A cultura maker na pizzaria

Em meados de 2016, o jovem empreendedor Greg Machado procurou o StudioIno com uma ótima ideia. Que tal abrirmos uma pizzaria na qual o próprio cliente monta o prato do seu jeito? Esse é o conceito por trás do Pizza Makers, uma rede de restaurantes modernos, descontraídos e que celebraram a cultura maker, ou seja, a atitude de fazer você mesmo. A primeira unidade foi inaugurada em dezembro daquele mesmo ano, no Shopping Morumbi Town, em São Paulo. Atualmente, são 13 pontos, espalhados pelos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. 

A equipe do StudioIno trabalhou junto do cliente em todos os passos necessários para tirar o projeto do papel e transformá-lo em realidade, desde a concepção da marca até a obra e ambientação do espaço. O projeto todo englobou: desenvolvimento do conceito, projeto de cozinha, projeto de arquitetura e interior, projetos complementares, e projeto de branding, ou seja, nome, marca, uniforme e elementos gráficos da comunicação com os clientes.

“O objetivo do projeto foi criar um novo conceito de operação e proporcionar uma nova experiência para os consumidores”, explica Emmanuel Melo, designer e diretor do StudioIno. 

“Essa  foi a fase mais gostosa de  ver acontecer”, conta Greg Machado. “A ideia, desde o começo, não era abrir apenas um restaurante de pizza e sim uma marca forte no mercado a qual um dia poderíamos escalar para um modelo de  franquia”. O cliente explica que o trabalho foi realizado com bastante interação com ele transmitindo o que tinha em mente e o time do StudioIno adicionando o conhecimento de anos de experiência neste setor.

Ao final desse período, foi elaborada uma filosofia para a marca Pizza Makers que se fez presente em todos os aspectos do restaurante, desde a comunicação visual até a própria arquitetura do espaço. O conceito se baseia da cultura “maker”, que valoriza as ideias de “faça você mesmo” e “mão na massa”.

A tradução desse conceito no ambiente do restaurante se deu por meio de diferentes soluções. A ambientação conta com materiais de acabamento como o forro em chapa metálica expandida e madeira natural. A comunicação visual traz desenhos feitos à mão e pintados diretamente nas paredes.

O conceito da marca acabou criando um desafio para a equipe de arquitetura. Era preciso desenvolver o layout e fluxo de atendimento de forma que não houvesse cruzamentos e, assim, o consumidor fosse atendido de forma rápida, porém personalizada.

O layout elaborado para atender essa demanda foi simples e funcional. Nas áreas de retaguarda ficam os locais para armazenagem de alimentos, preparação da massa e pré-preparo dos ingredientes. Já o balcão frontal de exposição e atendimento foi equipado com pista refrigerada para facilitar a escolha dos ingredientes e a montagem das pizzas, calzones e saladas.

A solução trouxe equilíbrio para as operações de Back e Front of the House e possibilitou o uso dos alimentos do jeito que o cliente precisava. Todos os ingredientes são frescos e a massa é preparada no local.

O restaurante tem uma proposta de refeição rápida e casual, para manter essa filosofia e garantir a qualidade do produto, os equipamentos da cozinha foram essenciais. O forno rápido para pizza da Prática é a peça chave do projeto. Foram utilizados dois fornos modelo Forza Express, equipamento elétrico e programável que assa uma pizza crua em menos de dois minutos. Esse forno representa a tecnologia mais recente neste segmento, unindo dois meios de transferência de calor: radiação e convecção. Também conta com filtros catalisadores e dispensam a necessidade de coifas e dutos de exaustão. O modelo tem ainda memória para guardar diversos programas com tempos e temperaturas previamente validados. Os diferenciais do forno Forza viabilizaram operação de preparação das pizzas à vista dos consumidores.

 

Pizza Markers – http://pizzamakers.com.br/

Prática Klimaquip – https://www.praticabr.com/

 

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Doces portugueses e diferentes experiências para o cliente

A parceria entre o StudioIno e a doceria B.Lem começou em 2014. Desde então, o escritório tem ajudado a marca a expandir operações, em diferentes formatos de atendimento, por vários estados do Brasil. Até meados de 2020, 32 unidades haviam sido concluídas em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Paraíba e Pernambuco

Para a B.Lem, o StudioIno criou o projeto conceitual e executivo, seguindo e atualizando o padrão da rede. Os materiais e detalhes definidos para criar um ambiente com personalidade, aconchegante e moderno. As unidades contam com espaço para atendimento dos clientes e uma área interna para finalização dos produtos.

Ao pensar a ambientação, o principal desafio para o time de arquitetura foi fugir de visões estereotipadas sobre decoração tipicamente portuguesa. Foram criados espaços acolhedores e contemporâneos nos quais os produtos são o centro das atenções. Um exemplo dessa concepção são as vitrines com os doces que ocupam a própria fachada das unidades. Os pontos de destaques na decoração são em amarelo, contrastando com a cor de madeira clara. A escolha por essa tonalidade forte acompanhou a comunicação visual da B.Lem. A logo da padaria tem essa cor em alusão à gema do ovo, matéria prima mais utilizada na fabricação dos doces portugueses.

Os conceitos pensados para as soluções de arquitetura e ambientação precisaram ser versáteis e adaptáveis o suficiente para funcionar bem nos variados formatos das unidades. O StudioIno projetou pontos da B.Lem para operações em shoppings, aeroportos e quiosques. As unidades com mais espaço disponível têm bastante semelhanças entre si, em termos de desenho. Entretanto, as lojas acabam sendo bem diferentes dos quiosque, já que esses têm área menor e algumas limitações. 

 As lojas contam com as áreas de atendimento e de seating. Internamente, têm uma cozinha para regeneração dos produtos e estoque. Essas unidades servem almoço, café, salgados, doces, pães, e contam com um espaço de empório. Os espaços de seating podem variar bastante dependendo da área total disponível, assim, o StudioIno busca sempre mesclar alternativas como lugares entre mesas comuns, mesas comunitárias e soft seating com poltronas/mesas baixas. As lojas contam ainda com mais área para exposição de produtos do Empório B.Lem. São itens como vinhos, geleias, biscoitos, panetones, ovos de páscoa, vendidos “to go”, ou seja, que o cliente leva para consumir em outra ocasião.

Em média, os espaços em shoppings ou aeroportos têm de 50 a 100m2. Já as lojas de rua medem 150m2 ou até mais. Por isso, são unidades que precisam de mais equipamentos e soluções de arquitetura para acomodá-los. Na cozinha, funciona um forno maior, usado para regeneração dos produtos. No atendimento, há um outro forno menor, utilizado para o aquecimento dos salgados expostos na vitrine. Os fornos para as lojas são fornecidos pela Unox, e são do modelos BakerLux Arianna e LineMicro Roberta. A linha de fornos combinados analógicos BakerLux foi projetada para melhores resultados no processo de panificação. O modelo Ariana é de convecção com umidade e tem quatro bandejas de 460×330. Já a família LineMicro, de fornos compactos, foca na uniformidade no cozimento, e foi pensada para processos mais simples de pastelaria e panificação.

Os quiosques são estruturados de outra forma. Eles têm áreas de atendimento e seating, mas podem ou não ter estoque remoto, dependendo do ponto. Em geral, os quiosques medem entre 12 a 15m2, que se somam ao espaço de seating, que tem área variável. Essas unidades menores não servem almoço, apenas café, salgados, doces, pães, e têm o empório. Quanto aos equipamentos, as soluções também são um pouco diferentes. Os quiosques de o StudioIno projetou para a B.Lem têm apenas um forno pequeno igual ao do atendimento da loja, da linha LineMicro da Unox. Ele é usado tanto para regeneração dos produtos quanto para o aquecimento dos salgados expostos nas vitrines. Quando não há estoque remoto, os produtos congelados são armazenados em freezers horizontais no próprio quiosque. Por isso, precisam contar com maior número de entregas de produtos. Os quiosques têm menos área para o empório, mas, o mesmo número de vitrines e a mesma máquina de café que as lojas.

Os balcões refrigerados, as mesas, prateleiras e pias de ações inox utilizadas nos projetos foram fornecidos pela Cozil. A empresa está no mercado desde 1985 e, com laboratório próprio, pesquisa e desenvolve de ponta para soluções de preparação, cocção, higienização, conservação e distribuição de alimentos. As vitrines são da Ingecold e as câmaras de congelados foram fabricadas pela São Rafael. 

 

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B.Lem – https://www.blempadaria.com/

Unox – https://www.engefood.com.br/unox

Cozil – https://cozil.com.br/

 

Adaptando o Olive Garden ao Brasil

A rede norte-americana de restaurantes Olive Garden está presente no Brasil e quatro unidades da marca por aqui foram projetadas pelo StudioIno. Os trabalhos começaram em 2017 e englobam o desenvolvimento do projeto de arquitetura para toda a estrutura, áreas do salão e cozinha, e também o gerenciamento das obras. 

As unidades da Olive Garden contemplam diferentes áreas em um mesmo espaço. Em um restaurante, o cliente pode optar por aproveitar o espaço com mesas, tomar algo no bar, ou curtir o “family room”. 

O Olive Garden mantém os padrões norte-americano em suas franquias ao redor do mundo. Como parceiro da rede no Brasil, o StudioIno recebeu um guia da marca que detalhando todas essas regras. Com base nesse manual, o escritório projeta as unidades brasileiras de forma que elas estejam adequadas às práticas dos EUA e, ao mesmo tempo, tenham as nacionalizações necessárias como foi o caso de equipamentos, revestimentos e mobiliários.

Buscar as melhores soluções nesse meio termo foi um dos principais desafios do trabalho. A “tropicalização dos equipamentos” demandou pesquisa, articulação de parcerias e negociações com fornecedores. Os caminhos encontrados pelo StudioIno foram dois. Por um lado, foram selecionados equipamentos nacionais com as características mais próximas possível daqueles especificados nos Estados Unidos. Por outro, o escritório buscou fabricantes brasileiros dispostos a desenvolver equipamentos específicos para atender a rede. As cozinhas têm todos os fluxos e equipamentos projetados e pensados para atender o cardápio e a padronização da rede.

O projeto de ambientação reflete o conceito de restaurante italiano familiar que fez a marca famosa em todo o mundo. Os espaços e soluções de decoração, mobiliários e acabamento foram pensadas para criar uma atmosfera de aconchego. Desenvolver esses ambientes também demandou criatividade no cumprimento do guia da marca. A iluminação foi toda desenvolvida artesanalmente no Brasil para se adequar à estética do Olive Garden. 

A rede Olive Garden serve refeições inspiradas nas comidas típicas da região da Toscana, na Itália. Fundada em 1982, a marca já tem mais de 850 restaurantes espalhados em vários países. A primeira unidade da rede no Brasil fica no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Olive Garden – http://www.olivegardenbr.com.br/

 

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Inspirações para novos formatos de autosserviço

Como os restaurantes de autosserviço, os conhecidos self-services, vão operar após a quarentena? Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, gravou uma série de vídeos para a convite da Cozil, para responder essa pergunta e pensar em novos formatos de negócio para esses estabelecimentos.

Ângela Carmo, Especialista em Marketing e Conteúdo da Cozil, conta que a proposta dos conteúdos é oferecer alternativas interessantes para o setor, que foi tão afetado pelas medidas de contenção do novo coronavírus. “Nosso objetivo é apresentar caminhos para que os clientes que atuam no self-service encontrem, se renovem, e evoluam, conforme as tendências do mercado”.

Os vídeo são baseados no artigo O Futuro dos Restaurantes Self-Service pós Covid-19, que Emmanuel publicou em abril. O texto traz uma sugestão de protocolo para a reabertura e inspirações para novos formatos de autosserviço.

A série da Cozil tem três episódios: 

1) Self-service vai acabar?  

2) Inspirações para novos formatos de autosserviço

3) Tecnologia para os novos formatos de autosserviço

Os vídeos podem ser assistidos no Youtube ou no Instagram da Cozil.

 

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Como serão os restaurantes self-service a partir de agora

Emmanuel Melo, diretor de design do StudioIno, participou de uma discussão muito boa sobre as transformações que os self-services devem passar para se ajustar a esse novo momento.

A conversa foi a Cozil, fabricante de equipamentos para cozinhas industriais. Emmanuel falou sobre inspirações para novos formatos e modelos de negócio. Você pode assistir acessando o canal do YouTube ou IGTV da Cozil

Esse papo faz parte de uma série de vídeos da Cozil sobre o novo cenário do foodservice.

Nos próximos vídeos, os temas serão: 

– O novo consumidor e a relação com o self-service.

– Tecnologia para os novos formatos de autosserviço.

Assista aqui.

 

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Qual foi o caminho trilhado por quem teve sucesso no delivery

Neste período de quarentena, muitos negócios de alimentação migraram para o serviço de entrega para garantir a continuidade do funcionamento. A transição não foi fácil mas alguns ótimos exemplos surgiram durante a crise. Diris Petribu, diretora do StudioIno, do Hub FS e do Hub CK, conversou sobre esse tema com Flávio Guersola, da Guersola Consultoria,  uma empresa especializada em empreendimentos gastronômicos.

O papo com Diris faz parte de uma série de vídeos que a Guersola tem feito com especialistas do mercado de foodservice. A conversa, que abordou boas práticas de delivery e o que se pode aprender com quem está tendo sucesso nesse formato, está disponível no perfil da consultoria no Instagram

 

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(Imagem do cabeçalho: Patrick Connor Klopf / Unsplash)

Matéria da UOL aponta crescimento da demanda por cozinhas de aluguel

A UOL conversou com a Diris Petribu, diretora do StudioIno sobre o mercado de cozinhas de aluguel. Ela falou sobre o trabalho do Hub FS e do Hub CK, os dois conjuntos de cozinhas colaborativas que ela comanda. A matéria detalha o funcionamento das chamadas “cloud kitchens” e mostra como esse modelo de negócio ajuda estabelecimentos de alimentação focados no delivery.

O texto conta um pouco da trajetória do Hub FS e do Hub CK até o momento:

“Há cinco anos no mercado de cloud kitchens, o StudioIno começou o negócio com um imóvel de três cozinhas em Perdizes, zona oeste de São Paulo, voltado para dar suporte a food trucks e startups que atuam na região, o Hub Foodservice. Em 2019, investiu na adaptação de outro edifício com mais dez cozinhas e estrutura para delivery, o Hub CK (cloud kitchen), no mesmo bairro”

Diris explica como foi o investimento nos espaços:

“Os nossos clientes são, na maioria, restaurantes já consolidados. Nem todos têm o delivery próprio. Alguns deles estão sediados em outros pontos da cidade. Como não atendiam à região oeste, decidiram alugar o espaço para ampliar o raio de atuação”

O texto assinado pelo jornalista Bruno Cirilo foi publicado na última semana na página Nossa UOL, que traz conteúdo sobre gastronomia, viagem, moda e estilo de vida. A matéria inteira está disponível aqui.

 

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10 lições para o futuro dos restaurantes self-service

Enquanto várias cidades do Brasil começam a reabrir o comércio, o momento é mais do que apropriado para pensar e se preparar para o funcionamento de restaurantes. Quando o pico da pandemia tiver passado e pudermos pensar em trabalhar com segurança, como será o novo cenário do setor de alimentação? Emmanuel Melo, diretor do StudioIno, falou sobre isso durante o seminário de inovação para esse mercado promovido pelo Canal Restaurante. A palestra, convertida em ebook gratuito, abordou 10 lições para pensarmos o futuro dos restaurantes self-service.

Como será o futuro

Entre mudanças significativas e ajustes pontuais, estabelecimentos e fornecedores estão calculando diferentes cenários. Em pesquisa com especialistas de diferentes áreas, Emmanuel Melo listou 10 elementos que, certamente, terão impacto no funcionamento de restaurantes self-service

1 – Será preciso criar e comunicar um protocolo de segurança

Estabelecimentos de alimentação já operam dentro de rigorosos controles de segurança e higiene. Esses protocolos deverão ser atualizados para incluir as medidas de prevenção à Covid-19 e o público deverá ser bem informado sobre as ações tomadas.2

2 – O cliente vai precisar lavar as mãos antes das refeições

Para garantir que o consumidor higienize as mãos corretamente, o estabelecimento deverá oferecer opções como pias ou dispensadores de álcool gel.

3 – Os alimentos no bufê deverão ser protegidos

Restaurantes self-services costumam ter um grande balcão com alimentos expostos. Esse espaço deverá ser repensado para que as comidas estejam protegidas de gotas de salivas das pessoas ao redor.

4 – Alimentos porcionados e pré-embalados podem ser uma alternativa

Além do autosserviço, os restaurantes podem passar a oferecer refeições ou lanches já prontos e embalados, como sanduíches e saladas.

5 – Oferecer pratos prontos é outro caminho

Outra opção ao autosserviço é a oferta de pratos servidos. Preparados por funcionários e entregues ao cliente na hora.

6 – Será necessário pensar outras alternativas de venda além do salão

Com as medidas de distanciamento físico, o número de mesas no salão podem ser reduzidas. Para continuar gerando receita, outras alternativas devem ser analisadas. Entre elas: delivery, pickup e venda de ingredientes para preparo em casa. 

7 – Mais do que nunca o digital ganhará força

Cardápio digital, app para adiantar os pedidos e a possibilidade de receber pagamentos sem contato entre o cliente e o funcionário. Essas são algumas vantagens virtuais que podem ser adicionadas às operações.  

8 – É possível vender o dia inteiro

Com refeições pré-porcionadas e embaladas, as vendas podem acontecer durante todo o dia e não apenas nos horários tradicionais de almoço e jantar.

9 – A preparação antecipada é mais produtiva

As refeições prontas permitem um melhor usos das horas de trabalho e possibilitam as vendas por outros formatos, como o delivery.

10 – Desenhar no chão as marcas de distanciamento na fila será prática comum

Será preciso ajudar o consumidor a manter a distância apropriada dos outros. As marcações no chão indicando o espaçamento da fila será essencial.

Referência para planejar

Todas as 10 lições estão detalhadas em um ebook disponível para download gratuito. A publicação pode ser uma boa referência para planejar o futuro do estabelecimento quando o momento da reabertura chegar.

 

 

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Baixe ebooks gratuitos sobre o futuro dos restaurantes self-service

Quando as medidas de restrição para o combate à Covid-19 forem diminuindo, como será a operação dos restaurantes? Essa é uma pergunta que o setor de alimentação está se fazendo em todo o mundo. E nós também. Focamos nos estabelecimentos de autosserviço, nosso familiar restaurante self-service. Conversamos com especialistas em diferentes áreas e montamos um protocolo de reabertura, com orientações e ideias. Agora, resumimos alguns desses pontos em dois ebooks gratuitos que estamos disponibilizando para download aqui no site.

Na primeira publicação, falamos rapidamente sobre algumas adaptações mais simples que os restaurantes de autosserviço podem adotar para oferecerem segurança aos consumidores sem precisar fazer investimentos muito altos. 

No segundo ebook, mostramos transformações inovadoras que negócios com mais poder de investimento podem fazer para trabalhar com segurança e ainda melhorar os resultados do negócio. 

Os ebooks são um desdobramento de um artigo que postamos aqui há algumas semanas. Conversamos com médicos, nutricionistas, designer e arquitetos e elaboramos algumas sugestões de protocolo para a reabertura de restaurantes self-service. Tentamos imaginar quais seriam mudanças necessárias para esses estabelecimentos funcionarem após a pandemia. 

Esperamos que nossa pesquisa possa ajudar você e o seu negócio a se preparar para o futuro. Estamos à disposição para conversar e tirar dúvidas. 

 

Diris Petribu

Emmanuel Melo

Equipe StudioIno 

O futuro dos restaurantes self-service pós COVID-19

Sugestão de protocolo para a reabertura e inspirações para novos formatos de autosserviço.

Fortemente impactados pela pandemia da Covid-19, os restaurantes em todo o segmento comercial de foodservice estão fechados. Liberados apenas para operar nos sistemas de entrega (delivery) ou no atendimento no balcão com fornecimento de comida para viagem (to go). Muitos operadores estão aflitos e mergulhados em incertezas quanto ao futuro. 

Na reabertura, quando o distanciamento social for flexibilizado, o comportamento dos clientes será outro. Especificamente nos sistemas de autosserviço – self-service, os consumidores podem evitar esses restaurantes por acreditarem que aglomerações de pessoas em ambientes fechados, falando enquanto se servem de alimentos expostos, compartilhando dos mesmos utensílios, sentando-se em mesas comuns e próximas uma das outras e seguindo falando enquanto comem, representam grande risco de contágio da Covid-19.

Como operar restaurantes self-service que sejam mais seguros contra o contágio do coronavírus e ao mesmo tempo transmitir aos clientes a sensação dessa segurança?

É provável que as autoridades sanitárias criem um protocolo médico para ser utilizado na reabertura dos restaurantes self-service. Porém, enquanto esse momento não chega e preocupados com a angústia dos operadores desse importante segmento do foodservice (ver quando ao lado), resolvemos nos antecipar a esse desafio e contribuir com nossa visão sobre o tema.

Reunimos nosso time de arquitetos e designers de foodservice e conversamos com especialistas na busca de soluções para esse complexo desafio. O resultado, apresentado a seguir, é um conjunto de recomendação e ideias que propomos para orientação e inspiração dos operadores dos restaurantes de autosserviço.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas de restaurantes de autosserviço (self-service):

No acesso ao restaurante

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações. Os restaurantes institucionais podem fracionar a ida do pessoal ao restaurante;
  • Dar visibilidade aos procedimentos de segurança adotados pelo restaurante, assim como às recomendações aos clientes. Utilizar cartazes e informações verbais: “Entre, lave as mãos, pegue seu prato, sirva-se e mantendo-se sempre em silêncio, pela saúde de todos.”
  • Cardápios, quando existentes, devem ser produzidos em materiais descartáveis;
  • Disponibilizar lavatórios fixos (2 ou 3 por linha de serviço). Como alternativa oferecer dispensadores de álcool em gel. Totens com dispensadores de álcool em gel acionados por pedal, podem ser uma ótima alternativa.

No bufê de serviço

  • Toda a louça e utensílios utilizados devem ser lavados e higienizados em máquinas de lavar louças com enxágue a 84oC;
  • Oferecer talheres higienizados e embalados;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Utilizar sistema misto no bufê: autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos:
  • Saladas podem ser pré-montadas em porções individuais, protegidas com filme plástico para autosserviço em expositores refrigerados;
  • Proteínas e guarnições devem ser servidas por funcionários, em balcões aquecidos. Criar protetores de acrílico entre o pessoal de serviço e os clientes; 
  • Bebidas embaladas (latas e outras embalagens), em caso de post mix deverá ser operada por funcionários, sem manipulação dos clientes;
  • Sobremesa em porções embaladas, para autosserviço e expostas em refrigeradores abertos tipo grab&go;
  • Disponibilizar álcool em gel antes do grab&go;
  • Temperos deve ser oferecidos em sachês;
  • Os alimentos no bufê devem ser obrigatoriamente cobertos com protetores salivares eficientes com fechamentos laterais, superior e frontal (Anvisa e NSF/ANSI 2). O bonito agora é o mais seguro;
  • Balcões centrais (atendimento por ambos os lados) não devem ser utilizados, quando existentes, devem ser utilizados somente em um dos lados. Utilizar o outro lado para implantar pratos servidos;
  • Os funcionários de serviço no bufê e no restaurante devem usar luvas e máscaras;
  • Restaurantes pequenos ou aqueles que possuem o bufê encostados em paredes, que impossibilita a implantação de pratos servidos, podem oferecer pratos já montados com duas ou três opções.

 

Na sala de refeição 

  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Uma alternativa seria manter a quantidade de mesas, porém recomendar o uso somente de um dos lados;
  • Funcionários deve desinfectar mesas e cadeiras após cada uso e troca de clientes;
  • Disponibilizar álcool em gel nas mesas;
  • Prever local para descarte de máscaras;
  • Utilizar ventilação natural se possível. No caso de ar condicionado, observar a  limpeza dos filtros e a manutenção preventiva do sistema;
  • Colocar cartazes recomendando para que todos comam em silêncio

No caixa para pagamento

  • Utilizar comandas descartáveis;
  • Fazer identificação no piso para garantir a distância de 1,5 metros entre os clientes;
  • Operadores dos caixas devem utilizar máscaras e não podem manipular alimentos;
  • Instalar protetores de acrílico para as balanças;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas;
  • Desinfetar as maquininhas de cartão antes de cada uso;
  • Incentivar o uso do pagamento sem contato físico, com celulares e relógios inteligentes;
  • Implantar sistema para pagamento por débito;
  • A tecnologia para caixas automáticos ou sem caixas já está disponível e pode ser utilizada por restaurantes com maior poder de investimento.

Os sistemas de autosserviço (self-service), quando projetados seguindo a legislação já existentes antes da pandemia da Covid-19, estão com a infraestrutura preparada para operar com segurança. Esses restaurantes poderão adotar os procedimentos indicados sem maiores problemas. 

Outros restaurantes precisarão fazer alguns ajustes para oferecer a segurança necessária aos seus clientes e funcionários.

Novos formatos de autosserviço

Pense em um “delivery” da cozinha do seu restaurante para a sala de refeições. Em vez do bufê tradicional,  uma “parede” formada por expositores verticais refrigerados e aquecidos tipo “grab&go”. Refeições completas, alimentos em porções e lanches, preparados e embalados em sua cozinha (ou vindo de uma central) são disponibilizados nesses expositores. O cardápio é tipicamente brasileiro com a comida de todos os dias: picadinho, filé à parmegiana, estrogonofe de frango, feijoada, saladas, sopas, sanduíches, pizzas, opções veganas…

Todos os alimentos estão lindamente expostos, iluminados e fáceis para pegar. Os clientes podem consumir no local ou levar as refeições e lanches para escritórios, para casa… Fornos rápidos (micro-ondas) estão disponíveis para os clientes aquecerem as suas refeições e lanches quando resfriados. Alimentos quentes também estão disponíveis e prontos para consumo.

Esse novo formato oferece muitas vantagens em relação ao serviço tradicional de bufê como:

  • Adequação rápida para troca do cardápio: café da manhã, almoço e lanches “Snackification” (1);
  • Vendas durante todo o dia;
  • Vendas de alimentos para consumo no local ou para viagem “take-away” (2);
  • Produtos prontos para “delivery” (3);
  • Serviço mais rápido, maior giro no salão;
  • Menor desperdício de comida pronta (esse é um problema dos bufês atuais);
  • Maior produtividade, produção contínua na cozinha durante toda a jornada;
  • Possibilidade de escalar os negócios;
  • Permite a centralização da produção, inclusive em “ghost kitchens” (4),  e distribuição em vários pontos de venda;

Porém, o sistema traz alguns desafios também:

  • A quebra de paradigmas no comportamento de consumo de comida fora de casa;
  • A necessidade de avançar com o desenvolvimento das embalagens 100% biodegradáveis, com zero impacto para o meio ambiente;
  • A necessidade de investimentos em reformas e aquisição de equipamentos como resfriadores/congeladores rápidos, vitrines tipo grab&go, fornos profissionais de micro-ondas e outros;
  • A transformação digital dessas operações também será necessária para a obtenção de resultados melhores.

Esse novo formato de autosserviço será mais facilmente adaptado para o segmento de restaurantes comercial e para copas descentralizadas no segmento institucional do foodservice.

Existem algumas referências de utilização desse sistema. Relacionamos aqui as redes de foodservice britânicas Pret a Manger e Wasabi, com muito sucesso nos EUA e em outros países. 

  1. Snackification é um termo em inglês criado recentemente para designar a tendência de comportamento, observada principalmente nas novas gerações, do aumento do consumo de lanches em vários momentos do dia ou invés de refeições completas consumidas em horários tradicionais – café da manhã, almoço e jantar;
  2. Take-away ou To go são expressões em inglês para o serviço de comprar no restaurante e levar para consumir em casa ou escritórios;
  3. Delivery é o serviço bem conhecido entre nós de pedir comida quente, pronta para consumo e receber em casa ou escritório;
  4. Ghost kitchens são cozinhas específicas para delivery e que não possuem áreas para atendimento de público.

Mensagem final

Assim como ocorreu em outras crises, essa também vai passar.

Vamos trabalhar agora e ficarmos prontos para a reabertura dos restaurantes com sucesso.

Confiem na sua criatividade

Agradecimentos

Agradecemos muito aos colegas e especialistas que contribuíram com ideias, sugestões e comentários para a elaboração deste texto. Em particular nominamos: Diris Petribu – FCSI arquiteta especialista em foodservice, Dra. Aline Pamela Vieira de Oliveira – Infectologista, Médica titular da Sociedade Brasileira de Doenças Infecciosas, Liliane Bittar – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, Myriam Scholz – Nutricionista e Especialista em Segurança Alimentar, José Aurélio Lopes, FCSI – Nutricionista, Marco Amatti, FCSI – Consultor em Gestão de foodservice, João Carlos Faias – Arquiteto e Designer, membro da FCSI e especialista em foodservice, e a todos os colegas do StudioIno.

Referências:

  • Resolução RDC-216/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
  • Portaria CVS-5 do Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
  • NOTA TÉCNICA Nº 18/2020/SEI/GIALI/GGFIS/DIRE4/ANVISA Covid-19 e as Boas Práticas de Fabricação e Manipulação de Alimentos

***

QUADRO – 1

Resumo das recomendações para operar restaurantes self-service que sejam mais seguros contra o contágio da Covid-19.

Áreas de atendimento ao público – entrada, bufê de serviço, sala de refeição e caixas.

  • Controlar o fluxo de entrada para evitar aglomerações;
  • Disponibilizar lavatórios e dispensadores de álcool em gel para os clientes. Os totens com álcool em gel são alternativas práticas;
  • Fazer marcações no piso, na área do bufê e filas de pagamento nos caixas, para limitar a proximidade das pessoas em 1,5m;
  • Higienizar louças e utensílios mecanicamente com enxágue a 84oC;
  • Na impossibilidade de usar lavagem mecânica oferecer utensílios descartáveis;
  • Implantar o serviço misto no bufê com autosserviço de alimentos porcionados e embalados e pratos servidos;
  • Utilizar protetores salivares eficientes;
  • Não utilizar balcões centrais com atendimento pelos dois lados;
  • Verificar a possibilidade para reduzir 1/3 das mesas para assegurar o distanciamento de 2 metros entre mesas e 1 metro entre cadeiras;
  • Alternativamente, utilizar as mesas da sala de refeições somente em um dos lados;
  • Disponibilizar locais para descarte de máscaras;
  • Instalar protetores de acrílico nos caixas e balanças (quando utilizadas);
  • Incentivar o pagamento digital, sem contato físico;
  • Treinar os funcionários e padronizar o uso de máscaras;
  • Criar cartazes para comunicação com os clientes: informar procedimentos que o restaurante está seguindo e orientar as boas práticas de higiene para os clientes.

Tenha em mente que o objetivo dessas recomendações, além de criar um ambiente mais seguro é também o de promover a percepção de segurança para os clientes.

***

QUADRO – 2

O sistema de autosserviço no Brasil

Os restaurantes que operam no sistema de autosserviço, ou self-service como são conhecidos, respondem por 27% dos almoços servidos fora do lar, segundo pesquisa Sebrae. Estimamos que restaurantes de autosserviço, soma aproximadamente 150 mil estabelecimentos no Brasil, somente no segmento comercial.

No segmento institucional, o autosserviço é fortemente utilizado em restaurantes de empresas, escolas, unidades militares, hospitais, além de outros.

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QUADRO – 3

Como o coronavírus é transmitido: 

Segundo informações das autoridades de saúde e de especialistas que conversamos, a transmissão do coronavírus causador da Covid-19 pode ser resumida da seguinte forma:

  1. Por vias respiratórias, através das gotículas de saliva que são jogadas no ar quando a pessoa tosse, espirra ou fala a pelo menos um metro de distância; 
  2. Por meio de contato físico, quando essas gotículas contendo o vírus alcançam mucosas dos olhos, nariz e boca; 
  3. Por meio de contato das mãos e rosto com superfícies contaminadas, levando-as aos olhos, nariz e boca; 

Outras informações sobre o SARS-Cov-19, o novo coronavírus:

  • O vírus sobrevive por algumas horas em suspensão no ar ou até dias em certas superfícies;
  • Ele resiste por até três horas na forma de aerossol;
  • O vírus chega a ficar até três dias sobre estruturas ou objetos de plástico ou aço inoxidável;

Em outras palavras o vírus é transmitido por:

Gotículas de saliva da fala, espirros, acessos de tosse e contato das mãos com superfícies contaminadas

ATENÇÃO! A maioria dos infectados não tem sintomas ou apresenta apenas manifestações mais leves.

Como prevenir: 

Isolamento social e higiene das mãos.

O uso de produtos de limpeza simples, como água e sabão, desinfetante e água sanitária é eficaz para eliminar o vírus de superfícies

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QUADRO – 4

Áreas de produção – Cozinhas

O foco deste trabalho são as áreas de serviço e atendimento ao público dos restaurantes de autosserviço, porém queremos ressaltar que os restaurantes devem seguir a legislação sanitária vigente com todo o rigor. Chamamos a atenção para os seguintes pontos: 

  • Estabelecer um controle para identificar as condições de saúde do colaborador, o qual ficará impedido de trabalhar se exibir sinais visíveis de doença, apresentar sintomas gripais, febre, diarreia, vômito, infecções cutâneas. Reforçar a importância da comunicação imediata ao gestor responsável sobre o problema de saúde para as devidas ações; 
  • Orientar todos os colaboradores sobre a doença e prevenção do contágio pelo coronavírus (SARS-COV-2), a forma correta de higienização das mãos e demais medidas de prevenção;
  • Intensificar a prática de higiene das mãos que deve ser realizada em intervalos regulares e supervisionada;
  • Os colaboradores que preparam e servem alimentos devem utilizar máscaras e luvas descartáveis, além dos outros EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) necessários para as atividades;
  • Orientar sobre a correta utilização das máscaras e luvas descartáveis, com rigorosa higiene das mãos e descarte em local apropriado (lixeira com pedal exclusiva para este fim);
  • Intensificar a frequência de higienização das áreas de preparo e atendimento, bem como dos equipamentos, móveis e utensílios utilizando produtos saneantes específicos: detergentes e desinfetantes clorados e álcool líquido 70%.
  • Intensificar a frequência e reforçar a limpeza dos sanitários (colaboradores e clientes): pias, peças sanitárias, válvula de descarga, torneiras, fechaduras e maçanetas, interruptores, lixeiras, dispensadores de sabonete líquido, álcool gel, suporte de papel higiênico e papel toalha, piso, paredes, portas.
  • Durante o processo de manipulação dos alimentos, também deve ser mantido o distanciamento entre os colaboradores, no mínimo 1,5m.

 

Emmanuel Melo – Diretor de design do StudioIno

 

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