Delivery de comida: como estruturar, melhorar e crescer

Com a necessidade de ficar em casa e evitar lugares com aglomeração, as pessoas estão pedindo cada vez mais comida em domicílio. No mês passado, a CNN divulgou que, apenas na cidade de São Paulo, os pedidos de refeições feitas por aplicativos de delivery aumentaram 44,5%. No estado, esse número subiu 29%. A opção de entrega já vinha crescendo no setor de alimentação, mas agora virou uma necessidade. Como um negócio de foodservice pode migrar para o delivery, melhorar as entregas ou até mesmo crescer nesse cenário? A seguir, uma compilação de vários conteúdos sobre esse tema produzido pela equipe do StudioIno ao longo dos meses de pandemia. 

A diretora de arquitetura do StudioIno, Diris Petribu montou um ebook gratuito com orientações gerais para estabelecimentos de gastronomia que querem estruturar o serviço de entrega. Ela aponta cinco pilares que precisam ser observados:

1 – Mercado = qual será o público? Qual será a área atendida? Qual é o volume de vendas previsto?

2 – Cardápio = será o mesmo do restaurante ou um versão reduzida? Como será a embalagem e apresentação dos pratos?

3 – Vendas e entrega = como serão feitas as vendas, por ferramentas próprias ou de terceiros? Como será o sistema de entrega?

4 – Comunicação = como as ferramentas de comunicação do negócio vão informar ao público sobre o serviço de delivery?

5 – Estrutura física = como o ambiente do negócio, os funcionários e o fluxo de movimentação vai ser adaptado para o serviço de entrega?

Clique aqui para baixar o ebook gratuito sobre como se preparar para o delivery.  

 

Aprendendo com quem fez bem

Diris também falou sobre alguns exemplos de negócios de alimentação que conseguiram migrar com sucesso para o formatos de delivery. A conversa foi com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria, uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos. As orientações foram gravadas e podem ser acessadas aqui. 

Live: Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

 

Orientações para migrar para o delivery

“No momento, todos são restaurantes digitais”. Esta frase resume um pouco a situação atual do foodservice e como os estabelecimentos estão encontrando formas de continuarem produzindo. Nessa conversa com o jornalista Sérgio Lerrer no Canal Restaurante, Diris explica como os negócios de alimentação podem se adequar às novas demandas de entrega e de comida para viagem. 

(Foto do cabeçalho: Unsplash)

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Primeiro balcão refrigerado da Lindt fica no Brasil

A Lindt, marca suíça de chocolates, tem mais de 400 unidades pelo mundo. Foi no Brasil, entretanto, que a empresa resolveu lançar uma solução inovadora: um balcão refrigerado para exposição de produtos. A novidade está funcionando no Shopping Eldorado, em São Paulo (SP) e o desenho do equipamento foi realizado pelo time de design do StudioIno. 

Ao abrir um quiosque, em vez de uma loja, no centro de compras, a marca percebeu a necessidade de manter os chocolates em uma temperatura adequada. Como não é possível refrigerar o ponto de vendas, surgiu a demanda para um equipamento que esfriasse os produtos. No quiosque, são disponibilizados os produtos mais vendidos, as trufas, e apresentadas novidades da marca. Essa combinação de fatores levou a Lindt a solicitar o desenvolvimento do balcão refrigerado. 

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, explica que o equipamento foi desenvolvido para o atendimento “pick and mix”, ou seja, um local no qual o consumidor pode observar, escolher e misturar vários produtos.  O desafio era manter as trufas intactas e apresentá-las ao cliente em um espaço bonito e condizente com a linguagem da Lindt. A solução veio com o desenvolvimento de um resfriador em cima das prateleiras onde os chocolates são expostos para espalhar o ar frio na medida certa, entre 17 e 20 graus, mantendo os produtos nem muito duros nem amolecidos. Além do “chapéu” sobre o expositor, o balcão conta ainda com 4 gavetas resfriadas embaixo do expositor no qual os funcionários do quiosque armazenam mais produtos. 

O quiosque do Shopping Eldorado começou a funcionar no fim de 2019. Com a pandemia, o espaço do quiosque ficou fechado por alguns meses. Pensada para transmitir uma atmosfera moderna e chique, a unidade tem comunicação visual em marrom e dourado, e é possível encontrar 20 opções de sabores diferentes na unidade. 

 

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Starbucks inaugura primeira unidade drive-thru no Brasil

A Starbucks, a rede de cafeterias mais famosa do mundo, iniciou o ano com uma iniciativa inovadora no Brasil. A marca abriu a primeira unidade drive-thru do país, no quilômetro 84 da Via Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro. Além do serviço de drive-thru, Drive-Thru, o espaço conta com um lobby de cerca de 250m². O StudioIno realizou o projeto executivo de arquitetura para o espaço e gerenciou projetos complementares.

O conceito arquitetônico foi elaborado pela matriz e coube ao StudioIno desenvolver a compatibilização da filosofia da marca às necessidades nacionais. A arquiteta Luisa Gambaro explica que foi preciso fazer algumas adequações como, por exemplo, alterar o material da cobertura do salão. Em vez de laje de concreto, foi utilizada cobertura metálica. A loja funciona em um bloco central com a pista do drive-thru em volta. Em um bloco menor aos fundos, ficam o estoque seco e câmaras frias. 

Adaptando o modelo americano às necessidades brasileiras  

Adaptar o formato norte-americano para a primeira unidade drive-thru no Brasil foi um trabalho importante para a equipe do StudioIno. Gambaro detalha que a compatibilização da estrutura metálica com o sistema de captação de águas pluviais foi um dos pontos sensíveis. O encontro da estrutura metálica da testeira perfurada com a da cobertura metálica e a da marquise precisava ser feito de uma forma que funcionasse também como uma grande calha. A arquitetura destaca também a necessidade de adequar o layout padrão para incluir o pedido e entrega do drive-thru no mesmo bar que também atende a loja.

Parceria do StudioIno com a Starbucks

O StudioIno realiza projetos para a Starbucks desde 2014 e desde então, já entregou unidades de diferentes formatos como lojas de rua, de shopping e quiosques. 

 

Unidade Drive-Thru Starbucks

Conceito arquitetônico – Starbucks Matriz EUA

Projeto executivo e compatibilização – StudioIno

Projetistas complementares:

Estrutura metálica e civil: RGK Engenharia

Instalações elétricas e hidráulicas: Gomes Engenharia

Ar Condicionado: Engª Aline Miyuki Ishiyama

 

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Conheça as megatendências do foodservice

Não foi só a pandemia que transformou o setor de alimentação. O combate ao vírus acabou acelerando a implementação de mudanças que já vinham surgindo no horizonte. Essas transformações vieram para ficar e devem permanecer mesmo quando a Covid-19 estiver sob controle. São, por exemplo, tendências que têm a ver com preocupações ambientais e diferenças geracionais e não se relacionam com a crise de saúde. 

Podemos dividir as megatendências em seis grupos:

  • Mão de obra: Simplificar e facilitar o uso. Melhorar a produtividade e reduzir a mão de obra.
  • Segurança alimentar: Garantir e facilitar o controle sanitário. Estamos cada vez mais vulneráveis a doenças alimentares.
  • Energia: Usar racionalmente, reduzir, reaproveitar e diminuir os custos.
  • Meio ambiente: Estar atento aos “big three” da sustentabilidade: água, qualidade do ar e lixo.
  • Competição e concentração: Criar uma experiência legal para as pessoas é o grande desafio dos operadores. Toda ajuda nesse sentido é bem-vinda.
  • Alimentação saudável: Estar atento aos novos hábitos dos consumidores, que querem porções menores, dividir pratos e sobremesas, menos carboidratos, menos calorias, mais saladas.

Mudanças demográficas que impactam o foodservice

Pessoas nascidas entre 1980 e 2000 são chamadas de Geração Y, Echo Boomers ou Millennials. Criadas em um mundo muito mais dinâmico, esses jovens apresentam prioridades, expectativas e comportamentos bem próprios e diferentes daqueles das gerações anteriores. Metade dos clientes do setor de alimentação são integrantes desse grupo.

A geração boomer, que tem entre 50 e 64 anos, está deixando a cena. Integrantes da geração X, de 35 a 49 anos, seguem. Os millennials de 21 a 34 anos são os que exercem mais influência, pois saem para comer fora com mais frequência que outras gerações. E os jovens da geração Z, de 15 a 20 anos, estão chegando por aí. 

Quem são os millennials?

A especialista em branding Alice Yang fez uma pesquisa bem completa sobre os millennials e a relação deles com a alimentação. O estudo dela mostrou que essa geração é: 

  • GLOCALS: Absorvem tendências globais e agem localmente.
  • SOCIÁVEIS: Gostam de estar na companhia de amigos a todo momento – nunca estão sozinhos.
  • VERDADEIROS: Buscam conexões reais com as pessoas e coisas com as quais se relacionam.
  • CONECTADOS: Estão sempre conectados via mobile em todas as redes sociais.
  • ESPECIALISTAS EM DIVERSÃO: Querem aproveitar cada segundo, principalmente nos finais de semana.

Com essas características, o que buscam os millennials? 

  • VIDA OFFLINE: Desejam se conectar em um mundo real com as pessoas, por meio de interação.
  • COLABORAÇÃO: Gostam de trocar experiências e viver o conceito de comunidade.
  • TRANSPARÊNCIA: Prezam a honestidade de pessoas e marcas, sem espaço para omissões.
  • NOVAS EXPERIÊNCIAS: Buscam o novo, experiências que te tiram do mundo comum.

A relação dos millennials com a gastronomia 

Quando o assunto é alimentação, o comportamento da geração do milênio tem as seguintes características:

  • SENSORIAL FIRST: Buscam experiências sensoriais marcantes; entendem que é muito além da refeição.
  • INCREASING FOODS: Dão muita importância aos temperos e condimentos usados na preparação dos pratos.
  • FAIR-TRADE: Valorizam a procedência e o relacionamento com fornecedores.
  • SIMPLICIDADE: Buscam experiências gastronômicas que tragam conforto por meio do apelo local.
  • AUTENTICIDADE: Buscam atmosferas e experiências únicas na hora da refeição.

 

Quais são as tendências de foodservice para equipamentos?

Transformações sociais e econômicas mudaram o funcionamento dos locais de alimentação. Isso gera um impacto nos equipamentos desenvolvidos para esses estabelecimentos.

  • As cozinhas estão ficando menores.
  • O fast-casual afeta. A velocidade do serviço é mais importante do que nunca, independentemente do formato, o cliente espera mais controle.
  • Os restaurantes estão usando ingredientes mais frescos, mais sazonais e locais. Isso gera um impacto no layout, mão de obra, processos e muito mais.
  • Os custos da mão de obra continuam impactando no layout e especificação de equipamentos para todos os restaurantes.

Como a compra de alimentos locais e sazonais afeta a escolha dos equipamentos

O equipamento deve:

  • Manter ou aumentar a produtividade.
  • Melhorar os perfis de sabor e permitir que os ingredientes brilhem.
  • Comunicar os valores da marca, facilitando grandes experiências para o cliente.

A preferência por alimentos locais e sazonais afeta também como os equipamentos são selecionados. Para escolher o produto ideal é preciso:

  • Dar ênfase a equipamentos para preparação, tais como processadores de alimentos, fatiadores, etc.
  • Priorizar refrigeradores mais que os freezers, câmaras frigoríficas combinadas se tornando populares também.
  • Refrigeradores sob a linha de cocção, ou onde a operação precise.
  • Resfriadores rápidos ajudam a preservar melhor os alimentos.
  • Priorizar o uso de equipamentos flexíveis como pias que podem tornar-se áreas de trabalho.
  • Começar com um conjunto principal de equipamentos e complementar a partir dele.

Por conta dessas tendências, alguns equipamentos estão crescendo em popularidade. Entre eles: 

  • Equipamentos de cocção rápida – Exemplos: Turbo Chef, Chef Express, Forza
  • Equipamentos multifuncionais – Exemplos: Forno Combinado, Frigideira (cozimento, fritura, grelhados de chapa)
  • Equipamentos para o serviço de bebidas – Exemplos: Refrigeradores back bar, dispensadores de chope, glass froster.
  • Equipamentos para merchandising e expositores (vitrines) para autosserviço

Quais são as tendências de foodservice para menu?

  • Os menus estão voltando ao básico.
  • A transição para a integração e personalização.
  • Projetar para a mudança: criar espaços flexíveis que possam crescer e evoluir com o menu.
  • Esquecer o menu! A popularização do “grab and go” leva mais itens do cardápio para toda parte e gera a necessidade de equipamentos com dupla temperatura (quente e frio) para conservação dos alimentos.

O incrível encolhimento das cozinhas

Apesar da adoção da abordagem “from scratch”, a verticalização da produção, as cozinhas estão ficando cada vez menores. Claro que mais assentos significa mais receita mas, é preciso equilibrar as áreas de Back of the House (BOH) e Front of the House. Ou seja, ficou mais difícil equacionar os espaços da cozinha e do salão. Um exemplo é o local embaixo da coifa, que ficou disputado e agora pede equipamentos multifuncionais.

Apresentação. Apresentação. Apresentação.

Além da qualidade da comida, o cliente quer viver uma experiência interessante. Sair para comer é um ato social que precisa ser significativo e prazeroso. O consumidor quer se sentir mimado e recompensado. Por isso:

  • O tamanho das porções não é tão importante quanto a qualidade percebida e a saudabilidade.
  • O compartilhamento vai sempre acontecer. O cliente quer dividir a experiência com os presentes e também com aqueles que não estão lá.
  • Hoje, toda mesa tem um VIP.
  • É cada vez mais importante empratar os alimentos, controlar as porções, e garantir qualidade e apresentação gerais.

O impacto da sustentabilidade no projeto da cozinha

A sustentabilidade transcende o menu. Ela deve ser uma abordagem holística para reduzir as ineficiências. Para isso:

  • Selecione o equipamento certo para a aplicação certa.
  • Adote novas tecnologias como biodigestores e sistemas.
  • Mire na próxima fronteira: cozinha com resíduo zero.

O futuro da tecnologia no self-service 

Opções tecnológicas vão surgindo e cabe ao operador definir o que faz sentido e cabe no propósito do negócio. O foodservice não pode ser apenas uma vitrine para as últimas novidades e cada inovação implantada deve trazer o fator “uau” para o cliente.

  • O operador é que define o que é a tecnologia inteligente, não o fabricante.
  • O retorno sobre o investimento irá definir a aceitação de novas tecnologias de equipamentos.
  • Devem ser utilizadas tecnologias adequadas e que apoiem os objetivos do negócio.
  • Maiores ganhos são provenientes da tecnologia voltada para o cliente, mas ela pode ter impacto importante sobre a cozinha.

Considerações sobre o futuro dos projetos de foodservice 

Pensando nos dados apresentados aqui, podemos deixar algumas considerações sobre como pensamos o futuro dos projetos em foodservice:

  • Concentre-se no menu com o entendimento de que ele irá evoluir ao longo do tempo.
  • Saiba que a força do negócio está em seu poder de fogo e longevidade.
  • Escolha equipamentos que vão ajudar na rotação das mesas.
  • Lembre-se que espaço é algo valoroso. Os equipamentos multifuncionais terão mais valor na cozinha.
  • Entenda o que o equipamento faz e se seus funcionários podem usá-lo plenamente.
  • Os equipamentos devem otimizar a consistência dos alimentos, reduzir a mão de obra e, ao mesmo tempo, transmitir uma mensagem de alimentos artesanais.
  • A indução continua a se expandir, incluindo fogões wok e conservadores de comida quente.
  • As exaustões sem dutos continuam a evoluir e incluem mais que indução.
  • Os controles inteligentes fornecem uma melhor utilização dos recursos, cozinham com mais precisão e, em alguns casos, têm a capacidade de comunicar informações ao operador.

A chave do sucesso

Se tivéssemos que reduzir todos os temas discutidos aqui a apenas uma frase ela seria essa “equação da geração / percepção de valor”. A chave para o sucesso deve conter:

Ambiente flexível + serviço rápido + maior percepção da qualidade dos alimentos = valor

 

Resumo das ideias apresentadas aqui:

  • Entender seus clientes e os objetivos do seu negócio é essencial.
  • É tudo sobre como criar uma experiência legal para seus clientes.
  • O projeto tem que ser flexível para acomodar mudanças imprevistas nos menus, nos hábitos alimentares, etc.
  • Encontrar um equilíbrio entre BOH (Back of the House) e FOH (Front of the House) é complicado, mas necessário.
  • É importante se concentrar nos objetivos principais e eliminar as ineficiências
  • Tecnologias só devem ser implementadas se agregarem valor

 

(Images: Dan Gold, Ali Inay Sunrise Photos e Maddi Bazzocco / Unsplash)

 

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Livro destaca projetos inovadores da indústria de alimentação

A J.J Carol Editora lançou o livro Food Service e Indústria Alimentícia, destacando projetos de arquitetura e design nesse setor. O StudioIno está presente na obra com quatro trabalhos e a diretora Diris Petribú escreveu a introdução da obra.

Destaques de arquitetura e design

São capítulos do livro os projetos de arquitetura do StudioIno para a rede Pizza Makers, o restaurante Olive Garden e a doceria B.Lem, além do trabalho de design realizado para a Tramontina.

A editora explica alguns fatores que fazem empresas do setor de alimentação se destacarem. “Projetos do segmento alimentício se caracterizam pela complexidade e interação de diferentes áreas envolvendo, desde a arquitetura e a engenharia até a física, precisando atender às rigorosas normas municipais, estaduais e federais, prever a expansão e modernização das instalações e de novas tecnologias e equipamentos. Ao mesmo tempo, precisam ser eficientes para atender um grande fluxo de pessoas, oferecendo ambientação, conforto, acústica, iluminação, temperatura e condições ideais de trabalho para os profissionais da área”.

Projetos em diferentes áreas

O livro conta com matérias escritas por especialistas em foodservice como José Carlos Dias Reis, Erlise Tancredi, Ivim Pelloso, Eduardo Prates e Wagner Antonio Natale. A compilação inclui projetos em diferentes áreas, entre elas: cozinhas industriais, restaurantes, bares, lanchonetes, padarias, serviços de alimentação dos hotéis, praça de alimentação de shoppings centers, supermercados, centros de abastecimento, branding de espaços, iluminação, design de equipamentos.

 

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Somos especialistas em arquitetura e design para negócios de alimentação

O StudioIno é uma experiente firma de design e arquitetura para produtos e estabelecimentos de foodservice com mais de mil projetos executados. Nós oferecemos soluções completas para os nossos clientes, com base em uma metodologia sólida e contemporânea. Nossos projetos já receberam inúmeros importantes prêmios nacionais e internacionais como, por exemplo, o Red Dot Award.

Nossos serviços são:

Equipamentos para negócios de alimentação

Projetamos novos equipamentos e mobiliários para cozinhas e restaurantes, que podem ter aplicações específicas ou serem fabricados em série.

Projetos de arquitetura para cozinha comerciais ou corporativas

Fazemos o layout e propomos processos, equipamentos e fluxos.

Branding

Criamos novos conceitos de foodservice. Desenvolvemos nome, marca, e outros elementos do branding, construindo a  melhor experiência para o consumidor.

Cozinha de aluguel

Temos o Hub FS e o Hub CK, dois conjuntos de cozinhas industriais prontas para operar. O cliente escolhe os dias, horários e equipamentos, traz os insumos e já começa a produzir.

 

 

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O futuro dos restaurantes pós Covid e outros temas mais acessados em 2020

Com a pandemia de Covid-19, muitas indústrias sofreram sérios impactos. O setor de alimentação e hospitalidade foi um dos mais abalados. O ano de 2020 foi um período de preocupação, mas também de criatividade e reinvenção. Percebemos essa tendência nos números de acesso aos conteúdos do nosso blog.

Em 2020, o post mais visitado e comentado por aqui foi o protocolo de reabertura que preparamos para restaurantes self-service. Em abril, começamos a pensar em soluções. Conversamos com especialistas de diferentes áreas e reunimos uma série de recomendações. O texto O Futuro dos Restaurantes Self-Service Pós Covid teve mais de 37 mil cliques. Algumas semanas depois, elaboramos um ebook gratuito resumindo as orientações do post e fizemos uma lista simplificada de 10 itens que os restaurantes poderiam seguir. As duas publicações também estão entre as mais acessadas durante o ano. Outro conteúdo bastante procurado foi a informação que postamos sobre as soluções da Franco Bachot para equipamentos de proteção, desenvolvido para clientes de estabelecimentos de foodservice.

Delivery em alta

A Covid também estimulou os operadores do setor a investirem em delivery. Vários textos que produzimos sobre esse tema acabaram sendo alguns dos mais acessados do ano. Falamos sobre cozinhas de aluguel, oferecemos orientações para quem estava se adaptando ao formato de entrega, mostramos a estrutura necessária para esse serviço, entre outros.

2020 também trouxe lançamentos

Apesar de todas as dificuldades, o ano de 2020 não passou sem lançamentos. Entre os posts mais acessados, estão também nossa publicação sobre novas unidades da KFC, Taco Bell e Starbucks no Brasil. Outra novidade importante, foi a apresentação ao mercado dos novos equipamentos de cocção da Tramontina. Trabalhamos por dois anos para o desenvolvimento da Linha América e ficamos muito felizes com o sucesso dos produtos no mercado.

Posts mais acessados de 2020:

 

O Futuro dos Restaurantes Self-Service Pós Covid

Baixe ebooks gratuitos sobre o futuro dos restaurantes self-service

Temos cozinhas focadas na produção para delivery

KFC, Taco Bell e Starbucks inauguram unidades no Brasil

Franco Bachot lança soluções de divisórias temporárias para restaurantes

Consultores prestam orientação para restaurantes que queiram migrar para o delivery

Atendimento gratuito para restaurantes, bares e outros negócios de alimentação

Estadão mostra crescimento de cozinhas de aluguel impulsionadas pelo mercado de delivery

10 lições para o futuro dos restaurantes self-service

Tramontina apresenta nova linha de cocção 

 

 

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Estratégia de design é diferencial em lançamento da Tramontina

Um produto precisa existir em um meio termo perfeito entre as necessidades do usuário e as possibilidades do mercado. Para chegar a esse ponto de equilíbrio é preciso muita pesquisa. Foi exatamente esse trabalho de análise do setor e estudo de estratégias que o StudioIno realizou para a Tramontina. Esse estudo aconteceu em preparação para o desenvolvimento da Linha América, o novo conjunto de equipamentos de cocção da marca.

A campanha de marketing para os produtos diz “Uma Tramontina que cabe no seu negócio” e para Darci Friebel, diretor comercial da empresa, essa frase resume o objetivo da pesquisa estratégica feita com o StudioIno. A missão era produzir equipamentos de alta rendimento que pudessem ser adquiridos por grandes, médios ou pequenos estabelecimentos. “A Linha América para a Tramontina é um novo ponto de partida para nos aproximarmos o máximo possível do grande público, oferecendo um produto de qualidade mas com preço acessível para todos”.

Usuário em primeiro lugar 

O estudo de design estratégico do StudioIno focou no usuário, ou seja, nos operadores típicos das cozinhas brasileiras. O estudo envolveu análise de mercado, avaliação de materiais e acabamentos, conversas com fornecedores, entre outros. 

O trabalho foi feito em parceria com o cliente e Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, fala de um momento importante nessa atuação conjunta. “Um ponto importante foi a realização de um workshop com toda a equipe do projeto, ao final da pesquisa, para definições colaborativas. Nessa oficina, nós pudemos tomar decisões sobre o posicionamento do produto no mercado, a relação qualidade x preço, a definição do portfólio, quais equipamentos seriam produzidos, as principais características de cada produto e como seriam construídas as vantagens competitivas para essa linha”.

Depois das discussões estratégicas, a equipe do StudioIno desenvolveu os desenhos e especificações de todos os equipamentos da Linha América. Esses projetos voltaram ao cliente para adequações. “Nossa equipe recebeu os desenhos em 3D do StudioIno e fez a parametrização para adaptá-los à realidade produtiva da Tramontina”, detalha Friebel. 

Somada às prototipagens e testes, a etapa de design estratégico durou mais ou menos dois anos.

Equipamentos de cocção para várias aplicações

A família América de equipamentos de cocção conta com mais de 20 itens. O extenso portfólio tem opções como  fogões, fornos, banhos maria, char broilers, chapas, fritadeiras, cozedores de massas e módulos neutros para apoio. 

A linha América foi pensada para diferentes tipos de operação de foodservice, como hotéis, restaurantes, hospitais e empresas. Com unidades modulares, os equipamentos podem ser utilizados de maneira independente ou montados em blocos de cocção. 

São produtos de alto rendimento, com qualidade superior em relação aos principais concorrentes, tecnologicamente atualizados com o mercado mundial e com custos competitivos. 

Clique na imagem para assistir ao vídeo de Emmanuel Melo explicando o desenvolvimento da estratégia para a Linha América:

Sobre a Tramontina: Fundada em 1911, a Tramontina é uma das marcas mais conhecidas do Brasil. Não é para menos. A empresa tem cerca de 18 mil produtos no mercado, sendo responsável por uma grande fatia do comércio de utilidades para a casa. Desde as famosas facas, até móveis e equipamentos. Atualmente a Tramontina está presente em 120 países e tem mais de 8 mil funcionários.

 

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Gelateria inova com atendimento drive thru

Se abrir um negócio já é, por si só, uma tarefa árdua, fazer o mesmo durante a pandemia é ainda mais difícil. O empresário Tiago Silva e a equipe da Boto Sorveteria Artesanal encararam o desafio e montaram um estabelecimento inovador. Um espaço com atendimento drive thru. O cliente entra de carro, faz o pedido e recebe o produto sem sair do veículo. Para colocar a ideia em prática, o StudioIno foi chamado, desenvolvendo as soluções de arquitetura necessárias.

A Boto fica em Santarém (PA) e é especializada em sabores da Amazônia. A pesquisa para o projeto de arquitetura para uma ideia tão diferente foi feita junto com o cliente e com a agência de comunicação que trabalhou a identidade da proposta. As riquezas da região foram a inspiração principal. O empreendimento foi inaugurado em outubro de 2020 e já há planos para as próximas unidades.

 

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Vamos começar a desenhar 2021 juntos?

Chegamos até aqui com muito trabalho e paciência. Nem precisamos dizer que 2020 foi um ano desafiador para o setor de foodservice, mas vimos muitas iniciativas criativas e inovadoras surgirem.

Se você tem um negócio de alimentação e quer pensar em novidades para 2021, nós queremos conversar. Somos especialistas em arquitetura e design para foodservice. Além disso, temos experiência em desenvolver estratégias e diferenciais. Podemos contribuir para o crescimento do seu estabelecimento.

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