O mercado delivery está em alta. Como preparar o negócio para essa oportunidade?

Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o mercado de delivery movimentou 9 bilhões de reais em 2015. Como preparar um empreendimento para atender essa demanda? Este, assim como as oportunidades de “grab and go”, foram os temas da palestra que Diris Petribú, diretora do StudioIno, e a consultora Nathália Sifuentes fizeram na Equipotel, no último dia 14.

Como preparar um negócio para delivery?

Para Diris, cinco pilares fazem com que um serviço de delivery seja bem sucedido e é para eles que o empreendedor do setor deve atentar. Esses pontos principais são:

1 – Mercado = qual será o público? Qual será a área atendida? Qual volume de vendas previsto?

2 – Cardápio = será o mesmo do restaurante ou um versão reduzida? Como será a embalagem e apresentação dos pratos?

3 – Vendas e entrega = como serão feitas as vendas, por ferramentas próprias ou de terceiros? Como será o sistema de entrega?

4 – Comunicação = como as ferramentas de comunicação do negócio vão informar ao público sobre o serviço de delivery?

5 – Estrutura física = como o ambiente do negócio, os funcionários e o fluxo de movimentação vai ser adaptado para o serviço de entrega?

Dentre os exemplos de serviço de entrega bem feito, Diris mostrou a experiência do VeganJá, um delivery de comida vegana em São Paulo. A loja não tem cozinha própria. Utiliza a estrutura colaborativa do Hub Foodservice e baseia todo o modelo de negócios nas vendas à domicílio. São marmitas sem produtos de origem animal, embaladas de forma ecológica e entregues em caminhonetes com refrigeração. O formato deu tão certo que a VeganJá passou de 250 refeições produzidas por semanas para mil pratos feitos no mesmo período em apenas uma ano e meio de operações. A loja já prevê chegar a 1,6 mil marmitas por semana em outubro.

A experiência do “grab and go”

Nathália Sifuentes falou sobre oportunidades de negócio com “grab and go”, uma solução de alimentos prontos e de fácil acesso que tem ganhado espaço no mercado nacional. “Não é loja de conveniência, com produtos empacotados. É comida de verdade, fresca, e pronta para levar”, explicou a consultora.

Nathália detalhou mostrou que fatores influenciam em um serviço de “grab and go” rentável e agradável para o cliente. Entre eles, está o desenvolvimento de uma embalagem atrativa e adequada ao alimento, e a oferta de produtos locais e saudáveis.

FCSI na Equipotel

Diris e Nathália fazem parte da Foodservice Consultants Society International (FCSI). A palestra das profissionais fez parte da programação da FCSI na Equipotel que, durante os quatro dias da feira, trouxe especialistas associados para conversar com o público sobre temas pertinentes ao mercado de foodservice.

 

Mais da Equipotel: veja a conversa sobre conceito em foodservice

 

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