Topema avança no mercado americano com design brasileiro

O programa Design Export divulgou, recentemente, o case da Topema. A empresa está expandindo o portfólio de exportação com um produto redesenhando pelo StudioIno:

Com uma história de mais de 50 anos, a Topema Cozinhas Profissionais fabrica equipamentos e acessórios para cozinhas em Diadema, São Paulo. A empresa já exporta para os Estados Unidos e, para aumentar a percepção de valor em um dos seus produtos, participou do Design Export para redesenhar o equipamento.

Trata-se do ROBO FROZEN®, produto da linha Innovations que se comporta como uma vending machine totalmente automatizada para a venda de sorvetes, doces e quaisquer produtos consumíveis que podem ser dosados. De acordo com Lourival Nascimento dos Santos, diretor de inovação da Topema, era preciso fazer melhorias no equipamento. “A percepção é de que a máquina atual ainda intimida o usuário. Ela precisa trazer aos consumidores uma experiência de compra agradável e interativa. Nossa intenção foi deixá-la com uma interface melhor e com acabamento perfeito, além de cumprir as exigências de órgãos certificadores nacionais e internacionais”, comenta.

O escritório StudioIno foi conectado à empresa e assumiu o projeto de redesign do ROBO FROZEN®. “O grande desafio era humanizar um equipamento robótico automatizado. Trabalhamos na melhoria da percepção visual, na criação de trilha sonora, nas luzes e na comunicação no ponto de venda. Tudo isso para melhorar a experiência do consumidor”, diz o designer Emmanuel Melo.

 

Informações do Design Export

 

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Como aproveitar as oportunidades do mercado de delivery

O surgimento dos aplicativos para pedir comidas em casa fez o negócio de delivery se fortalecer no mercado brasileiro. Entretanto, muitos restaurantes ainda não oferecem o serviço. Ou seja, esse é um setor no qual há muita oportunidade de crescimento. Vamos ver como um empreendimento pode expandir as operações agregando o serviço de refeições entregues em domicílio ao modelo de negócios?  

Diris Petribú, diretora do StudioIno, analisou o tema detalhadamente neste artigo para a Infood.

Leia o texto completo abaixo:

 

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Consultores brasileiros podem fazer exame de Sociedade Internacional de Foodservice em português

Os testes da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice (FCSI, na sigla em inglês) estão agora disponíveis em português. Anteriormente, as provas só podiam ser realizadas em inglês. Profissionais brasileiros interessados em ingressar da FCSI ou já participantes que queiram subir nas categorias da Sociedade devem entrar em contato com representantes da Sociedade nos EUA ou no Brasil para iniciar o processo.

Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, foi o primeiro especialista do Brasil a completar toda a seleção em português, fazendo testes de conhecimento, apresentação oral, sumário executivo da apresentação oral e análise de projeto. Melo faz parte da FCSI desde 2015 e agora chega à categoria mais alta do grupo, se tornando Membro Profissional.

“Eu estou feliz e orgulhoso. Valeu a pena a dedicação e a disciplina para realizar os estudos necessários. Aprendi mais sobre os valores, ética e procedimentos da FCSI, que constituem as regras fundamentais para a formação de um mercado global de consultoria e projetos em foodservice. Desejo, com essa realização, motivar os meus colegas brasileiros a conquistarem também este importante título”, diz Melo.

O designer teve a oportunidade de ser o primeiro a completar o teste em português. Junto com o consultor Raoni Saade, Melo tem participado como convidado da CPSTA, o comitê de normas e procedimentos da FCSI responsável pelas traduções e adaptação dos exames para o português. Saade também completou os exames está aguardando a homologação e anúncio de seu nomeTodo o processo para se tornar membro profissional durou cerca de um ano e os dois especialistas brasileiros não tiveram acesso ao conteúdo antes da realização dos testes. 

Como fazer o teste em português?

Para prestar o exame é preciso ser membro sênior da FCSI. O interessado deve comunicar o interesse para kimberly@fcsi.org aos cuidados de Kimberly Kissel, diretora de educação da FCSI nas Américas.

A FCSI apoia os postulantes a membro profissional com a indicação dos livros para estudo, tutoriais em português para a apresentação oral e para a elaboração do sumário executivo, e também designa um treinador para orientar cada candidato.

Como funciona o teste?

O teste é rigoroso, com prova escrita com 162 questões técnicas, apresentação oral de um projeto ou treinamento, dependendo da especialidade do consultor postulante, e preparar um sumario executivo da apresentação oral.

O que é a FCSI e porque participar?

A FCSI está em atividades desde os anos 1950s tendo adotado o nome atual em 1979. A Sociedade tem representação nas Américas, na Europa, na Ásia, no continente africano e no Oriente Médio. São mais de 1.300 integrantes distribuídos em 46 países ao redor do mundo. Os participantes praticam os valores do grupo, que envolvem buscar educação continuada, colocar o cliente em primeiro lugar e seguir regras de ética profissional.

Mais notícias sobre a FCSI no Brasil:

 

 

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Aeroporto de Belo Horizonte conta com diferentes opções de foodservice

Enquanto esperam o voo, os passageiros no Aeroporto de Confins podem aproveitar uma das variadas opções de alimentação que o StudioIno projetou por . Isso porque, o terminal de Belo Horizonte, Minas Gerais, é um grande portfólio dos trabalhos da empresa. O local conta com um completo food hall que reúne diferentes várias tipos de comida em um lugar, e também projetos individuais, como os restaurantes Viena Express e Sports Bar, além do conceitual Grab n’ Fly.

Diferentes opções de alimento e serviço

As alternativas no food hall variam entre hambúrguer, tapioca, açaí, café, pizza, massa, saladas, comida oriental, entre outras. Os espaços de alimentação foram encomendados pela empresa responsável por essa área no aeroporto, a International Meal Company (IMC). Diris Petribú, diretora do StudioIno, explica que o objetivo foi esse mesmo, “atender os clientes com opções variadas”.

Fora do conceito do food hall, o StudioIno desenhou ainda os cafés Espresso Mineiro e Black Coffee, o restaurante Viena Express, e o Sports Bar. As unidades foram sendo entregues ao público a partir de novembro do ano passado. Petribú detalha o processo, “Primeiro fizemos o bar, depois o food hall com produtos frios como comida oriental, saladas e crepes, e o Grab n’ Fly. A parte de comidas quentes foi entregue um mês depois, com a inauguração da tapiocaria, o espaço de massas e pizza, a hamburgueria e o Viena Express”.

O aeroporto de Confins tem capacidade para receber até 10 milhões de passageiros por ano. Em uma pesquisa da Secretaria de Aviação Civil foi escolhido o quarto melhor do Brasil no quesito alimentação.

 

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Soluções para tornar a comida de aeroporto atrativa e prática

Mesmo os passageiros mais apressados podem escolher comidinhas rápidas, saudáveis e gostosas no corre corre entre um voo e outro. Pensando assim, o International Meal Company (IMC) chamou o StudioIno para desenvolver o design e arquitetura de estações de alimentação para aeroportos. O resultado foi o conceito do Grab n’ Fly, uma unidade de foodservice compacta, modular e pensada para as necessidades deste público.

O primeiro Grab n’ Fly, em operação no aeroporto de Guarulhos, foi entregue em dezembro de 2015. Hoje, a marca cresceu e já conta com mais quatro unidades. Duas funcionam atualmente no terminal de São Paulo, uma no aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, e a mais recente, no aeroporto de Brasília.

As inovações do projeto

A operação foi desenvolvida para ocupar pouco espaço e levar oferta de lanches rápidos para as áreas de circulação de passageiros. Para atender essa demanda, foram desenvolvidas soluções simples mas decisivas, explica o arquiteto João Carlos Faias, coordenador de projetos do StudioIno.

O conceito conta com sistema de auto serviço que torna a operação mais rápida. Expositores de bebidas, por exemplo, e gôndolas são abertas e voltadas para o cliente. A unidade foi pensada em módulos que possibilitam diferentes formações e assim, uma adequação maior para a necessidade do consumidor em cada local. É possível ter configuração em ilha, como um quiosque, em forma de “L” ou em “U”. A formação em linha, por sua vez, facilita a venda e a circulação pelos corredores. Os diversos formatos também permitem explorar da melhor forma possível a área de exposição dos produtos.

 

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Publicação americana vai mostrar inovações de projeto para restaurante brasileiro

O projeto de reconceituação do restaurante Viena coordenado pelo StudioIno foi selecionado para publicação da revista Project Showcase 2017, da Sociedade Internacional de Consultores de Foodservice, (FCSI, na sigla em inglês). O informativo é editado uma vez por ano e traz ações inovadoras realizadas pelos integrantes da FCSI em todo o mundo. Um grupo de editores recebem as submissões e escolhem apenas 12 para ser detalhadas no anuário. O projeto do StudioIno é o único da América Latina dentre os projetos de design de cozinha selecionados.

Por que o projeto Viena Delish é inovador

O International Meal Company – Imc, detentor da marca Viena, chamou o StudioIno com o desafio de renovar a rede de restaurantes que há 40 anos havia sido bem sucedida em São Paulo. A ideia era atrair nova clientela sem perder de vistas os frequentadores fiéis. Para atender a demanda, o StudioIno coordenou os trabalhos de uma equipe multidisciplinar.

Na primeira fase do projeto, profissionais convidados, junto com especialistas do StudioIno e do cliente, fizeram workshops de reenquadramento e cocriação para pensar um novo conceito para o restaurante. Com a ideia fechada em mãos, foi hora de elaborar os novos menus, projeto da cozinha e do salão, ambientação e comunicação visual.

Todo o trabalho foi realizado em quatro meses de pesquisas, projetos e mais dois de obras. A unidade reformulada do Viena Delish no Shopping Iguatemi foi inaugurada com uma abordagem diferenciada. O local passou a ser um food Market, com diferentes opções de espaços, serviços e menu. Agora, ela servirá de modelo para os outros estabelecimentos da marca no Brasil.

 Saiba mais sobre o Viana Delish

Como o trabalho para o Viena Delish foi selecionado

Para participar da publicação é preciso submeter uma carta de intenção e responder um questionário simples. Caso passe por essa etapa, os profissionais interessados devem preencher um formulário bem mais longo defendendo o projeto e dando todas as informações técnicas como fornecedores, equipamentos e soluções. Além disso, é preciso enviar imagens, layouts e uma lista minuciosa dos itens do projeto.

Este ano, foram selecionadas 12 ações de design e arquitetura para foodservice. Todos são norte-americanos, com exceção do realizado pelo StudioIno. Outros dois projetos de gestão e serviços também estarão na publicação e um deles é brasileiro. É o trabalho para Esquina Grill, conduzido por profissionais da Mapa Assessoria.

A revista Project Showcase é produzida desde 2013 e é distribuída para 10 mil leitores. A edição deste ano será publicada em setembro.

 

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Cafeteira brasileira ganha mercados africano e sulamericano

O brasileiro adora café e, entre todos os tipos, a preferência nacional é o coado. Ciente da qualidade deste produto nacional, a Titã lançou a Coffee Line, uma linha de cafeteiras de café coado com capacidade para quatro litros. O produto agora está ganhando o mundo com exportações para países da América do Sul e do continente africano.

O desenho do novo produto foi desenvolvido pelo StudioIno. O objetivo foi somar melhorias a um equipamento tão conhecido utilizando design, matéria prima e forma de utilização simples. Edinael Magalhães, diretor comercial da Titã, diz que, em pesquisas, a empresa verificou que o design para este produto, no Brasil, estava desatualizado. “O mercado estava buscando novas alternativas, com isso surgiu nosso projeto em parceira com Studiolno”.

A cafeteira é destinada para usos em cafeterias, escritórios, padarias, entre outros. Ela tem estrutura totalmente em aço inox escovado. A tampa superior e a pingadeira são em alumínio com pintura eletrostática. Na parte elétrica, a resistência é de aço inox 304 tubular, termostato capilar tem sensor de imersão e a fiação conta com revestimento em silicone que resiste a temperaturas de até 300ºC.

O produto conta com isolamentos que proporcionam economia de energia e torna o uso mais seguro. O formato da cafeteira, semelhante à embalagem de café a vácuo, permite personalização pelo cliente, e as torneiras são fabricadas de forma mais simples para deixar a higienização mais fácil.

Sobre a Titã – A Titã foi fundada em 1993 em São Bernardo, São Paulo, e é uma fabricante especializada em equipamentos elétricos para estabelecimentos comerciais como display térmicos, estufas e fornos.

Design Export – A projeto para a Titã realizado como parte do programa Design Export da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) do qual o StudioIno faz parte. A iniciativa seleciona, por meio de editais, empresas brasileiras com perfil exportador. A partir daí dá todo suporte, inclusive financeiro, para o desenvolvimento de projetos de embalagens e/ou produtos. O incentivo tem como objetivo aumentar a competitividade da empresa na busca de novos mercados no exterior.

Mais sobre a cafeteira Titã – https://www.youtube.com/watch?v=7WbhH1nHhgo

 

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Como a experiência do consumidor faz toda a diferença em um negócio de foodservice

Quando uma família e um grupo de amigos decide jantar fora, alguns fatores os farão ficar felizes ou chateados com o passeio. A qualidade da comida é essencial, mas outros elementos também contribuem e é a soma deles que se chama de experiência do consumidor.

Que fatores são esses? Como um estabelecimento de foodservice pode administrá-los para buscar uma experiência positiva?

Essas e outras questões foram discutidas durante a conversa que Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, teve com o site Mercado Food Service.

Acesse todo o bate-papo aqui:

 

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10 TENDÊNCIAS EM CONCEITOS DE FOODSERVICE

A Associação Norte-Americana de Restaurantes (NRA, na sigla em inglês) divulgou, recentemente, um guia com as principais tendências que estão ganhando popularidade no mercado de foodservice. Uma das perguntas feitas durante o estudo foi: que conceito o consumidor procura quando vai comer fora?

Para chegar aos resultados, a NRA entrevistou cerca de 1.300 chefs profissionais cadastrados na Federação Culinária Norte-Americana.

 

Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, observou as indicações da pesquisa e fez uma análise das principais tendências em conceito de foodservice apresentadas com exemplos brasileiros:

1. Ingredientes hiperlocais

Os chefs estão dando ênfase adicional ao frescor dos produtos. Isso significa que alguns deles estão produzindo os ingredientes no próprio restaurante, com telhados verdes e hortas hidropônicas, onde cultivam mostarda, manjericão, brócolis e muito mais. Não poderia ser mais local que isso.

2. Fast casual com toque do chef

Atendimento no balcão com receitas mais elaboradas e criativas. Os chefs estão explorando cada vez mais o espaço do Fast Food. O segmento do Fast Casual cresceu de forma explosiva na última década e não mostra sinais de desaceleração. Os menus estão focados em ingredientes frescos e de alta qualidade pois, os chefs criam versões de restaurantes finos de hambúrgueres, pizza, sanduíches e muito mais.

3. Ingredientes naturais / menus limpos

Os chefes continuam a prestar mais atenção à qualidade e à proveniência das matérias-primas que utilizam. Eles estão se concentrando em itens minimamente processados ​​e servindo uma variedade maior de alimentos naturais e integrais que são saudáveis ​​e saborosos.

4. Sustentabilidade ambiental

Mais clientes, especialmente os da geração millenium, estão procurando por marcas de restaurantes que compartilhem suas crenças e valores de responsabilidade ambiental. Eles querem empresas que praticam a reciclagem, gerenciam seus resíduos alimentares e utilizam ingredientes de fontes locais. Os chefs, que reconhecem os benefícios da sustentabilidade, estão conquistando novos clientes leais e ajudando a salvar alguns recursos naturais.

5. Produtos de origem local

Chefs sabem que os consumidores estão dando mais atenção ao que comem e que o desejo por produtos cultivados localmente está crescendo fortemente. Muitos também estão trabalhando com os agricultores locais para obter as frutas e vegetais mais frescos e procuram colheitas de menor escala com produtos únicos e variados para inspirar a criatividade culinária.

6. Carne e frutos do mar de origem local

Os cozinheiros querem a proteína da mesma forma que os vegetais – frescos e criados localmente. Trabalhar com espécies de peixes nativas da região ou de um criador local de raças de porcos inspiram os chefs a serem criativos com menus, indo ao encontro dos consumidores interessados em tudo o que é local.

7. Redução de resíduos de alimentos

Os restaurantes estão preocupados e interessados em desenvolver mais formas de reduzir a quantidade de resíduos alimentares que geram e jogam fora. Eles estão começando a servir porções menores, a doar comida não utilizada aos necessitados, e a reciclar ou enviar resíduos para compostagem. Esses procedimentos também ajudam os restaurantes a serem mais eficientes e a reduzir os custos da produção.

8. Kits de refeição

Desde 2012, o negócio do kit de refeição tem crescido a passos largos e os restaurantes estão entrando nessa ação. Esses pacotes de ingredientes selecionados e porcionados oferecem aos consumidores a opção de cozinhar as refeições em casa. É um caminho entre o “take away (comprar a comida pronta) e o scratch” (fazer tudo desde o começo) em casa.

9. Simplicidade / voltar ao básico

Consumidores e chefes estão ficando nostálgicos dos velhos tempos. Lembra-se de quando a gastronomia molecular era o negócio da vez? Agora, pense em antes da época da química culinária, quando os chefs trabalhavam principalmente com métodos simples de preparação e receitas simples. É isso!

10. Nutrição

Os consumidores estão ficando mais inteligentes sobre os alimentos que comem e mais sintonizados com os próprios corpos. Eles querem fazer escolhas de refeições melhores e mais saudáveis ​​e comer em restaurantes que oferecem boas escolhas para eles e suas famílias. Eles estão olhando não só para o que geralmente é considerado “saudável”, mas o que é realmente saudável para eles, seja uma dieta baixa em carboidratos, ou opções com mais vegetais ou grãos integrais.

Como o Brasil está adotando essas tendências

Os conceitos apresentados na pesquisa da NRA como as principais tendências do foodservice, não chegam a ser novidades para os operadores brasileiros. Alguns restaurantes e empreendedores aqui, principalmente as novas marcas, conceberam os seus negócios alinhados a essas tendências, validando, de certa forma os dados colhidos nos EUA.

Alguns exemplos em nosso país:

Hiperlocais

O TUJU tem a sua horta na frente do restaurante na Vila Madalena em São Paulo, enquanto o Chef Rafael Costa e Silva do LASAI no Rio de Janeiro produz os seus ingredientes em horta própria na zona oeste da cidade.

Restaurante TUJU

Fast Casual

A rede de hambúrguer BULLGUER inaugurou sua primeira Fast Casual em Perdizes, São Paulo, com muito sucesso. Atendimento no balcão sem garçons ou taxas de serviço. Oferece opções de lanches bem elaborados com preços honestos, sem os exageros da chamada “gourmetização”.

Bullguer

Redução de resíduos

O novo restaurante BIO, do consagrado Alex Atala, nasceu sintonizado com os novos conceitos, prometendo desperdício zero em sua produção. O BIO foi inaugurado recentemente no Itaim Bibi, São Paulo.

Kit de comida

A CHEFTIME oferece pela internet entrega em domicílio de pacotes prontos para cozinhar.

Kit Cheftime

 

Outros exemplos poderiam ser citados, mas deixo para os leitores criarem a sua própria lista e compartilharem se quiserem.

 

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Da ideia à realidade: como tirar um projeto de foodservice do papel

Em meados do ano passado, o jovem empreendedor Greg Machado procurou o StudioIno com uma ótima ideia. Que tal abrirmos uma pizzaria na qual o próprio cliente monta o prato do seu jeito? Esse foi o conceito por trás do PizzaMakers, inaugurado em dezembro, no Shopping Morumbi Town, em São Paulo. Mas, para que o projeto partisse de um estalo interessante para se tornar um restaurante movimentado no centro de compras, foi preciso “começar do começo”.

A equipe do StudioIno trabalhou junto do cliente em todos os passos necessários para tirar o projeto do papel e transformá-lo em realidade, desde a concepção da marca até obra  e ambientação do espaço. Ao fim, o projeto todo envolveu: desenvolvimento do conceito, projeto de cozinha, projeto de arquitetura e interior, projetos complementares, e projeto de branding, ou seja, nome, marca, uniforme e elementos gráficos da comunicação com os clientes.

Conceito: Branding e a filosofia da marca

O objetivo do projeto foi criar um novo conceito de operação e proporcionar uma nova experiência para os consumidores”, explica Emmanuel Melo, designer e diretor do StudioIno. Todo o processo de pesquisa, conceitualização e projeto durou em torno de 60 dias.

“Essa  foi a fase mais gostosa de  ver acontecer”, conta Greg Machado. “A ideia, desde o começo, não era abrir apenas um restaurante de pizza e sim uma marca forte no mercado a qual um dia poderíamos escalar para um modelo de  franquia”. O cliente explica que o trabalho foi realizado com bastante interação com ele transmitindo o que tinha em mente e o time do StudioIno adicionando o conhecimento de anos de experiência neste setor.

Ao final desse período, foi elaborada uma filosofia para a marca PizzaMakers que se fez presente em todos os aspectos do restaurante, desde a comunicação visual até a própria arquitetura do espaço. O conceito se baseia da cultura “maker”, que valoriza as ideias de “faça você mesmo” e “mão na massa”.

Soluções de arquitetura

Para traduzir esse conceito nos 35 metros quadrados do restaurante foram aplicadas diferentes soluções. A atmosfera do ambiente conta com materiais de acabamento como o forro em chapa metálica expandida e madeira natural. A comunicação visual traz desenhos feitos à mão e pintados diretamente nas paredes.

O conceito da marca acabou criando um desafio para a equipe de arquitetura. Era preciso desenvolver o layout e fluxo de atendimento de forma que não houvesse cruzamentos e, assim, o consumidor fosse atendido de forma rápida, porém personalizada.

O layout elaborado para atender esta demanda foi simples e funcional. Nas áreas de retaguarda ficam os locais para armazenagem de alimentos, preparação da massa e pré-preparo dos ingredientes. Já o balcão frontal de exposição e atendimento foi equipado com pista refrigerada para facilitar a escolha dos ingredientes e a montagem das pizzas, calzones e saladas.

A solução trouxe equilíbrio para as operações de Back e Front of the House e possibilitou o uso dos alimentos do jeito que o cliente precisava. Todos os ingredientes são frescos e a massa é preparada no local.

Soluções de equipamentos de foodservice

O restaurante tem uma proposta de refeição rápida e casual, para manter essa filosofia e garantir a qualidade do produto, as soluções para a cozinha foram essenciais. Para Emmanuel Melo, o forno rápido para pizza da Prática é o equipamento chave do projeto. “Foram utilizados dois fornos modelo Forza Express, equipamento elétrico e programável que assa uma pizza crua em menos de 2 minutos”, explica. “Esse equipamento viabilizou a operação de preparação das pizzas à vista dos consumidores”.

 

Resultado final

A primeira unidade do PizzaMakers foi inaugurada em dezembro de 2016 e o empresário já está de olho no futuro. “Estamos extremamente felizes com nossa operação”, comemora Machado. “É muito gratificante ver seu negócio sair do papel e virar realidade! É muito legal ver os clientes felizes com esse novo conceito de montar a própria pizza e ela ficar pronta em 2 minutos, saborosa, com frescor”. O segundo ponto já está em obras e a abertura está marcada para maio e o empresário adianta que já há planos para o início de operações em mais duas lojas ainda este ano.

 

 

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