao ar no começo do mês e você pode assistir ao vídeo completo aqui: https://buff.ly/396fNsk

 

 

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StudioIno concorre a prêmio nacional de design

O StudioIno está concorrendo ao voto popular do Brasil Design Award em duas categorias, branding e design de produto. A premiação é organizada Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign) e os vencedores serão anunciados em uma cerimônia online em novembro. A escolha do público, entretanto, já começou. Qualquer pessoa pode votar nos projetos favoritos, até o dia 25 de outubro, no site: www.brasildesignaward.com.br

Um prêmio já está garantido. O StudioIno já levou uma premiação pelo júri técnico, mas os detalhes ainda não foram divulgados. As empresas contempladas foram informadas e podem comemorar o feito, mas a posição (primeiro, segundo ou terceiro lugar) e a categoria só serão ditas também durante a cerimônia daqui a algumas semanas.

Branding da OSH concorre ao prêmio

Na categoria branding, o StudioIno concorre com a marca e comunicação visual criada para a Oficina de Sorvete de Heliópolis, a OSH.

A OSH é uma iniciativa do Catraca Livre e a da ONG Unas e ensina jovens do bairro a produzirem e venderem os sorvete de alta qualidade. As sobremesas da OSH são feitos todos os dias com ingredientes frescos e naturais, sem a utilização de pó ou massa artificiais.

A identidade gráfica da OSH traduz o conceito da marca nas embalagens, uniformes, copinhos e assim por diante. A filosofia da OSH tem um pouco de leveza. Sorvete é alegria e lazer.

Vote na OSH

Conheça mais sobre a incrível história da OSH

Linha América Tramontina concorre por design de produto

O StudioIno também está concorrendo na categoria design de produto com a linha América de equipamentos de cocção, desenvolvida para a Tramontina.

A família América de equipamentos de cocção conta com mais de 20 itens. O extenso portfólio tem opções como fogões, fornos, banhos maria, char broilers, chapas, fritadeiras, cozedores de massas e módulos neutros para apoio. Os produtos foram pensada para diferentes tipos de operação de foodservice, como hotéis, restaurantes, hospitais e empresas. Com unidades modulares, os equipamentos podem ser utilizados de maneira independente ou montados em blocos de cocção.

O desenho dos produtos incorpora inovações desejadas pelos cozinheiros: alta produção em pequeno espaço; superfície plana das trempes para o deslizamento das panelas; mesa blindada para limpeza fácil; e tampos superiores fabricados com soldagem a laser. São equipamentos de alto rendimento, com qualidade superior em relação aos principais concorrentes, tecnologicamente atualizados com o mercado mundial e com custos competitivos.

Vote na Linha América Tramontina

Sobre a premiação: O Brasil Design Award está na décima edição e é organizado pela A Associação Brasileira de Empresas de Design (ABEDESIGN). O prêmio conta com 10 (dez) categorias principais: Branding, Craft For Design, Design de Ambiente, Design de Embalagem, Design de Impacto Positivo, Design de Produto, Design de Serviço, Design Digital, Design Editorial e Design Gráfico. As categorias são divididas em 72 subcategorias e buscam representar o cenário do design nacional. A ABEDESIGN foi fundada em 2005 e tem o objetivo de ampliar o mercado de serviços de design, comunicando para o mercado, instituições e governo, a importância e os resultados que o Design proporciona para a sociedade brasileira e para o desenvolvimento do país.

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A cultura maker na pizzaria

Em meados de 2016, o jovem empreendedor Greg Machado procurou o StudioIno com uma ótima ideia. Que tal abrirmos uma pizzaria na qual o próprio cliente monta o prato do seu jeito? Esse é o conceito por trás do Pizza Makers, uma rede de restaurantes modernos, descontraídos e que celebraram a cultura maker, ou seja, a atitude de fazer você mesmo. A primeira unidade foi inaugurada em dezembro daquele mesmo ano, no Shopping Morumbi Town, em São Paulo. Atualmente, são 13 pontos, espalhados pelos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. 

A equipe do StudioIno trabalhou junto do cliente em todos os passos necessários para tirar o projeto do papel e transformá-lo em realidade, desde a concepção da marca até a obra e ambientação do espaço. O projeto todo englobou: desenvolvimento do conceito, projeto de cozinha, projeto de arquitetura e interior, projetos complementares, e projeto de branding, ou seja, nome, marca, uniforme e elementos gráficos da comunicação com os clientes.

“O objetivo do projeto foi criar um novo conceito de operação e proporcionar uma nova experiência para os consumidores”, explica Emmanuel Melo, designer e diretor do StudioIno. 

“Essa  foi a fase mais gostosa de  ver acontecer”, conta Greg Machado. “A ideia, desde o começo, não era abrir apenas um restaurante de pizza e sim uma marca forte no mercado a qual um dia poderíamos escalar para um modelo de  franquia”. O cliente explica que o trabalho foi realizado com bastante interação com ele transmitindo o que tinha em mente e o time do StudioIno adicionando o conhecimento de anos de experiência neste setor.

Ao final desse período, foi elaborada uma filosofia para a marca Pizza Makers que se fez presente em todos os aspectos do restaurante, desde a comunicação visual até a própria arquitetura do espaço. O conceito se baseia da cultura “maker”, que valoriza as ideias de “faça você mesmo” e “mão na massa”.

A tradução desse conceito no ambiente do restaurante se deu por meio de diferentes soluções. A ambientação conta com materiais de acabamento como o forro em chapa metálica expandida e madeira natural. A comunicação visual traz desenhos feitos à mão e pintados diretamente nas paredes.

O conceito da marca acabou criando um desafio para a equipe de arquitetura. Era preciso desenvolver o layout e fluxo de atendimento de forma que não houvesse cruzamentos e, assim, o consumidor fosse atendido de forma rápida, porém personalizada.

O layout elaborado para atender essa demanda foi simples e funcional. Nas áreas de retaguarda ficam os locais para armazenagem de alimentos, preparação da massa e pré-preparo dos ingredientes. Já o balcão frontal de exposição e atendimento foi equipado com pista refrigerada para facilitar a escolha dos ingredientes e a montagem das pizzas, calzones e saladas.

A solução trouxe equilíbrio para as operações de Back e Front of the House e possibilitou o uso dos alimentos do jeito que o cliente precisava. Todos os ingredientes são frescos e a massa é preparada no local.

O restaurante tem uma proposta de refeição rápida e casual, para manter essa filosofia e garantir a qualidade do produto, os equipamentos da cozinha foram essenciais. O forno rápido para pizza da Prática é a peça chave do projeto. Foram utilizados dois fornos modelo Forza Express, equipamento elétrico e programável que assa uma pizza crua em menos de dois minutos. Esse forno representa a tecnologia mais recente neste segmento, unindo dois meios de transferência de calor: radiação e convecção. Também conta com filtros catalisadores e dispensam a necessidade de coifas e dutos de exaustão. O modelo tem ainda memória para guardar diversos programas com tempos e temperaturas previamente validados. Os diferenciais do forno Forza viabilizaram operação de preparação das pizzas à vista dos consumidores.

 

Pizza Markers – http://pizzamakers.com.br/

Prática Klimaquip – https://www.praticabr.com/

 

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Doces portugueses e diferentes experiências para o cliente

A parceria entre o StudioIno e a doceria B.Lem começou em 2014. Desde então, o escritório tem ajudado a marca a expandir operações, em diferentes formatos de atendimento, por vários estados do Brasil. Até meados de 2020, 32 unidades haviam sido concluídas em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Paraíba e Pernambuco

Para a B.Lem, o StudioIno criou o projeto conceitual e executivo, seguindo e atualizando o padrão da rede. Os materiais e detalhes definidos para criar um ambiente com personalidade, aconchegante e moderno. As unidades contam com espaço para atendimento dos clientes e uma área interna para finalização dos produtos.

Ao pensar a ambientação, o principal desafio para o time de arquitetura foi fugir de visões estereotipadas sobre decoração tipicamente portuguesa. Foram criados espaços acolhedores e contemporâneos nos quais os produtos são o centro das atenções. Um exemplo dessa concepção são as vitrines com os doces que ocupam a própria fachada das unidades. Os pontos de destaques na decoração são em amarelo, contrastando com a cor de madeira clara. A escolha por essa tonalidade forte acompanhou a comunicação visual da B.Lem. A logo da padaria tem essa cor em alusão à gema do ovo, matéria prima mais utilizada na fabricação dos doces portugueses.

Os conceitos pensados para as soluções de arquitetura e ambientação precisaram ser versáteis e adaptáveis o suficiente para funcionar bem nos variados formatos das unidades. O StudioIno projetou pontos da B.Lem para operações em shoppings, aeroportos e quiosques. As unidades com mais espaço disponível têm bastante semelhanças entre si, em termos de desenho. Entretanto, as lojas acabam sendo bem diferentes dos quiosque, já que esses têm área menor e algumas limitações. 

 As lojas contam com as áreas de atendimento e de seating. Internamente, têm uma cozinha para regeneração dos produtos e estoque. Essas unidades servem almoço, café, salgados, doces, pães, e contam com um espaço de empório. Os espaços de seating podem variar bastante dependendo da área total disponível, assim, o StudioIno busca sempre mesclar alternativas como lugares entre mesas comuns, mesas comunitárias e soft seating com poltronas/mesas baixas. As lojas contam ainda com mais área para exposição de produtos do Empório B.Lem. São itens como vinhos, geleias, biscoitos, panetones, ovos de páscoa, vendidos “to go”, ou seja, que o cliente leva para consumir em outra ocasião.

Em média, os espaços em shoppings ou aeroportos têm de 50 a 100m2. Já as lojas de rua medem 150m2 ou até mais. Por isso, são unidades que precisam de mais equipamentos e soluções de arquitetura para acomodá-los. Na cozinha, funciona um forno maior, usado para regeneração dos produtos. No atendimento, há um outro forno menor, utilizado para o aquecimento dos salgados expostos na vitrine. Os fornos para as lojas são fornecidos pela Unox, e são do modelos BakerLux Arianna e LineMicro Roberta. A linha de fornos combinados analógicos BakerLux foi projetada para melhores resultados no processo de panificação. O modelo Ariana é de convecção com umidade e tem quatro bandejas de 460×330. Já a família LineMicro, de fornos compactos, foca na uniformidade no cozimento, e foi pensada para processos mais simples de pastelaria e panificação.

Os quiosques são estruturados de outra forma. Eles têm áreas de atendimento e seating, mas podem ou não ter estoque remoto, dependendo do ponto. Em geral, os quiosques medem entre 12 a 15m2, que se somam ao espaço de seating, que tem área variável. Essas unidades menores não servem almoço, apenas café, salgados, doces, pães, e têm o empório. Quanto aos equipamentos, as soluções também são um pouco diferentes. Os quiosques de o StudioIno projetou para a B.Lem têm apenas um forno pequeno igual ao do atendimento da loja, da linha LineMicro da Unox. Ele é usado tanto para regeneração dos produtos quanto para o aquecimento dos salgados expostos nas vitrines. Quando não há estoque remoto, os produtos congelados são armazenados em freezers horizontais no próprio quiosque. Por isso, precisam contar com maior número de entregas de produtos. Os quiosques têm menos área para o empório, mas, o mesmo número de vitrines e a mesma máquina de café que as lojas.

Os balcões refrigerados, as mesas, prateleiras e pias de ações inox utilizadas nos projetos foram fornecidos pela Cozil. A empresa está no mercado desde 1985 e, com laboratório próprio, pesquisa e desenvolve de ponta para soluções de preparação, cocção, higienização, conservação e distribuição de alimentos. As vitrines são da Ingecold e as câmaras de congelados foram fabricadas pela São Rafael. 

 

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B.Lem – https://www.blempadaria.com/

Unox – https://www.engefood.com.br/unox

Cozil – https://cozil.com.br/

 

Adaptando o Olive Garden ao Brasil

A rede norte-americana de restaurantes Olive Garden está presente no Brasil e quatro unidades da marca por aqui foram projetadas pelo StudioIno. Os trabalhos começaram em 2017 e englobam o desenvolvimento do projeto de arquitetura para toda a estrutura, áreas do salão e cozinha, e também o gerenciamento das obras. 

As unidades da Olive Garden contemplam diferentes áreas em um mesmo espaço. Em um restaurante, o cliente pode optar por aproveitar o espaço com mesas, tomar algo no bar, ou curtir o “family room”. 

O Olive Garden mantém os padrões norte-americano em suas franquias ao redor do mundo. Como parceiro da rede no Brasil, o StudioIno recebeu um guia da marca que detalhando todas essas regras. Com base nesse manual, o escritório projeta as unidades brasileiras de forma que elas estejam adequadas às práticas dos EUA e, ao mesmo tempo, tenham as nacionalizações necessárias como foi o caso de equipamentos, revestimentos e mobiliários.

Buscar as melhores soluções nesse meio termo foi um dos principais desafios do trabalho. A “tropicalização dos equipamentos” demandou pesquisa, articulação de parcerias e negociações com fornecedores. Os caminhos encontrados pelo StudioIno foram dois. Por um lado, foram selecionados equipamentos nacionais com as características mais próximas possível daqueles especificados nos Estados Unidos. Por outro, o escritório buscou fabricantes brasileiros dispostos a desenvolver equipamentos específicos para atender a rede. As cozinhas têm todos os fluxos e equipamentos projetados e pensados para atender o cardápio e a padronização da rede.

O projeto de ambientação reflete o conceito de restaurante italiano familiar que fez a marca famosa em todo o mundo. Os espaços e soluções de decoração, mobiliários e acabamento foram pensadas para criar uma atmosfera de aconchego. Desenvolver esses ambientes também demandou criatividade no cumprimento do guia da marca. A iluminação foi toda desenvolvida artesanalmente no Brasil para se adequar à estética do Olive Garden. 

A rede Olive Garden serve refeições inspiradas nas comidas típicas da região da Toscana, na Itália. Fundada em 1982, a marca já tem mais de 850 restaurantes espalhados em vários países. A primeira unidade da rede no Brasil fica no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Olive Garden – http://www.olivegardenbr.com.br/

 

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Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

Neste período de quarentena, muitos negócios de alimentação migraram para o serviço de entrega para garantir a continuidade do funcionamento. A transição não foi fácil mas alguns ótimos exemplos surgiram durante a crise. Diris Petribu, diretora do StudioIno, do Hub FS e do Hub CK, conversou sobre esse tema com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria,  uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos.

O papo com Diris faz parte de uma série de vídeos que a Guersola tem feito com especialistas do mercado de foodservice. A conversa, que abordou boas práticas de delivery e o que se pode aprender com quem está tendo sucesso nesse formato, está disponível no perfil da consultoria no Instagram

 

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(Imagem do cabeçalho: Patrick Connor Klopf / Unsplash)

10 lições para o futuro dos restaurantes self-service

Enquanto várias cidades do Brasil começam a reabrir o comércio, o momento é mais do que apropriado para pensar e se preparar para o funcionamento de restaurantes. Quando o pico da pandemia tiver passado e pudermos pensar em trabalhar com segurança, como será o novo cenário do setor de alimentação? Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, falou sobre isso durante o seminário de inovação para esse mercado promovido pelo Canal Restaurante. A palestra, convertida em ebook gratuito, abordou 10 lições para pensarmos o futuro dos restaurantes self-service.

Como será o futuro

Entre mudanças significativas e ajustes pontuais, estabelecimentos e fornecedores estão calculando diferentes cenários. Em pesquisa com especialistas de diferentes áreas, Emmanuel Melo listou 10 elementos que, certamente, terão impacto no funcionamento de restaurantes self-service

1 – Será preciso criar e comunicar um protocolo de segurança

Estabelecimentos de alimentação já operam dentro de rigorosos controles de segurança e higiene. Esses protocolos deverão ser atualizados para incluir as medidas de prevenção à Covid-19 e o público deverá ser bem informado sobre as ações tomadas.2

2 – O cliente vai precisar lavar as mãos antes das refeições

Para garantir que o consumidor higienize as mãos corretamente, o estabelecimento deverá oferecer opções como pias ou dispensadores de álcool gel.

3 – Os alimentos no bufê deverão ser protegidos

Restaurantes self-services costumam ter um grande balcão com alimentos expostos. Esse espaço deverá ser repensado para que as comidas estejam protegidas de gotas de salivas das pessoas ao redor.

4 – Alimentos porcionados e pré-embalados podem ser uma alternativa

Além do autosserviço, os restaurantes podem passar a oferecer refeições ou lanches já prontos e embalados, como sanduíches e saladas.

5 – Oferecer pratos prontos é outro caminho

Outra opção ao autosserviço é a oferta de pratos servidos. Preparados por funcionários e entregues ao cliente na hora.

6 – Será necessário pensar outras alternativas de venda além do salão

Com as medidas de distanciamento físico, o número de mesas no salão podem ser reduzidas. Para continuar gerando receita, outras alternativas devem ser analisadas. Entre elas: delivery, pickup e venda de ingredientes para preparo em casa. 

7 – Mais do que nunca o digital ganhará força

Cardápio digital, app para adiantar os pedidos e a possibilidade de receber pagamentos sem contato entre o cliente e o funcionário. Essas são algumas vantagens virtuais que podem ser adicionadas às operações.  

8 – É possível vender o dia inteiro

Com refeições pré-porcionadas e embaladas, as vendas podem acontecer durante todo o dia e não apenas nos horários tradicionais de almoço e jantar.

9 – A preparação antecipada é mais produtiva

As refeições prontas permitem um melhor usos das horas de trabalho e possibilitam as vendas por outros formatos, como o delivery.

10 – Desenhar no chão as marcas de distanciamento na fila será prática comum

Será preciso ajudar o consumidor a manter a distância apropriada dos outros. As marcações no chão indicando o espaçamento da fila será essencial.

Referência para planejar

Todas as 10 lições estão detalhadas em um ebook disponível para download gratuito. A publicação pode ser uma boa referência para planejar o futuro do estabelecimento quando o momento da reabertura chegar.

 

 

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Franco Bachot lança soluções de divisórias temporárias para restaurantes

Maurício Bioni, gerente comercial da Franco Bachot, conta que, ao pesquisar soluções para negócios de alimentação e hospitalidade para após a pandemia, percebeu que as referências internacionais não eram muito interessantes. A empresa decidiu estudar o cenário e as necessidades do mercado para desenvolver respostas melhores. O resultado é o lançamento da linha Care de divisórias temporárias. 

Segundo Bioni, a solução combina qualidade e praticidade. Os produtos são feitos para encaixar nas mesas, sendo uma alternativa de momento. Para receber as divisórias, as mesas não precisam ser furadas ou parafusadas, facilitando a instalação e remoção. A linha Care foi pensada para negócios de pequeno a médio porte, ou “para a padaria, o restaurante ou o hotel três estrelas”, como resume Bioni.

Detalhes do produto

A linha Care conta com diferentes tipos de divisórias. São soluções para mesas para duas ou quatro pessoas, para ambientes, para booths ou para poltronas. Os produtos são feitos de madeira, MDF, acrílico e estofado, no caso das divisórias em poltronas. Maurício Bioni explica que, adotando barreiras físicas entre as pessoas, os estabelecimentos podem ocupar mais mesas sem abrir mão da segurança.

Pesquisa intensa

O trabalho de pesquisa e desenvolvimento do produto durou 10 dias, para que o resultado saísse tão rápido, foi preciso que quatro times trabalhassem simultaneamente. Designers, engenheiros, e funcionários do comercial e do marketing atuaram juntos para buscar soluções neste momento de transformações no setor de alimentação.

Durante a fase de pesquisa, Bioni conta que foram ouvidos arquitetos, designers e especialistas em foodservice. Nessa etapa, o StudioIno contribuiu com experiência e conhecimento técnico nesse mercado. A Franco Bachot ouviu também clientes da empresa, para entender as demandas dos operadores.

 

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Baixe ebooks gratuitos sobre o futuro dos restaurantes self-service

Quando as medidas de restrição para o combate à Covid-19 forem diminuindo, como será a operação dos restaurantes? Essa é uma pergunta que o setor de alimentação está se fazendo em todo o mundo. E nós também. Focamos nos estabelecimentos de autosserviço, nosso familiar restaurante self-service. Conversamos com especialistas em diferentes áreas e montamos um protocolo de reabertura, com orientações e ideias. Agora, resumimos alguns desses pontos em dois ebooks gratuitos que estamos disponibilizando para download aqui no site.

Na primeira publicação, falamos rapidamente sobre algumas adaptações mais simples que os restaurantes de autosserviço podem adotar para oferecerem segurança aos consumidores sem precisar fazer investimentos muito altos. 

No segundo ebook, mostramos transformações inovadoras que negócios com mais poder de investimento podem fazer para trabalhar com segurança e ainda melhorar os resultados do negócio. 

Os ebooks são um desdobramento de um artigo que postamos aqui há algumas semanas. Conversamos com médicos, nutricionistas, designer e arquitetos e elaboramos algumas sugestões de protocolo para a reabertura de restaurantes self-service. Tentamos imaginar quais seriam mudanças necessárias para esses estabelecimentos funcionarem após a pandemia. 

Esperamos que nossa pesquisa possa ajudar você e o seu negócio a se preparar para o futuro. Estamos à disposição para conversar e tirar dúvidas. 

 

Diris Petribu

Emmanuel Melo

Equipe StudioIno 

Restaurante prepara e distribui refeições para população sem teto

O empresário Rogério Alonso Pires viu as cozinhas dos três restaurantes que comanda fechadas. Com as medidas de contenção à disseminação da Covid-19, estabelecimentos de alimentação tiveram que suspender as atividades temporariamente. Pires sentiu o impacto das restrições, mas lembrou de pessoas que estão passando por uma situação ainda mais difícil que a dele. Daí surgiu a ideia de aproveitar os equipamentos parados para produzir e distribuir refeições para moradores de rua.

Para tirar a vontade do papel, o empresário criou o projeto ComVida e de Barriga Cheia. Com a ajuda de voluntários e o auxílio de doações, a iniciativa já atendeu centenas de pessoas na região do Ceagesp e Largo da Batata, em São Paulo (SP). Atualmente a ação serve almoço de segundas a sexta-feira e entregam kits de higiene para 200 pessoas.

Como ajudar

As doações de alimentos serão recebidas durante a semana no Restaurante do Barão, localizado na Av. Brigadeiro Faria Lima 1235, das 8h às 12h. Quem puder fazer doações em dinheiro, ajudará na compra de combos de ingredientes para o preparo das refeições. Cada prato custa, em média, R$ 2,50. Também é possível doar o valor correspondente a combos para 10, 20, 30, 50 ou 100 refeições:

  • Combo para 10 pessoas: R$ 25,00
  • Combo para 20 pessoas: R$ 50,00
  • Combo para 30 pessoas: R$ 75,00
  • Combo para 50 pessoas: R$ 125,00
  • Combo para 100 pessoas: R$ 250,00 

Para doações em dinheiro:

  • Banco Santander
  • Agencia: 0729
  • Conta corrente: 1013714-1 
  • Rogério Alonso Pires 

Para mais informações, a pessoa interessada pode ligar para (11) 99302-2885

 

Doações terão continuidade

Pires não esconde que situação está difícil para ele. O trabalho com o ComVida foi uma forma que ele encontrou de enfrentar esse momento. “O prejuízo é muito grande mesmo mas estamos conseguindo segurar. Em vez de ficar me lamentando, eu pensei, ‘vamos fazer alguma coisa para ajudar’. Sempre tem gente precisando mais do que nós, não é? Aí eu decidi usar as cozinhas para produzir essas refeições”. 

A iniciativa está dando tão certo que o empresário já imagina dar continuidade quando terminar a quarentena. Rogério é proprietário dos Restaurante do Barão, Lanchonete Amizade e Quintal do Izi. Ele pensa em usar as cozinhas, em horários livres, para continuar e até aumentar a produção de refeições gratuitas. A ideia é, no futuro, destacar um local nos restaurantes para que os interessados possam ir lá buscar os pratos.