Agradecimento em forma de sorvete para profissionais da saúde

A rede San Paolo Gelato Gourmet doou sorvete para hospitais em diferentes estados. Foram mais de 6 mil potinhos entregues em Pernambuco, Ceará, São Paulo e outras localidades. Renata Aguiar, proprietária da marca diz que a ação está em sintonia com a filosofia da empresa. “A San Paolo tem como um dos principais valores levar momentos felizes para as pessoas.Então, nesse momento tão diferente que estamos vivendo, no qual as pessoas não conseguem confraternizar em nossas lojas, nos sentimos motivados a levar um pouco de felicidade onde elas estivessem. E e nada mais justo que na “frente de batalha”, onde tudo está acontecendo. Queríamos oferecer um momento de alegria e descontração àqueles que estão cuidando das pessoas doentes”. A San Paolo é cliente do StudioIno desde 2017.

Cozinheira faz refeições para moradores de rua

A chef Márcia Ramos pediu a ajuda de seus clientes e, com o valor arrecadado, preparou e distribuiu refeições para cerca de 300 pessoas desabrigadas. Ela entregou também máscaras e água. Márcia é cozinheira e assistente social e fornece pratos prontos saudáveis por delivery. A cozinha dela foi projetada pelo StudioIno. A chef conta que a motivação para a ação veio de um sentimento de empatia pelo próximo no meio deste momento de crise. “Eu tento entender o que o outro está passando. Mas a gente não faz ideia do que é realmente essa vida na rua. Então espero poder ajudar”.

O futuro dos restaurantes self-service pós COVID-19

Sugestão de protocolo para a reabertura e inspirações para novos formatos de autosserviço.

Fortemente impactados pela pandemia da Covid-19, os restaurantes em todo o segmento comercial de foodservice estão fechados. Liberados apenas para operar nos sistemas de entrega (delivery) ou no atendimento no balcão com fornecimento de comida para viagem (to go). Muitos operadores estão aflitos e mergulhados em incertezas quanto ao futuro. 

Na reabertura, quando o distanciamento social for flexibilizado, o comportamento dos clientes será outro. Especificamente nos sistemas de autosserviço – self-service, os consumidores podem evitar esses restaurantes por acreditarem que aglomerações de pessoas em ambientes fechados, falando enquanto se servem de alimentos expostos, compartilhando dos mesmos utensílios, sentando-se em mesas comuns e próximas uma das outras e seguindo falando enquanto comem, representam grande risco de contágio da Covid-19.

Como operar restaurantes self-service que sejam mais seguros contra o contágio do coronavírus e ao mesmo tempo transmitir aos clientes a sensação dessa segurança?

É provável que as autoridades sanitárias criem um protocolo médico para ser utilizado na reabertura dos restaurantes self-service. Porém, enquanto esse momento não chega e preocupados com a angústia dos operadores desse importante segmento do foodservice (ver quando ao lado), resolvemos nos antecipar a esse desafio e contribuir com nossa visão sobre o tema.

Reunimos nosso time de arquitetos e designers de foodservice e conversamos com especialistas na busca de soluções para esse complexo desafio. O resultado, apresentado a seguir, é um conjunto de recomendação e ideias que propomos para orientação e inspiração dos operadores dos restaurantes de autosserviço.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas de restaurantes de autosserviço (self-service):

No acesso ao restaurante

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações. Os restaurantes institucionais podem fracionar a ida do pessoal ao restaurante;
  • Dar visibilidade aos procedimentos de segurança adotados pelo restaurante, assim como às recomendações aos clientes. Utilizar cartazes e informações verbais: “Entre, lave as mãos, pegue seu prato, sirva-se e mantendo-se sempre em silêncio, pela saúde de todos.”
  • Cardápios, quando existentes, devem ser produzidos em materiais descartáveis;
  • Disponibilizar lavatórios fixos (2 ou 3 por linha de serviço). Como alternativa oferecer dispensadores de álcool em gel. Totens com dispensadores de álcool em gel acionados por pedal, podem ser uma ótima alternativa.

No bufê de serviço

  • Toda a louça e utensílios utilizados devem ser lavados e higienizados em máquinas de lavar louças com enxágue a 84oC;
  • Oferecer talheres higienizados e embalados;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Utilizar sistema misto no bufê: autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos:
  • Saladas podem ser pré-montadas em porções individuais, protegidas com filme plástico para autosserviço em expositores refrigerados;
  • Proteínas e guarnições devem ser servidas por funcionários, em balcões aquecidos. Criar protetores de acrílico entre o pessoal de serviço e os clientes; 
  • Bebidas embaladas (latas e outras embalagens), em caso de post mix deverá ser operada por funcionários, sem manipulação dos clientes;
  • Sobremesa em porções embaladas, para autosserviço e expostas em refrigeradores abertos tipo grab&go;
  • Disponibilizar álcool em gel antes do grab&go;
  • Temperos deve ser oferecidos em sachês;
  • Os alimentos no bufê devem ser obrigatoriamente cobertos com protetores salivares eficientes com fechamentos laterais, superior e frontal (Anvisa e NSF/ANSI 2). O bonito agora é o mais seguro;
  • Balcões centrais (atendimento por ambos os lados) não devem ser utilizados, quando existentes, devem ser utilizados somente em um dos lados. Utilizar o outro lado para implantar pratos servidos;
  • Os funcionários de serviço no bufê e no restaurante devem usar luvas e máscaras;
  • Restaurantes pequenos ou aqueles que possuem o bufê encostados em paredes, que impossibilita a implantação de pratos servidos, podem oferecer pratos já montados com duas ou três opções.

 

Na sala de refeição 

  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Uma alternativa seria manter a quantidade de mesas, porém recomendar o uso somente de um dos lados;
  • Funcionários deve desinfectar mesas e cadeiras após cada uso e troca de clientes;
  • Disponibilizar álcool em gel nas mesas;
  • Prever local para descarte de máscaras;
  • Utilizar ventilação natural se possível. No caso de ar condicionado, observar a  limpeza dos filtros e a manutenção preventiva do sistema;
  • Colocar cartazes recomendando para que todos comam em silêncio

No caixa para pagamento

  • Utilizar comandas descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Operadores dos caixas devem utilizar máscaras e não podem manipular alimentos;
  • Instalar protetores de acrílico para as balanças;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas;
  • Desinfetar as maquininhas de cartão antes de cada uso;
  • Incentivar o uso do pagamento sem contato físico, com celulares e relógios inteligentes;
  • Implantar sistema para pagamento por débito;
  • A tecnologia para caixas automáticos ou sem caixas já está disponível e pode ser utilizada por restaurantes com maior poder de investimento.

Os sistemas de autosserviço (self-service), quando projetados seguindo a legislação já existentes antes da pandemia da Covid-19, estão com a infraestrutura preparada para operar com segurança. Esses restaurantes poderão adotar os procedimentos indicados sem maiores problemas. 

Outros restaurantes precisarão fazer alguns ajustes para oferecer a segurança necessária aos seus clientes e funcionários.

Novos formatos de autosserviço

Pense em um “delivery” da cozinha do seu restaurante para a sala de refeições. Em vez do bufê tradicional,  uma “parede” formada por expositores verticais refrigerados e aquecidos tipo “grab&go”. Refeições completas, alimentos em porções e lanches, preparados e embalados em sua cozinha (ou vindo de uma central) são disponibilizados nesses expositores. O cardápio é tipicamente brasileiro com a comida de todos os dias: picadinho, filé à parmegiana, estrogonofe de frango, feijoada, saladas, sopas, sanduíches, pizzas, opções veganas…

Todos os alimentos estão lindamente expostos, iluminados e fáceis para pegar. Os clientes podem consumir no local ou levar as refeições e lanches para escritórios, para casa… Fornos rápidos (micro-ondas) estão disponíveis para os clientes aquecerem as suas refeições e lanches quando resfriados. Alimentos quentes também estão disponíveis e prontos para consumo.

Esse novo formato oferece muitas vantagens em relação ao serviço tradicional de bufê como:

  • Adequação rápida para troca do cardápio: café da manhã, almoço e lanches “Snackification” (1);
  • Vendas durante todo o dia;
  • Vendas de alimentos para consumo no local ou para viagem “take-away” (2);
  • Produtos prontos para “delivery” (3);
  • Serviço mais rápido, maior giro no salão;
  • Menor desperdício de comida pronta (esse é um problema dos bufês atuais);
  • Maior produtividade, produção contínua na cozinha durante toda a jornada;
  • Possibilidade de escalar os negócios;
  • Permite a centralização da produção, inclusive em “ghost kitchens” (4),  e distribuição em vários pontos de venda;

Porém, o sistema traz alguns desafios também:

  • A quebra de paradigmas no comportamento de consumo de comida fora de casa;
  • A necessidade de avançar com o desenvolvimento das embalagens 100% biodegradáveis, com zero impacto para o meio ambiente;
  • A necessidade de investimentos em reformas e aquisição de equipamentos como resfriadores/congeladores rápidos, vitrines tipo grab&go, fornos profissionais de micro-ondas e outros;
  • A transformação digital dessas operações também será necessária para a obtenção de resultados melhores.

Esse novo formato de autosserviço será mais facilmente adaptado para o segmento de restaurantes comercial e para copas descentralizadas no segmento institucional do foodservice.

Existem algumas referências de utilização desse sistema. Relacionamos aqui as redes de foodservice britânicas Pret a Manger e Wasabi, com muito sucesso nos EUA e em outros países. 

  1. Snackification é um termo em inglês criado recentemente para designar a tendência de comportamento, observada principalmente nas novas gerações, do aumento do consumo de lanches em vários momentos do dia ou invés de refeições completas consumidas em horários tradicionais – café da manhã, almoço e jantar;
  2. Take-away ou To go são expressões em inglês para o serviço de comprar no restaurante e levar para consumir em casa ou escritórios;
  3. Delivery é o serviço bem conhecido entre nós de pedir comida quente, pronta para consumo e receber em casa ou escritório;
  4. Ghost kitchens são cozinhas específicas para delivery e que não possuem áreas para atendimento de público.

Mensagem final

Assim como ocorreu em outras crises, essa também vai passar.

Vamos trabalhar agora e ficarmos prontos para a reabertura dos restaurantes com sucesso.

Confiem na sua criatividade

Agradecimentos

Agradecemos muito aos colegas e especialistas que contribuíram com ideias, sugestões e comentários para a elaboração deste texto. Em particular nominamos: Diris Petribu – FCSI arquiteta especialista em foodservice, Dra. Aline Pamela Vieira de Oliveira – Infectologista, Médica titular da Sociedade Brasileira de Doenças Infecciosas, Liliane Bittar – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, Myriam Scholz – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, José Aurélio Lopes, FCSI – Nutricionista, Marco Amatti, FCSI – Consultor em Gestão de foodservice, João Carlos Faias – Arquiteto e Designer, membro da FCSI e especialista em foodservice, e a todos os colegas do StudioIno.

Referências:

  • Resolução RDC-216/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
  • Portaria CVS-5 do Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • NOTA TÉCNICA Nº 18/2020/SEI/GIALI/GGFIS/DIRE4/ANVISA Covid-19 e as Boas Práticas de Fabricação e Manipulação de Alimentos

***

QUADRO – 1

Resumo das recomendações para operar restaurantes self-service que sejam mais seguros contra o contágio da Covid-19.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas.

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações;
  • Disponibilizar lavatórios e dispensadores de álcool em gel para os clientes. Os totens com álcool em gel são alternativas práticas;
  • Fazer marcações no piso, na área do bufê e filas de pagamento nos caixas, para limitar a proximidade das pessoas em 1,5m;
  • Higienizar louças e utensílios mecanicamente com enxágue a 84oC;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Implantar o serviço misto no bufê com autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos;
  • Utilizar protetores salivares eficientes;
  • Não utilizar balcões centrais com atendimento pelos dois lados;
  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Alternativamente, utilizar as mesas da sala de refeições somente em um dos lados;
  • Disponibilizar locais para descarte de máscaras;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas e balanças (quando utilizadas);
  • Incentivar o pagamento digital, sem contato físico;
  • Treinar os funcionários e padronizar o uso de máscaras;
  • Criar cartazes para comunicação com os clientes: informar procedimentos que o restaurante está seguindo e orientar as boas práticas de higiene para os clientes.

Tenha em mente que o objetivo dessas recomendações, além de criar um ambiente mais seguro é também o de promover a percepção de segurança para os clientes.

***

QUADRO – 2

O sistema de autosserviço no Brasil

Os restaurantes que operam no sistema de autosserviço, ou self-service como são conhecidos, respondem por 27% dos almoços servidos fora do lar, segundo pesquisa Sebrae. Estimamos que restaurantes de autosserviço, soma aproximadamente 150 mil estabelecimentos no Brasil, somente no segmento comercial.

No segmento institucional, o autosserviço é fortemente utilizado em restaurantes de empresas, escolas, unidades militares, hospitais, além de outros.

***

QUADRO – 3

Como o coronavírus é transmitido: 

Segundo informações das autoridades de saúde e de especialistas que conversamos, a transmissão do coronavírus causador da Covid-19 pode ser resumida da seguinte forma:

  1. Por vias respiratórias, através das gotículas de saliva que são jogadas no ar quando a pessoa tosse, espirra ou fala a pelo menos um metro de distância; 
  2. Por meio de contato físico, quando essas gotículas contendo o vírus alcançam mucosas dos olhos, nariz e boca; 
  3. Por meio de contato das mãos e rosto com superfícies contaminadas, levando-as aos olhos, nariz e boca; 

Outras informações sobre o SARS-Cov-19, o novo coronavírus:

  • O vírus sobrevive por algumas horas em suspensão no ar ou até dias em certas superfícies;
  • Ele resiste por até três horas na forma de aerossol;
  • O vírus chega a ficar até três dias sobre estruturas ou objetos de plástico ou aço inoxidável;

Em outras palavras o vírus é transmitido por:

Gotículas de saliva da fala, espirros, acessos de tosse e contato das mãos com superfícies contaminadas

ATENÇÃO! A maioria dos infectados não tem sintomas ou apresenta apenas manifestações mais leves.

Como prevenir: 

Isolamento social e higiene das mãos.

O uso de produtos de limpeza simples, como água e sabão, desinfetante e água sanitária é eficaz para eliminar o vírus de superfícies

***

QUADRO – 4

Áreas de produção – Cozinhas

O foco deste trabalho são as áreas de serviço e atendimento ao público dos restaurantes de autosserviço, porém queremos ressaltar que os restaurantes devem seguir a legislação sanitária vigente com todo o rigor. Chamamos a atenção para os seguintes pontos: 

  • Estabelecer um controle para identificar as condições de saúde do colaborador, o qual ficará impedido de trabalhar se exibir sinais visíveis de doença, apresentar sintomas gripais, febre, diarreia, vômito, infecções cutâneas. Reforçar a importância da comunicação imediata ao gestor responsável sobre o problema de saúde para as devidas ações; 
  • Orientar todos os colaboradores sobre a doença e prevenção do contágio pelo coronavírus (SARS-COV-2), a forma correta de higienização das mãos e demais medidas de prevenção;
  • Intensificar a prática de higiene das mãos que deve ser realizada em intervalos regulares e supervisionada;
  • Os colaboradores que preparam e servem alimentos devem utilizar máscaras e luvas descartáveis, além dos outros EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) necessários para as atividades;
  • Orientar sobre a correta utilização das máscaras e luvas descartáveis, com rigorosa higiene das mãos e descarte em local apropriado (lixeira com pedal exclusiva para este fim);
  • Intensificar a frequência de higienização das áreas de preparo e atendimento, bem como dos equipamentos, móveis e utensílios utilizando produtos saneantes específicos: detergentes e desinfetantes clorados e álcool líquido 70%.
  • Intensificar a frequência e reforçar a limpeza dos sanitários (colaboradores e clientes): pias, peças sanitárias, válvula de descarga, torneiras, fechaduras e maçanetas, interruptores, lixeiras, dispensadores de sabonete líquido, álcool gel, suporte de papel higiênico e papel toalha, piso, paredes, portas.
  • Durante o processo de manipulação dos alimentos, também deve ser mantido o distanciamento entre os colaboradores, no mínimo 1,5m.

 

Emmanuel Melo – Diretor de design do StudioIno

 

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Orientações para restaurantes migrarem para o delivery

“No momento, todos são restaurantes digitais”. Esta frase resume um pouco a situação atual do foodservice e como os estabelecimentos estão encontrando formas de continuarem produzindo. Diris Petribú, diretora de arquitetura do StudioIno, conversou com o jornalista Sérgio Lerrer no Canal Restaurante, sobre como os negócios de alimentação podem se adequar às novas demandas de entrega e de comida para viagem. 

Entre os tópicos abordados na entrevista estão:

 

  • A cozinha para delivery não é igual a cozinha para serviço no local. Nesse tempo de crise, uma alternativa é adaptar a estrutura já existente para funcionar para entrega.
  • O tempo de atendimento, a temperatura dos alimentos e as embalagens são alguns dos itens que precisam ser pensados para a entrega.
  • Uma opção é montar boxes com os ingredientes separados para que os clientes terminem a preparação em casa.
  • Seguir as orientações das autoridades de saúde é essencial: distanciamento entre as pessoas e higienização específica para a prevenção do vírus (além das normalmente exigidas para serviços de alimentação) 
  • É preciso organizar o fluxo de entregadores para não criar aglomerações.
  • Redes com restaurantes em shoppings devem pensar em outro local para fazer a preparação e receber os entregadores, já que os centros de compra estão fechados.

 

Assista à entrevista completa:

Delivery em foco – no momento todos são restaurantes digitais

 

Diris faz parte de um grupo de consultores que estão prestando orientações gratuitas para negócios de foodservice nesta adaptação às novas regras de funcionamento. 

 

 

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Consultores prestam atendimento gratuito a restaurantes, bares e outros negócios de alimentação

Participantes brasileiros da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice (FCSI) vão atender gratuitamente proprietários de negócios de foodservice. Os profissionais estão disponibilizando duas consultorias diárias, via vídeo conferência, com duração de 30 minutos cada conversa.

Diris Petribú oferece consultoria gratuita

O objetivo é ajudar os(as) donos(as) de estabelecimentos de alimentação a se adaptar às medidas de combate à disseminação do novo coronavírus, causador da Covid-19. Bares, restaurantes, cafés, entre outros negócios do setor foram obrigados a fechar as portas temporariamente. Uma das principais razões para os atendimentos gratuitos dos consultores será ajudar essas empresas a fazer a transição para os serviços de delivery ou drive thru.

O StudioIno está participando desse esforço coletivo e Diris Petribú, diretora de arquitetura do escritório, será uma das profissionais que estarão prestando os atendimentos gratuitos. Para conversar com ela é só enviar um email para diris@studioino.com.br

 

(Imagem do cabeçalho: Brooke Lark no Unsplash)

Estamos em isolamento, mas o trabalho continua

Nossa equipe está em isolamento. Estamos trabalhando de casa e dando continuidade, da melhor forma possível, às atividades da empresa. Algumas tarefas estão em pausa e outras estão sendo realizadas normalmente. Estamos à disposição para continuarmos discutindo soluções de arquitetura e design para o foodservice. Assim, podemos conversar online ou por telefone sobre ideias, propostas ou para tirar dúvidas. Essa troca não precisa parar. Fale conosco pelo contato@studioino.com.br

 

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Temos cozinhas focadas na produção para delivery

O combate à disseminação do novo coronavírus, que causa da Covid-19, limitou a circulação de pessoas e o funcionamento de diversos estabelecimentos em São Paulo, assim como no restante do país. Sabemos que o setor de foodservice (restaurantes, cafés, empórios, hotéis, etc) foi impactado pelas medidas. Com muitos negócios de alimentação fechando a porta temporariamente e optando por entregar comida em domicílio, lembramos que temos duas centrais de cozinhas industriais pensadas para as demandas do delivery. Empreendedores que estiverem buscando formas de manter operações neste momento, podem nos procurar. Vamos pensar soluções juntos.

Inaugurado no final do ano passado, o Hub CK é um conjunto de 9 cozinhas que funcionam no mesmo prédio. Todas são equipadas com produtos de alta qualidade e foram projetadas para as necessidade de um negócio de entrega. Junto com o espaço para os funcionários de entrega, construído ao lado, a estrutura do Hub CK é completa para atender trabalhadores e empresas que atuam com delivery. 

Pensamos o Hub CK com base em na experiência com o Hub FS, nosso primeiro empreendimento de cozinha colaborativa. No espaço, estão disponíveis salas para coworking, salão de aula para cursos e eventos de gastronomia, armazenamento seco ou refrigerado, e cozinhas industriais. Muitos dos participantes do Hub usam o local como central de produção para entregas de alimentos. Pensando nisso, também estamos à disposição para negociar as cozinhas do Hub FS para empresas de alimentação que precisem focar nas entregas momentaneamente.

Sabemos que estamos vivendo um período de dificuldades e ajustes. Estamos todos pensando formas de continuar produzindo ao mesmo tempo que agimos com responsabilidade e de acordo com as recomendações da saúde oficiais. Estamos à disposição para negociarmos a melhor forma das nossas cozinhas serem usadas para manter negócios de alimentação funcionando. 

 

Conheça o Hub CK 

Conheça o Hub FS 

Fale conosco – contato@studioino.com.br

 

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Evol lança coifas e churrasqueiras de alto padrão focadas no mercado brasileiro

Mudando de portfólio e se reposicionando no mercado, a Evol lança linhas de coifas e churrasqueiras desenvolvidas com foco nas necessidades do consumidor brasileiro. São equipamentos de alto padrão para uso doméstico desenhados pelo StudioIno. 

Em janeiro a Evol lançou as coifas Alpha. Alguns meses depois, em março, foi a vez de apresentar a linha de churrasqueiras à gás Prime. Uma segunda família de churrasqueiras foi projetada e a empresa está estudando o melhor momento para fazer o lançamento.

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, resume a proposta da nova linha de produtos, “são equipamentos profissionais para residências”. Adelfo Cidi, fundador da Evol, reforça, “queremos ser a empresa número 1 em espaços gourmet no Brasil”.

Coifas adequadas para o churrasco brasileiro

As novas coifas dão à Evol a capacidade de atender seus clientes com soluções completas para churrascos domésticos. Cidi diz que os produtos são inovadores porque resolvem uma lacuna no mercado: a falta de coifas adequadas para o uso conjunto com churrasqueiras. “A expectativa é muito boa porque existe uma dificuldade grande de se encontrar coifa para churrasqueiras. Não é possível usar uma coifa de cozinha, já que elas têm peças plásticas que podem até pegar fogo com o calor”, conta Cidi. As novas coifas da Evol solucionam o problema pois são feitas, prioritariamente de metal, e as poucas partes plásticas são mais resistentes.

Com essas melhorias, os equipamentos são produzidos para alta performance, são resistentes, duradouras e fáceis de limpar. A linha tem coifas de três tamanhos: 90 cm, 125 cm e 145 cm com vazões de 1600 m3/h a 2000 m3/h.

Churrasqueiras de alto padrão

Outra novidade da Evol é o lançamento de duas linhas de churrasqueiras domésticas à gás.  

A Prime é a primeira família desses equipamentos a chegar ao mercado e conta com queimadores mais potentes, chapa mais grossa e acessórios exclusivos. São também três modelos com tamanhos diferentes: 86,5 cm, 70 cm, e 33,9 cm. A segunda linha será lançada em breve. 

Abrindo um novo mercado

Cidi explica que o lançamento das linhas de churrasqueiras e coifas marca uma mudança no posicionamento de mercado para a marca. Em fevereiro de 2018, ele começou as pesquisas para que a empresa passasse a produzir equipamentos voltados para as necessidades brasileiras. Até então, a Evol vinha importando as soluções da China.

Esse reposicionamento exigiu a parceria com uma empresa que tivesse grande experiência no setor de foodservice e, por uma recomendação, Cidi acabou chegando ao StudioIno. O escritório realizou os projetos para os novos produtos em torno de 120 dias. As fases seguintes aconteceram em um ano. “A fabricação dos protótipo, testes e  produção do lote inicial para vendas durou 12 meses aproximadamente”, explica Emmanuel Melo.

A incrível história da Evol

O caminho para a inovação não é linear e, às vezes, exige ousadia. A história da Evol começa quando o fundador da empresa decide ir para a China em busca de algo que nem ele sabia o que era. Cidi viajou ao país para visitar um amigo e aproveitou para conhecer fábricas e pesquisar o mercado, em 2011. Dessa aventura, surgiu a ideia de comprar churrasqueiras à gás para revendê-las no Brasil. 

Depois de muito tempo de trabalho de pesquisa, em 2014 chegou o primeiro contêiner com os produtos. “Comecei sem nenhum cliente, só com vontade de fazer acontecer. Coloquei as churrasqueiras no porta-malas do carro e fui bater à porta dos possíveis compradores”. A empresa cresceu muito desde então. Hoje a Evol está presente em 16 estados pelo Brasil e vende para cerca de 200 lojas de produtos de gastronomia de alto padrão. 

 

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KFC, Taco Bell, Pizza Hut e Starbucks inauguram unidades no Brasil

As últimas semanas de 2019 foram movimentadas para a equipe de arquitetura do StudioIno. Os profissionais acompanharam a finalização das obras e as inaugurações de sete projetos que estavam em execução. Neste período, foram abertas seis novas unidades da rede KFC, três novas Taco Bell, e mais um ponto da Starbucks, todos clientes do escritório.

Mais KFC no Brasil

A cadeia de frango frito dos Estados Unidos, continua crescendo por aqui. A KFC chegou ao shopping Butantã, ao Bourbon Shopping e ao shopping Morumbi Town, todos na capital paulista. Outras unidades foram inauguradas em Canoas, no Rio Grande do Sul, no Pátio Cianê Shopping, em Sorocaba (SP), e no Minas Shopping, em Belo Horizonte (MG).

A KFC é cliente do StudioIno desde 2017 e tem expandido as operações no Brasil apostando na estratégia de abrir unidades menores e mais espalhadas

KFC do Shopping Bourbon, em São Paulo (SP)

Taco Bell e Starbucks em São Paulo

Já rede de comida mexicana-americana Taco Bell, três novos pontos, um em São José dos Campos (SP), no shopping Vale Sul; outro no Shopping Piracicaba (SP) e outro no shopping Metropolitano Barra, no Rio de Janeiro (RJ). A equipe de arquitetura entregou ainda uma unidade de rua da Pizza Hut, no bairro de Higienópolis, em São Paulo (SP)

Taco Bell em Piracicaba (SP)

A mais famosa cafeteria do mundo, a Starbucks começou as operações de mais um ponto em São Paulo. A novidade fica na maternidade do Hospital Albert Einstein.

O StudioIno faz projetos para a Starbucks desde 2013. Em 2018, o escritório comemorou 40 unidades entregues para a marca

Starbucks do Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP)

Mais novidades

Em dezembro, além dos trabalhos para as grandes redes norte-americanas, o time de arquitetura do StudioIno acompanhou inaugurações de outros projetos realizados para marcas nacionais. A gelateria gourmet San Paolo abriu um novo ponto no Shopping Morumbi, em São Paulo, e a CupQueijo iniciou as operações de uma unidade em Jacareí (SP).

 

 

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Novos negócios e tendências do foodservice foram os temas mais acessados de 2019

Em 2019, os profissionais e estudantes que acompanham as redes do StudioIno procuraram se atualizar sobre novos negócios e tendência do setor de foodservice. Esses foram os assuntos mais acessados no site da empresa durante o ano. Nesse período, as notícias mais clicadas falavam sobre inauguração de restaurantes e gelaterias, sobre atualizações e capacitações nas áreas de arquitetura e design, e também sobre inovações nesses setores. 

Abaixo, uma lista dos 10 posts mais acessados no site do StudioIno em 2019:

 

1 – Hamburgueria Senhor Frederico abre mais uma unidade no Rio Grande do Sul 

2 – Já experimentou os produtos da Oficina de Sorvete de Heliópolis?

3 – Modelo de negócio inovador muda a forma de pensar o delivery de comida

4 – Gelateria San Paolo abre primeira loja de rua no Recife

5 – Gelateria de Itajubá (MG) aposta em comunicação descolada e autêntica

6 – Gail recebe time de clientes e parceiros

7 – Grab and go é tendência no foodservice

8 – Consultores brasileiros aprendem sobre a tecnologia de speed ovens

9 – Time de arquitetura passa por capacitação em BIM

10 – Estamos contratando designer de produto

 

 

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