Ajude famílias de Heliópolis a enfrentar a pandemia

Uma campanha solidária está levantando fundos para ajudar famílias de Heliópolis, São Paulo, que estão enfrentando dificuldades com a quarentena necessária para conter a disseminação da Covid-19. A ação é organizada pela Heavy Conecta e pela União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (Unas). A cantora e compositora Manu Gavassi, é a porta-voz da iniciativa. Para ajudar, basta fazer a doação na página da campanha na plataforma Benfeitoria.

O valor arrecadado será usado para comprar “super cestas básicas” para as famílias. O kit é mais caprichado que uma cesta básica comum e será composto de: uma proteína animal, frutas, verduras, legumes e ovos, fornecidos por pequenos produtores locais, um botijão de gás e também brinquedos para as crianças que estão confinadas sem poder ir à escola.

Assista ao vídeo da campanha:

 

A primeira meta da campanha é levantar R$100 mil reais e impactar a vida de mais de 6 mil pessoas em Heliópolis. Manu Gavassi, como embaixadora da ação, já doou os R$ 50 mil iniciais.

Sobre a Unas: O StudioIno é parceiro da Unas no projeto para a Oficina de Sorvete de Heliópolis (OSH). A ONG foi fundada em 1978, e hoje organiza 51 ações e atende 10 mil pessoas no bairro.

 

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Como serão os restaurantes self-service a partir de agora

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, participou de uma discussão muito boa sobre as transformações que os self-services devem passar para se ajustar a esse novo momento.

A conversa foi a Cozil, fabricante de equipamentos para cozinhas industriais. Emmanuel falou sobre inspirações para novos formatos e modelos de negócio. Você pode assistir acessando o canal do YouTube ou IGTV da Cozil

Esse papo faz parte de uma série de vídeos da Cozil sobre o novo cenário do foodservice.

Nos próximos vídeos, os temas serão: 

– O novo consumidor e a relação com o self-service.

– Tecnologia para os novos formatos de autosserviço.

Assista aqui.

 

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Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

Neste período de quarentena, muitos negócios de alimentação migraram para o serviço de entrega para garantir a continuidade do funcionamento. A transição não foi fácil mas alguns ótimos exemplos surgiram durante a crise. Diris Petribu, diretora do StudioIno, do Hub FS e do Hub CK, conversou sobre esse tema com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria,  uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos.

O papo com Diris faz parte de uma série de vídeos que a Guersola tem feito com especialistas do mercado de foodservice. A conversa, que abordou boas práticas de delivery e o que se pode aprender com quem está tendo sucesso nesse formato, está disponível no perfil da consultoria no Instagram

 

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(Imagem do cabeçalho: Patrick Connor Klopf / Unsplash)

Matéria da UOL aponta crescimento da demanda por cozinhas de aluguel

A UOL conversou com a Diris Petribu, diretora do StudioIno sobre o mercado de cozinhas de aluguel. Ela falou sobre o trabalho do Hub FS e do Hub CK, os dois conjuntos de cozinhas colaborativas que ela comanda. A matéria detalha o funcionamento das chamadas “cloud kitchens” e mostra como esse modelo de negócio ajuda estabelecimentos de alimentação focados no delivery.

O texto conta um pouco da trajetória do Hub FS e do Hub CK até o momento:

“Há cinco anos no mercado de cloud kitchens, o StudioIno começou o negócio com um imóvel de três cozinhas em Perdizes, zona oeste de São Paulo, voltado para dar suporte a food trucks e startups que atuam na região, o Hub Foodservice. Em 2019, investiu na adaptação de outro edifício com mais dez cozinhas e estrutura para delivery, o Hub CK (cloud kitchen), no mesmo bairro”

Diris explica como foi o investimento nos espaços:

“Os nossos clientes são, na maioria, restaurantes já consolidados. Nem todos têm o delivery próprio. Alguns deles estão sediados em outros pontos da cidade. Como não atendiam à região oeste, decidiram alugar o espaço para ampliar o raio de atuação”

O texto assinado pelo jornalista Bruno Cirilo foi publicado na última semana na página Nossa UOL, que traz conteúdo sobre gastronomia, viagem, moda e estilo de vida. A matéria inteira está disponível aqui.

 

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10 lições para o futuro dos restaurantes self-service

Enquanto várias cidades do Brasil começam a reabrir o comércio, o momento é mais do que apropriado para pensar e se preparar para o funcionamento de restaurantes. Quando o pico da pandemia tiver passado e pudermos pensar em trabalhar com segurança, como será o novo cenário do setor de alimentação? Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, falou sobre isso durante o seminário de inovação para esse mercado promovido pelo Canal Restaurante. A palestra, convertida em ebook gratuito, abordou 10 lições para pensarmos o futuro dos restaurantes self-service.

Como será o futuro

Entre mudanças significativas e ajustes pontuais, estabelecimentos e fornecedores estão calculando diferentes cenários. Em pesquisa com especialistas de diferentes áreas, Emmanuel Melo listou 10 elementos que, certamente, terão impacto no funcionamento de restaurantes self-service

1 – Será preciso criar e comunicar um protocolo de segurança

Estabelecimentos de alimentação já operam dentro de rigorosos controles de segurança e higiene. Esses protocolos deverão ser atualizados para incluir as medidas de prevenção à Covid-19 e o público deverá ser bem informado sobre as ações tomadas.2

2 – O cliente vai precisar lavar as mãos antes das refeições

Para garantir que o consumidor higienize as mãos corretamente, o estabelecimento deverá oferecer opções como pias ou dispensadores de álcool gel.

3 – Os alimentos no bufê deverão ser protegidos

Restaurantes self-services costumam ter um grande balcão com alimentos expostos. Esse espaço deverá ser repensado para que as comidas estejam protegidas de gotas de salivas das pessoas ao redor.

4 – Alimentos porcionados e pré-embalados podem ser uma alternativa

Além do autosserviço, os restaurantes podem passar a oferecer refeições ou lanches já prontos e embalados, como sanduíches e saladas.

5 – Oferecer pratos prontos é outro caminho

Outra opção ao autosserviço é a oferta de pratos servidos. Preparados por funcionários e entregues ao cliente na hora.

6 – Será necessário pensar outras alternativas de venda além do salão

Com as medidas de distanciamento físico, o número de mesas no salão podem ser reduzidas. Para continuar gerando receita, outras alternativas devem ser analisadas. Entre elas: delivery, pickup e venda de ingredientes para preparo em casa. 

7 – Mais do que nunca o digital ganhará força

Cardápio digital, app para adiantar os pedidos e a possibilidade de receber pagamentos sem contato entre o cliente e o funcionário. Essas são algumas vantagens virtuais que podem ser adicionadas às operações.  

8 – É possível vender o dia inteiro

Com refeições pré-porcionadas e embaladas, as vendas podem acontecer durante todo o dia e não apenas nos horários tradicionais de almoço e jantar.

9 – A preparação antecipada é mais produtiva

As refeições prontas permitem um melhor usos das horas de trabalho e possibilitam as vendas por outros formatos, como o delivery.

10 – Desenhar no chão as marcas de distanciamento na fila será prática comum

Será preciso ajudar o consumidor a manter a distância apropriada dos outros. As marcações no chão indicando o espaçamento da fila será essencial.

Referência para planejar

Todas as 10 lições estão detalhadas em um ebook disponível para download gratuito. A publicação pode ser uma boa referência para planejar o futuro do estabelecimento quando o momento da reabertura chegar.

 

 

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Baixe ebooks gratuitos sobre o futuro dos restaurantes self-service

Quando as medidas de restrição para o combate à Covid-19 forem diminuindo, como será a operação dos restaurantes? Essa é uma pergunta que o setor de alimentação está se fazendo em todo o mundo. E nós também. Focamos nos estabelecimentos de autosserviço, nosso familiar restaurante self-service. Conversamos com especialistas em diferentes áreas e montamos um protocolo de reabertura, com orientações e ideias. Agora, resumimos alguns desses pontos em dois ebooks gratuitos que estamos disponibilizando para download aqui no site.

Na primeira publicação, falamos rapidamente sobre algumas adaptações mais simples que os restaurantes de autosserviço podem adotar para oferecerem segurança aos consumidores sem precisar fazer investimentos muito altos. 

No segundo ebook, mostramos transformações inovadoras que negócios com mais poder de investimento podem fazer para trabalhar com segurança e ainda melhorar os resultados do negócio. 

Os ebooks são um desdobramento de um artigo que postamos aqui há algumas semanas. Conversamos com médicos, nutricionistas, designer e arquitetos e elaboramos algumas sugestões de protocolo para a reabertura de restaurantes self-service. Tentamos imaginar quais seriam mudanças necessárias para esses estabelecimentos funcionarem após a pandemia. 

Esperamos que nossa pesquisa possa ajudar você e o seu negócio a se preparar para o futuro. Estamos à disposição para conversar e tirar dúvidas. 

 

Diris Petribu

Emmanuel Melo

Equipe StudioIno 

Restaurante prepara e distribui refeições para população sem teto

O empresário Rogério Alonso Pires viu as cozinhas dos três restaurantes que comanda fechadas. Com as medidas de contenção à disseminação da Covid-19, estabelecimentos de alimentação tiveram que suspender as atividades temporariamente. Pires sentiu o impacto das restrições, mas lembrou de pessoas que estão passando por uma situação ainda mais difícil que a dele. Daí surgiu a ideia de aproveitar os equipamentos parados para produzir e distribuir refeições para moradores de rua.

Para tirar a vontade do papel, o empresário criou o projeto ComVida e de Barriga Cheia. Com a ajuda de voluntários e o auxílio de doações, a iniciativa já atendeu centenas de pessoas na região do Ceagesp e Largo da Batata, em São Paulo (SP). Atualmente a ação serve almoço de segundas a sexta-feira e entregam kits de higiene para 200 pessoas.

Como ajudar

As doações de alimentos serão recebidas durante a semana no Restaurante do Barão, localizado na Av. Brigadeiro Faria Lima 1235, das 8h às 12h. Quem puder fazer doações em dinheiro, ajudará na compra de combos de ingredientes para o preparo das refeições. Cada prato custa, em média, R$ 2,50. Também é possível doar o valor correspondente a combos para 10, 20, 30, 50 ou 100 refeições:

  • Combo para 10 pessoas: R$ 25,00
  • Combo para 20 pessoas: R$ 50,00
  • Combo para 30 pessoas: R$ 75,00
  • Combo para 50 pessoas: R$ 125,00
  • Combo para 100 pessoas: R$ 250,00 

Para doações em dinheiro:

  • Banco Santander
  • Agencia: 0729
  • Conta corrente: 1013714-1 
  • Rogério Alonso Pires 

Para mais informações, a pessoa interessada pode ligar para (11) 99302-2885

 

Doações terão continuidade

Pires não esconde que situação está difícil para ele. O trabalho com o ComVida foi uma forma que ele encontrou de enfrentar esse momento. “O prejuízo é muito grande mesmo mas estamos conseguindo segurar. Em vez de ficar me lamentando, eu pensei, ‘vamos fazer alguma coisa para ajudar’. Sempre tem gente precisando mais do que nós, não é? Aí eu decidi usar as cozinhas para produzir essas refeições”. 

A iniciativa está dando tão certo que o empresário já imagina dar continuidade quando terminar a quarentena. Rogério é proprietário dos Restaurante do Barão, Lanchonete Amizade e Quintal do Izi. Ele pensa em usar as cozinhas, em horários livres, para continuar e até aumentar a produção de refeições gratuitas. A ideia é, no futuro, destacar um local nos restaurantes para que os interessados possam ir lá buscar os pratos. 

 

Starbucks distribui alimento para necessitados durante a pandemia

No Brasil, a Starbucks fechou o mês de abril comemorando a doação de 36 mil itens de alimento para 28 instituições. No início das restrições impostas pela pandemia de Covid-19, a cafeteria se articulou com ONGS em diferentes estados para buscar formas de ajudar. A marca doou leite para organizações que ajudam crianças pobres, e distribuiu café para populações necessitadas, entre outros exemplos.  A Starbucks é cliente do StudioIno desde 2013 e o escritório já projetou dezenas de unidades para a marca em diferentes estados.

 

Agradecimento em forma de sorvete para profissionais da saúde

A rede San Paolo Gelato Gourmet doou sorvete para hospitais em diferentes estados. Foram mais de 6 mil potinhos entregues em Pernambuco, Ceará, São Paulo e outras localidades. Renata Aguiar, proprietária da marca diz que a ação está em sintonia com a filosofia da empresa. “A San Paolo tem como um dos principais valores levar momentos felizes para as pessoas.Então, nesse momento tão diferente que estamos vivendo, no qual as pessoas não conseguem confraternizar em nossas lojas, nos sentimos motivados a levar um pouco de felicidade onde elas estivessem. E e nada mais justo que na “frente de batalha”, onde tudo está acontecendo. Queríamos oferecer um momento de alegria e descontração àqueles que estão cuidando das pessoas doentes”. A San Paolo é cliente do StudioIno desde 2017.

Cozinheira faz refeições para moradores de rua

A chef Márcia Ramos pediu a ajuda de seus clientes e, com o valor arrecadado, preparou e distribuiu refeições para cerca de 300 pessoas desabrigadas. Ela entregou também máscaras e água. Márcia é cozinheira e assistente social e fornece pratos prontos saudáveis por delivery. A cozinha dela foi projetada pelo StudioIno. A chef conta que a motivação para a ação veio de um sentimento de empatia pelo próximo no meio deste momento de crise. “Eu tento entender o que o outro está passando. Mas a gente não faz ideia do que é realmente essa vida na rua. Então espero poder ajudar”.